domingo, 30 de junho de 2013

Ordem Vermelha e Negra Anarquista


Discernimento Anarquista:

Os Níveis Anarquistas

1º O "Nível Religioso" chamamos este de "SOMA", este se organiza em atividades onde o Individuo é o FOCO da existência religiosa Anarquista. A SOMA tem sede nos muitos espaços dos grupos soma.
Pode participar do grupo as pessoas interessadas em compreender o papel do individuo Anárquico.
São referencias Históricas a Psicodelia Religiosa, o Movimento Maio de 68 e a SOMA de Roberto Freire.

2º O "Nível Estado" chamamos este de "Fraternidade Anarquista", este se organiza em Encontros Familiares e Comunitários, não tem sede e se realiza nos muitos Espaços das Famílias e atividades entre Famílias.
Para participar tem que ter uma aliança entre Famílias ou seja um casamento. 
São referencias Históricas; As Famílias Anarquistas.

3º O "Nível Econômico" chamamos este de "Economia Anarquista", este se organiza com individuo em trabalho Autônomo ou com grupos de indivíduos Associados as Cooperativas, e tem sede de acordo com as necessidades e condições econômicas destes socialmente.
Pode participar quem quer trabalhar por conta própria ou em cooperativas.
São referencias Históricas; As Comunidades Cristãos Libertarias de Leon Tostoy na Russia, As Comunidades Camponesas nas terras do Príncipe Pietro Kropotikin, as Cooperativas de Trabalhadores, as Lojas Colaborativas e o Movimento Autonomista Internacional. 

4º O "Nível Ideológico", chamamos de "Federações Anarquistas", estes se organizam em Conselhos das Federações Anarquistas e tem sede como Ateneus Libertários e Centros de Culturas Anarquistas.
Pode participar das Federações Anarquistas pessoas que tenham compromisso ideológico na propaganda do pensamento e das ideias Anarquistas de todos os tempos.
São referencias Históricas; A Federação Anarquista Ibérica e a União Anarquista de Errico Malatesta.

5º O "Nível Jurídico", chamamos este de "Direito Anarquista", este se organiza em Congressos das Entidades Anarquistas e não tem sede especifica, mais tem departamentos ou pastas nos muitos espaços dos grupos Anarquistas e Populares que tem um nível Jurídico.
O Nível Jurídico Anarquista é autônomo e pode participar as entidades Anarquistas registradas em cartórios.
São referencias Históricas; O Centro de Cultura Social de São Paulo e a Federação Anarquista de São Paulo.

6º O "Nível Social", chamamos este de "Resistência Popular", se organiza em Instancias de Movimentos Sociais Federados, estes tem muitas sedes nos muitos espaços do Movimento Popular.
Pode participar deste nível membros das comunidades e Anarquistas que tenham um compromisso social.
São referencias Históricas; A AIT e a Militância da FAU em suas Frentes Operarias, Estudantis e Comunitárias.

7º O "Nível de Segurança", chamamos este divididos em Setores; o 1ª Setor é o "Black Block" são de enfrentamentos nas ruas e se organiza em Exercito Insurgente, só pode participar quem não tem MEDO do enfrentamento, este não tem sede mais tem toques e compartimentos sistemáticos. O 2º Setor são as "Milicias Anarquistas" que são formadas em um período de Processo Revolucionário qual se organiza em Segurança Militante e tem sedes momentâneas em ocupações, nada fixo.
São referencias Históricas; As Milicias Anarquistas de Buenaventura Durrut da Espanha, O Exercito Negro da Macknovichina e o IRA.

8º O "Nível Politico", chamamos este de "Partido Anarquista Internacional", que se organiza em Coordenações Anarquistas compartimentados em grupos de ação direta e em grupos de propaganda de ações, este necessita de uma sede Clandestina em Edilícios com Portaria, a sede só pode se tornar publica se o grupo PAI considerar viável na conjuntura politica que esteja sem vigília e perseguição repressora aos militantes.
Pode participar qualquer grupo Anarquista organizado em coordenação Anarquista.
São referencias Históricas; Os grupos de ação e propaganda Anarquistas em todo o Mundo.

9º O "Nível Publico", chamamos este de "Movimento Anarquista", este se organiza em grupos de afinidades e não tem sede pois é um movimento formado por muitos grupos diferentes e plurais, devendo cada grupo decidir montar ou não sua sede, como as muitas sedes dos grupos e centros Anarquistas conhecidos.
Pode participar qualquer individuo que se declare Anarquista.
São referencias Históricas; Os muitos grupos e indivíduos Anarquistas em todo o mundo.

10º O "Nível Programático", chamamos este de "Plano de Poder do Anti Autoritarismo" ou o "Poder Anarquista", este se organiza em Assembleias Anarquistas e se sedia em primeiro momento nos Espaços Anarquistas já instalados e em segundo momento nos espaços da soberania popular instalados em suas entidades de base federadas.
Participa deste quem presencia a pratica programática Anarquista de pequenos grupos que se tornam grandes grupos, para participar tem que se tornar um membro deste debate.
São referencias Históricas; O Processo da Revolução Francesa, o Processo da Revolução Inglesa, o Processo da Revolução Russa, o Processo da Revolução Espanhola, o Processo da Revolução Cubana e o Processo da Revolução Chinesa.


As Frentes Anarquistas


11º Os "Setores Estratégicos", qual chamamos estas de Frentes de Massas, Frentes da Educação, Frentes de Comunicação e outras Frentes flexíveis e eleitas por cada grupo pela sua necessidade, qual se organiza Localmente e se junta Mutualmente e onde se sedia nas Manifestações de Rua de todo o Mundo.
Pode participar qualquer individuo, grupo ou movimento que esteja para somar em uma grande Frente Popular de Libertação.
São referencias Históricas; O Movimento Sandinista, o Movimento Zapatista, os muitos Movimentos de Libertação em todo o Mundo sobre as Cores Vermelha e Negra. 


12º Os "Setores Táticos", qual chamamos estes as atividades tais como Cultura, Gênero, Etários (Juventude) e outros eleitos por agrupações locais, qual nestes grupos se destaca as atividades das Juventudes e das Feministas e no nosso caso as Juventudes Anarquistas e as Anarco Feministas, que se organiza Localmente e se junta em novas Frentes e tem sede nos espaços das Federações Anarquistas.
Pode participar indivíduos e grupos que mantenham atividades especificas e busquem somar para que seu setor se torne uma nova Frente de Luta.
São referencias Históricas nossas; As Juventudes Libertarias, o Movimento Anarco Punk, os muitos Coletivos Anarco Feministas e os Centros de Cultura Anarquistas.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Anarquismo de Bolero: O Crime contra o REI



King Edward esta dando um Show de Espelhos
Queen Anne você esta na palma da mão do REI
Exercitos Anarquistas se Rebelam no Mundo
Vidas transformadas, adulteradas, alteradas
Jovens EMOS em nome de KING Edward
Shows de modas e pentados subversivos
E o muro começou a pixar a Revolução



King Edward nos encontra na beira de um Bar
Com a cara embriagada de frente ao espelho
O Copo de Vinho e Show Underground
Bakunin e Prodhon desta Santa Ceia
Tem algo de errado com o REI
Com a Santa Cruz, a SOMA 
O REI esta morrendo !

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Aliança Vermelha e Negra


Existe uma Aliança
Existe um casamento 
Existe um Exercito Mundial
Existe uma Ordem Anarquista
Existe este Simbolo Vermelho e Negro
Existe um Estado Anarquista agora Nascendo
Agora existe o Comunismo Monetário Internacional


Somos o exercito de um homem só 

Somos o exercito de King Edward
A Estrategia é a Educação
Contra os Militares
Contra os Golpistas das Representações
Contra a fabrica da desumanização 

Bandeira Vermelha e Negra 




Eu não aviso mais, por enquanto o Rei tem tintas,

e quando Armas ele tiver sera o fim dos militares e dos

 golpistas  das representações



Eu avisei não escondi de ninguém

É olho por olho, dente por dente
A cura é a doação, a divisão do pão, a socialização, 
dar presentes e não esperar receber, 

esta é a vitoria sempre contra o Islamismo crescente.



Porque você não se apresa em procurar

em qual Igreja este

Casamento aconteceu

Olha o tamanho do 

Exercito Protestante



Outros viram no nome do REI

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Bairro Anarquista

Anarquismo de Estado


Imagens de Sant'Anarquia


Federação Anarquista de São Paulo
Se sedia aqui em Sant'Ana !


Point da Juventude na Praça de Sant'Anarquia

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Cartada Anarquista: O Joker, o Valete, a Rainha e o REI


CAMPO:

O Rei de Copas se associou aos camponeses e exércitos de camponeses insurgentes levantaram a Bandeira Vermelha do Estandarte da Roma Imperial.

Cidade:

O Rei de Espadas se associou aos Trabalhadores e a Revolução Industrial aconteceu, e sobre o Estandarte a Bandeira Negra da Anarquia.

Litoral:

O Rei de Ouros começou a unificar mercados e a sua bandeira com o "E" da Santíssima Trindade foi escrita em dourado, o código  EURO ou traduzindo o OURO da Monarquia.
Sobre o Estandarte a Bandeira Azul Celestial da volta da Monarquia ao Mundo.

Floresta:

O Rei de Paus demorou a acordar, mais começou a organizar as consciências Tribais em todo o mundo e a América é a sua maior expressão na atualidade indígena.
E sobre o Estandarte a Bandeira Verde.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O Espirito Anarquista

Gotham City, eu já estou CHEgando
E peguei uma carona com o famoso Pirata da Anarquia Mundial !
Eu sou um espirito e cada dia fico mais forte
Em nome do PAI "V", do filho "EMO" e do Espirito Santo de "ROMA"


Até a Vitoria Sempre, 75 sempre !

terça-feira, 7 de maio de 2013

A INTERNACIONAL FEMINISTA FEMEN










1º de Maio Avança

Subverter as Nações em todo o Mundo

"O Nascimento do Nacional Anarquismo"

Olha quantos no time Vermelho e Negro

* Nações:

"E tem muito mais Nações na jogada da Internacional das Nações da Ordem Vermelha e Negra da Anarquia Mundial"

* Estados e Cidades:

"Brasil Semita, o Anarquismo Interno"

* Organizações: 

"Não para de surgir organizações Anarquistas em todo o mundo, já são mais de milhões de militantes SOMADOS"

* Grupos Históricos e Atuais:

"Da AIT ao FEMEN, do Corinthians ao EMO
da CAOS a Ordem Vermelha e Negra"

Avança a discórdia contra o Poder


Avanço da Torre no Jogo do Xadrez 75
Avança a discórdia contra o Poder do golpe de Representações no mundo.
 Exércitos Mundiais de King Edward fazem recrutamento em nome do Partido Anarquista Internacional codinome "V".


"Em nome do Pai do Filho
e do Espirito Anarquista "

Paisagem da Organização da Geografia Anarquista em São Paulo

Paisagem do Estado de São Paulo

Raio X da Geografia Anarquista Paulista

FLORESTA: Organização Tribal (Povos)
CAMPO: Organização Católica (Nação)
CIDADE: Organização Sistemática (Matrix)
LITORAL: Organização Hefestiana (Resistência)


Estado Anarquista, unidade do Clã da Educação

Unidade Universitaria Anarquista entre os quatro grupos Geograficos de São Paulo:

ESCOLA: Organização Anarquista (Universidade) 


*Textos e Imagens de Autoria do grupo de comunicações "PROPAGANDA", Setor Anarquista de Comunicação e Propaganda do Pensamento Anarquista da atualidade.

Situação Estado e o Anarquismo no Brasil


Família, Sexismo e Anarquismo

Existem grupos diferentes no Brasil, porem 03 deles é de relevância a este comentário, pois fazem sua marca no comportamento social e sexual no Brasil.
O primeiro grupo são os defensores da Família como Estado, que bruscamente são atacados por forças obscuras que querem o fim desta instituição, forças estas causadas por pais que não cuidaram dos  seus filhos, por hipocrisias do Clero, pela crise e falta de discernimento entre poder privado e poder publico, pelo avanço da revolução burguesa, pela revolução capitalista permanente, pela existência da pluralidade de grupos com costumes culturais diferentes e pela crise de gerações junto ao Estado.
O segundo grupo avaliado são os sexistas que tem o sexo como orgia e não reprodução e por tal motivo promovem a banalização deste ato, desmoralizando o Estado e promovendo a prostituição.
O terceiro grupo são os Anarquistas em especial as Juventudes Libertarias, que não se casam e assim não legitimam o Estado e o Clero e combatem o sexismo porem não são contra o erotismo, muito pelo contrario valorizam este ato como liberdade e não repressão sexual e social

Gol logico germânico e a derrota sequencial da Alemanha

A Alemanha ates de ser tal no mundo fez um Gol invalido para sua existência no cenário das nações, porem este gol parece ser permanente dos germes na casa dos espíritos. O que os antecessores da Alemanha fizeram foi profanar a casa de espíritos com a ação incubadora de sua reprodução biológica, e fazer esta consciência uma UNICA VERDADE MUNDIAL da Família, pai e mãe agora eram sinonimo de família biológica e a família não era mais as outras formas de organização dos espíritos, e sim o ato reprodutivo e institucional.

Anteriormente a Família era as varias formas associativas ou de organização dos espíritos e ate a sua reprodução era feita de outras formas seja por garrafas uterinas, seja por teletransportes reprodutores, seja por verdades geradoras, seja por atos divinos, seja por descobertas geradoras, seja por atos pecaminosos, seja por adoção ...
Porem começou a existir a Recuperação das Consciências diferenciais dos muitos grupos diferentes no Brasil e no Mundo, com isto a derrota da Alemanha ou a antiga Germania acontecida com o avanço da segunda Revolução Industrial ou Tecnológica ou ainda o avanço da Revolução Inglesa Mundial, que com a geração de computadores devolveu ou despertou a consciência de muitos espíritos para a sua libertação do gol germânico/alemão e isto significa uma derrota sequencial deste gol por ser esta uma historia anterior que volta ao mundo com verdades de existencial plurais na diversidades dos humanoides. 

Códigos do Castelo e o Clero

Os códigos do Castelo são os princípios antecessores da Família onde a virgindade, a santidade eram considerados a derrota do próprio Castelo como sua antítese e sua existência vem de muito antes da modernidade do casamento realizado pelo baixo clero que casou as putas com os plebeus.
As Alianças eram feitas entre Reinos e destas surgiam as Nações, a aliança não era feita com os plebeus e pelos plebeus, mas tão somente pela realeza, quando isto muda e é criado o alto clero, o médio clero e o baixo clero, e todos poderão se casar na Igreja a partir deste decreto da Igreja.
A Virgindade era considera Santidade e era esta e a esta o único direito de se casar, e quem não era virgem não podia se casar na Igreja. Esta historia mudou com a criação de 03 Cleros, porem os Padres selecionavam as virgens entre os trabalhadores para se casarem com os nobres e as putas eles casavam com os trabalhadores, gerando um ato que daria espaço para a futura Revolução Burguesa entre os seus costumes mercantilistas.

Brasil Tropical

Festas, carnaval e não protestos como na Europa e no Mundo, marcam o perfil do Brasil de Hefesto, na abertura da Arca dos Monstros ou da Caixa de Pandora.
Este perfil de oba oba, fez surgir um Brasil Católico Protestante onde o protesto é uma festa pagã tropical, onde o erotismo se mistura com sexismo e tudo é permitido a carne de índios profanados, culturalizados e embranquecidos, em festas de orgia pagã, atualmente combatida pelo avanço evangélico politico da direita conservadora.

Juventudes Anarquistas Brasileiras

Porem as Juventudes Anarquistas são da "Geração do fico", uma cultura de amor longe da tradição, longe da instituição, longe do sexismo, longe do Estado Real, Clerical ou Burguês.
Os jovens se unem, vão morar juntos, tem seus filhos na ausência de contratos formais e vivenciam uma forma de Família não Autoritária e em Liberdade.
Alterando o Estado em sua base e abrindo um novo espaço para uma nova Revolução Sexual e uma Revolução Familiar de um novo Tempo e Espaço SEM ESTADO FORMAL.

Atenciosamente:
Informe do Agente do Tempo Secreto
Sobre Situação Estado e o Anarquismo no Brasil

domingo, 5 de maio de 2013

PROGRAMA ANARQUISTA DE PODER / textos e recortes agrupados



1º A necessidade de um Programa Anarquista

O Programa Anarquista é um debate a cerca de um projeto politico que se orienta taticamente por um processo de inserção social em vários níveis e frentes, como o meio de percorrer o caminho a ser traçado.
Anarquismo ou Socialismo Libertário como é conhecido o objetivo (finalista) deste programa, onde os anarquistas querem chegar é um debate feito pelo especifismo do anarquismo organizado, que tem que vencer os obstáculos para sua realização, que são os objetivos estratégicos: a abolição do Estado, da propriedade dos meios de produção e a implantação da autogestão sócio-econômica.
Nesta estratégia (o caminho a percorrer) de um processo revolucionário, fica bem claro a necessidade da Ruptura e o avanço da luta de classes que chamamos de poder popular, onde a metodologia (os passos a serem dados) como por exemplo a pratica libertária da ação direta, da horizontalidade e da participação dos explorados e oprimidos no processo revolucionário.
A organização federativa dos anarquistas é o equilíbrio que se tem com o compromisso de impulsionar a resistência popular dos povos em luta, formando quadros de militantes comprometidos com o processo de luta de classes, definindo e situando o campo e os jogadores como de esquerda e posicionamento ideológico anarquista como corrente.
Definir um programa ou seja uma analise da realidade com um projeto político para com as frentes de inserção social, surge a necessidade do resgate histórico do anarquismo como o coletivismo dos Bakuninistas que além de um programa, propunham uma escola de pensamento baseado em um método de analise da realidade.
Espero com este texto contribuir para o debate de estratégias e táticas do especifismo anarquista para o programa anarquista.

2º A necessidade de uma organização somente de Anarquistas


Necessário se faz no processo de organização do especifismo anarquista definir o perfil da organização como de minoria ativa e não como uma federação de grupos, pois cremos que são as pessoas organizadas protagonistas da mudança uma célula da organização.
A organização especifica dos anarquistas tem como base os seus núcleos onde se deliberão e orientão as ações dos seus militantes, estes núcleos indicam delegados que participarão dos conselhos da Federação com deliberações, propostas e limitações decididas pelos núcleos aos seus delegados.
O congresso da Federação é a instancia máxima deliberativa da organização, onde todos participam com os mesmos direitos e deveres.
Os Anarquistas podem decidir do núcleo as instâncias maiores, criar instâncias executivas como secretárias, mas estas só tem funções executivas e não deliberativas, portanto limitadas.
Também se discute os níveis de compromisso que cada um assume no processo de organização, como por exemplo o quanto mais se participa mais tem capacidade e direito de decidir na organização.
Se percebe que no processo de organização as pessoas com mais formação acabavam sendo direções que decidiam pela subjetividade e para resolver este processo de decisão orientamonos pela busca do consenso, caso este não seja alcançado, vota-se e todos acatam oque foi deliberado coletivamente, evitando assim a ditadura pessoal do individuo sobre a coletividade.
Organizados os Anarquistas podem construir sua carta orgânica, seu programa político, seus cadernos de formação, seus jornais, arquivos, mala direta de e-mails e muito mais.
Com isto pensamos estar contribuindo com o debate sobre organização anarquista.

3º Esboço Níveis Anarquistas


Níveis de compromisso:
Orientação e atuação concêntrica em trés níveis:
1-ideológico.
2-jurídico.
3-social.

Que se traduz:
1-organização federativa dos anarquistas.
2-entidades de Base.
3-movimento de massas (coordenação solidaria de resistência).

4º Proposta Federativa da virada do milênio, ano 2000

1-FASP
2-Centros comunitários associação.de moradores, centros de cultura sociais, sindicatos,movimento estudantil (grêmios, centro acadêmicos, diretórios acadêmicos), movimentos sociais(MST, MTST);
3-Resistência Popular.


5º Tática Anarquista

Alguns companheiros não entenderão a orientação tática da inserção social ...
Por exemplo nos dizem que já tem inserção social porque são membros da sociedade ou porque participam de um grupo "X".
O que estamos dizendo é que isto não é inserção social.
Ser membro de uma sociedade de classes significa ou aceitar ela ou lutar contra ela, quando pensamos em lutar para mudar falamos em inserção social.
Um grupo "X" não é inserção social, quando este não desenvolve suas atividades junto a nossa classe social (o proletariado).

Porque TÁTICA ?

A tática é condicionada dentro de uma estratégia, a estratégia anarquista é por um processo revolucionário de ruptura e avanço do "poder popular" da classe explorada e oprimida.
Entendendo o que é este processo revolucionário, nos orientamos taticamente por uma inserção social em VÁRIOS NÍVEIS e FRENTES, unificando estes em uma coordenação solidaria de lutas, que estamos chamando de "Resistência Popular.".

Porque níveis de inserção social ?

Para entender os níveis tem que entender o processo revolucionário e a construção do poder popular, através das conquistas que se faz nas lutas sócias.
Por exemplos:

1*) o nível ideológico: é o nível do debate estratégico onde os anarquistas traçam seus programas para os demais níveis e frentes.
2*) 0 nível jurídico: entendemos que em uma sociedade dita de direito é uma sociedade que só reconhece entidades jurídicas.
Por exemplo temos como entidade jurídicas no anarquismo de são paulo como o CCSSP, CCSAM ou nos movimentos sociais suas entidades de base.
3*) o nível social: é o nível das lutas sociais onde na luta de classes o povo amadurece e começa a entender o processo revolucionário.
4*) o nível econômico : este chamamos de segunda parte da luta de classes, quando a luta começa a dar seus frutos e começa a dar certo.
Por exemplo o MST depois que conquista um assentamento o povo começa a entender o processo e começa uma nova fase, a econômica, que vem junto com uma velha proposta anarquista "as cooperativas de produção e consumo".
5*) o nível militar : num processo revolucionário onde nossa classe começa a "construir o poder popular", a burguesia contra ataca com o poder burgues ou melhor dizendo contra ataca com seu braço direito os militares.
Um exemplo de nível militar foi o exercito Macknovista da ucrânia e a federação anarquista ibérica.

Porque frentes de inserção social ?

Entendemos que não estamos mais no inicio do século que o sindicalismo era a unica expressão da luta de classes e que hoje esta se encontra em muitas frentes tais como:
- Movimento sindical;
- Movimento estudantil;
- Movimento comunitário;
- Movimentos sociais.

Entender as frentes separadamente, não é isolá-las  pois em um processo revolucionário é nesceçario uni-las em uma coordenação solidaria de lutas que estamos chamando de "Resistência Popular".

Não nos opomos ao sindicalismo revolucionário  mas acreditamos que devemos somar outras lutas a estes, e que ele não é a defesa abstrata de princípios como fazem alguns companheiros, mas um processo que necessita somar as forças em luta e entender os níveis de lutas que se constroem na luta de classes.

Poderíamos dizer que inserção social, é a "participação ativa nos movimentos sociais."

Se hoje uma "minoria ativa", se orienta por esta pratica tática da inserção social, é porque acreditamos que há muito espaço para nossa participação ativa nestes movimentos sociais e um campo fertil para nossas metodologias libertárias tais como :
- ação direta;
- horizontalidade;
- participação;
- federalismo.

6º Frentes:

Frente comunitária: REDE PERIFERIA / CCS AM ( Centro de Cultura Social Antonio Martinez ).

O QUE È ?

O Centro de Cultua Social Antonio Martinez é uma associação civil de caráter comunitária, popular e cultural, que tem e mantem vínculos com ações comunitárias realizadas dentro de bairros, escolas, espaços de trabalho, centros de cultura, junto com movimentos sociais como os sem terra, sem teto, estudantes, sindicalistas, ecologistas, feministas, indígena, afro-descendentes, movimentos de juventude, de terceira idade e com crianças, entre outros.

O CCS AM é uma entidade comunitária, que tem na base da orientação de princípios e métodos que norteiam a entidade, o resgate dos princípios da ação direta, classismo, solidariedade de classe, horizontalidade, democracia direta e protagonismo popular.
Apelidado de casa do proletariado por seus membros, que vem na historia do Centro de Cultura Social e na vida do seu ilustre militante Antonio Martinez, uma identidade de classe, se constituindo como um núcleo da frente comunitária.

A CULTURA COMO FORMA DE EDUCAÇÃO

A cultura é uma das mais antigas formas de educação, onde a transmissão dos primeiros códigos sociais de uma comunidade são repassados como um tradição cultural.
A educação cultural que reivindicamos é uma ferramenta para a emancipação social dos povos em luta.
Ela não se faz isoladamente, mas sim no amadurecimento que só a luta de classes traz as consciências dos explorados e oprimidos.
A cultura social como forma de educação tem nitidamente um caráter libertário, pois considera que a emancipação dos oprimidos e explorados será obra dos próprios e não de algo externo a eles.

A CONCENTRAÇÃO URBANA

Quem diria que aqueles primeiros camponeses a formar as primeiras aldeias e vilarejos, dariam inicio a essa hecatombe da concentração urbana.
Do feudalismo ao capitalismo só nasceu a desgraça social da propriedade privada dos meios de produção e do estado, que submeterão todo o espaço das cidades a sua lógica mercantil, submetendo o campo na atualidade ao agronegócio.
Cada dia mais milhares de descendentes de camponeses pobres na sua maioria descendentes de índios, se aglomeram nas favelas e periferias das cidades e dos grandes centro urbanos, porque a indústria do agronegócio toma case todo trabalho no campo e destroem áreas de preservação ambiental.
A falta de emprego gera uma massa de despossuídos que vão engrossar as fileiras da marginalidade do crime com o trafico de drogas.
O analfabetismo é um fato, a saúde publica outro fato do descaso e os governantes gerentes dos negócios dos empresariado na administração publica da estrutura social, fazem o descaso, sucateando os espaços de uso social como a educação e a saúde.
Surgindo movimentos sociais que se contraporem a esta lógica e falando em estabelecer comunas urbanas sobre o controle do proletariado na administração publica das favelas e periferias.
A concentração de renda gera cada dia mais a especulação imobiliária e a subida dos valores imobiliários das casas e dos poucos terrenos nas grandes cidades, aumentando o exercito de excluídos sociais como os sem teto.

NOSSO TRABALHO MILITANTE

Nos realizamos atividades diversas na frente comunitária se constituindo em um verdadeiro movimento social A REDE PERIFERIA.
Este nosso trabalho militante se divide em setores de atividades realizadas.
São atividades realizadas na frente comunitária:

- Organização de massa: é uma atividade que praticamente investe no desenvolvimento da consciência de classe em participar das decisões políticas da comunidade.
- Organização econômica: consiste na elaboração de projetos econômicos de subsistência e de alternativa ao desemprego como a criação de cooperativas.
- Formação: consiste em dar uma maior qualidade aos nossos militantes, instrumentalizando-os com ferramentas teóricas, para facilitar uma maior compreensão da realidade da sociedade em que vivemos.
- Educação: este é o maior trabalho que podemos realizar, pois é responsável em ensinar o proletariado a pensar criticamente, desde atividades de alfabetização de adultos a aulas de supletivos, oficinas de desenho entre outras atividades ...
- Comunicação: este trabalho realiza desde a orientação como entender o papel das comunicações nos dias atuais, a realização de oficinas de fanzines, boletins, jornais, edição de blogs na internet, rádios livres ...
Como também de editar periodicamente nestes veículos de comunicação nossos debates e propagandas.
- Cultura: este é o setor no qual o CCS AM mais investe, vai desde a criação de oficinas de teatro amador, oficinas de grafiteiros, de artesões, de desenho para crianças,Sarais, aulas de capoeira, realização e exibição de vídeos e filmes na comunidade, realização de shows com bandas, entre outras atividades ...
- Alimentação: este é um trabalho "x", que vai desde a arrecadação de alimentos como sextas básicas e a criação de cozinhas comunitárias para os movimentos sociais.
- Ajuda Mútua: este setor vai desde a arrecadação de remédios, a criação de comissões de primeiros socorros na comunidade, bem como de orientar as pessoas a lhe dar com o serviço publico de saúde, e arrecadação e socialização do que a comunidade necessite.


UMA VOLTA AO TEMPO


As primeiras sociedades camponesas nascem de grupos de coletores, que começam a entender e a manipular a reprodução das plantas e a se estabelecer em local fixo para desenvolver a agricultura, bem como dos primeiros pastores de animais.
Ao se fixar em um lugar nasce os primeiros vilarejos ou comunidades de agricultores (camponeses).
Muitas coisas acontecem de lá para cá, como o nascimento dos estados e da propriedade privada da terra, com o advento do feudalismo.
O feudalismo começa a entrar em declínio, para o advento do mercantilismo no que resultara no sistema conhecido por capitalismo.
Centenas ou milhares de camponeses sem terra, formam o que se conhece por proletariado ou uma classe de despossuídos que só tem os filhos na vida.
São estes camponeses proletários que irão trabalhar nos primeiros ofícios e darão a origem de um novo seguimento de classe: o operariado.
Este seguimento de classe vai chamar a atenção dos primeiros socialistas, que vem no operariado a formula de uma nova sociedade.
Mas é no campesinato que socialistas como Bakunin apostaram suas fichas e como Kropotkin que desenvolve as suas formulações sobre a sociedade socialista, fundada nas federações das comunas da terra dos produtores agrícolas, na Ucrânia o maior exercito camponês da historia da Rússia nasceu sobre a figura de Mackno.
É no decorrer da transição entre feudalismo e capitalismo que surge o sindicalismo como meio de organizar o proletariado enquanto classe social.
Este sindicalismo tem um caráter revolucionário pois é uma organização de classe que não tem vínculos com o estado, se organizando em comunas de produtores, que começam a gerir o espaço publico em conselhos populares conhecidos na Rússia por sovietes.
No Brasil as comunidades indígenas não tinham uma agricultura como na Euro-Asia, mas tinham uma agricultura de subsistência.
Com o fim da escravidão negra no Brasil, chega as primeiras levas de proletários para trabalharem no campo e na cidade.

A ATUALIDADE HISTÓRICA DO CAMPESINO
O camponês se divide em duas classes: a dos proprietários das terras, conhecidos por fazendeiros e latifundiários e a vasta massa do proletariado do campo conhecida por trabalhadores rurais sem terra.
Nada mudou de lá para cá, mas um movimento surgiu e se tornou muito forte, o MST (movimento dos trabalhadores rurais sem terra), que ocupa o latifúndio, cria comunas da terra, cria trabalhos cooperativos e organiza a vida no campo.

UMA COMPARAÇÃO HISTÓRICA

O sindicalismo do MST nos lembra em muito o sindicalismo do século passado. Há diferença é que no século passado os trabalhadores rurais se baseavam nos princípios e métodos do federalismo e o MST é uma organização popular formada de quadros de direção, organizada nacionalmente de forma vertical.

VAMOS DEFINIR O QUE É O MST PARA NÓS

Um movimento social do campo onde todas as frentes são unificadas internamente em setores.
O MST é um sindicato livre, porque organiza os trabalhadores rurais sem terra economicamente e independente do estado.
O movimento também tem um caráter comunitário, pois organiza comunas da terra, baseadas em núcleos de família, estabelecendo setores comunitários como: educação, formação, comunicação, cultura, saúde, alimentação, organização de massa entre outros...
O MST ao ocupar o latifúndio, resistir a repressão, produzir e se organizar em cooperativas imprime uma orientação revolucionaria a luta do proletariado campesino.

COMO VEMOS O MST

Muitos ao falarem do MST identificam ele como uma sigla ligada aos marxistas ou um movimento ligado as figuras de direção ou vanguardas.
Nos não vemos o MST dessa maneira, vemos de dentro, pois somos parte dele.
Para nos o MST é o trabalhador organizado e se organizando para ocupar, resistir e produzir, é a base a nossa referencia e não a direção.
No MST existem muitos grupos internos de caráter ideológico de esquerda, que se somam na luta direta por afinidade.

Ele é um movimento de luta de classes, que tem uma unidade na ação direta, e na soma dos esforços do campo das esquerdas, portanto um campo fértil para os libertários.
Queremos dizer: que aqueles que identificam a direção de origem marxista e não identificam o proletariado com o movimento, faz uma leitura de cima para baixo de fora para dentro do movimento, nos fazemos o inverso, pois fazemos uma leitura horizontal e por dentro do movimento, considerando o MST como uma organização dos trabalhadores.

NOSSO TRABALHO MILITANTE

Acreditamos que a configuração vertical do MST nacional, não muda tão cedo, pois o camponês sem terra se preocupa mais com as ações pontuais e tem ainda um ceticismo em participar politicamente de uma organização político-social nacional.
Entender a horizontalidade como necessária a um processo de participação gera preocupação por parte dos quadros de direção do MST, que não querem perder o controle do movimento pela base, mas só o processo de luta de classes gera o crescimento da consciência de classe social, capaz de mudar este cenário autoritário.
O nosso trabalho militante esta ainda começando, mesmo vindo de um tempo anterior e nos temos muitas expectativas junto ao MST - SP.
Nos orientamos pelas praticas do resgate dos princípios do sindicalismo revolucionário do inicio do século XX e pela carta de princípios da resistência popular, constituindo e nos organizando como um núcleo da frente campesina na construção da resistência popular de São Paulo, para imprimir junto ao movimento dos trabalhadores rurais sem terra um caráter mais libertário, na construção do socialismo e do poder popular.

QUEM SOMOS ?

A tendência Filhos de Toda Terra ( Omo Bogbog Aiyê ) é uma Tendência pró Resistência Popular que atua como frente campesina dentro do MST-SP.
A Tendência possui dos perfis de militantes:
- os militantes que já estão em uma ocupação ou assentamento
( comuna da terra ) e participam internamente do MST - SP.
- os militantes que são apoio estratégicos,
vistos como integrantes do movimento que participam de ações conjuntas ao MST.

A Tendência desenvolve atividades de relações com outros grupos sociais como professores, servidores, desempregados, operários, estudantes entre outros grupos da sociedade.

HISTORIA DO MST
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra é uma articulação entre os movimentos de Camponeses Sem Terras em todo o Pais e articulado no Continente e no Mundo.
Nasce em 1984 com a soma dos esforços e a união entre vários movimentos de camponeses pobres no Pais, entre eles: O Movimento contra as Barragens das hidrelétricas que expulsava camponeses, índios e negros (quilombolas) de seus assentamentos, bem como vários movimentos de Posseiros expulsos de áreas estratégicas como nas terras onde passava a linha de trem (Ferrovia) e as Auto Estradas (Rodovias).
O MST Chamou a atenção de toda mídia nacional com ocupações de latifúndios, promovendo a expropriação das terras improdutivas da especulação imobiliária, para a mão dos camponeses , coletivizando as terras em núcleos de famílias, organizando cooperativas de produção, consumo e distribuição dos produtos da Reforma Agrária.
Promovendo um Sindicalismo Livre de Ação Direta, não vinculado ao Estado e dando a este uma orientação Revolucionaria ao expropriar as terras da Burguesia Agrária.
O Movimento começa a se estabelecer no campo como Força Política, criando "Comunas da Terra", onde as terras são coletivizadas e geridas por núcleos de famílias, construindo suas próprias escolas, formando seus próprios professores, Construindo seus Centros Comunitários, Universidades, Centros de Formação e Capacitação, Cassa em sistema de Mutirão, implementando a Agro-ecologia e construindo meios alternativos de Mídia, como Rádios livres, jornais e Revista do MST.

NOSSA HISTORIA NO MST SP

Em 1993 companheiros Anarquistas começam a participar do MST na regional de Andradina e Pontal, criando um grupo chamado " Terra e Liberdade ", que somava militantes da frente de Massa com uma Rede de Apoio ao MST.
Estes companheiros participam do 1º curso de Formação de militantes do MST em São Paulo, adquirindo uma pratica de ação direta com ocupações de terras improdutivas e confronto com a UDR ( União Democrática Ruralista - Burguesia Agrária ), que estava armada até os dentes com paramilitares para combater e conter as ocupações no extremo do Estado.
Estes companheiros vem a São Paulo e se articulam com outros companheiros Anarquistas e Libertários que desenvolvem trabalhos junto aos Movimentos Sociais e em especial com o MST, fundando em 1998 a tendência " Unificação Terra " e em seguida fundam a Resistência Popular em 1999 junto com outros grupos como a Tendência Apoio Mútuo, com o grupo A.L.D.A., com a OSL e com indivíduos de todo o Estado.
Em 2002 militantes Anarquistas e Libertários do MST ocupação as Terras da SABESP ( Serviço de Abastecimento de águas em São Paulo ) que iria virar um Lixão Publico, dentro da cidade de São Paulo, organizando o primeiro assentamento da Reforma agrária dentro do coração do Capitalismo Latino Americano.
Em 2008 estes companheiros que atuam nesta Frente Camponesa, decidem montar um grupo (Tendência) que atue dentro do MST e Formam uma Rede de Apoio a estes companheiros que estão nos assentamentos da Reforma Agrária e estão participando do MST e promovendo coletivizações de terras com ocupações de terras improdutivas e da especulação imobiliária.
Este grupo se chama Tendência Filhos de Toda Terra (Omo Bogbog Aiyê)

PORQUE DO NOME DA TENDÊNCIA FILHOS DE TODA TERRA ( OMO BOGBOG AIYÊ )

O nome Filhos de Toda Terra foi proposto por dois companheiros do CCS AM que participam da tendência e referendado na reunião com os demais militantes.
Escolhemos este nome por reivindicação de nossa origem indígena e camponesa e acrescentamos entre parentes o mesmo nome escrito em "yoruba", dialeto Africano trazido ao Brasil pelos escravos negros que eram explorados na agricultura pelos colonizadores Portugueses, antes da chegada dos escravos brancos (proletariado de imigrantes europeus) para a agricultura assalariada.
O FTT é um movimento embrionário por uma Federação dos Trabalhadores da Terra (Campos e florestas)

HINO DOS FILHOS DE TODA TERRA (OMO BOGBOG AIYÊ )

Filhos de Toda Terra
Não esquecera jamais
Sua origem Ploletaria:
Indígena, Quilombola,
Camponesa e Operaria.
Sobre a Bandeira da Resistência
Não mais sujeitos a opressão e exploração
Unamo-nos como classe
Façamos da Solidariedade
Uma Nova Sociedade
As florestas, as terras,
As cidades e as Fabricas
Pertencem a Coletividade.
Possamos gritar em voz alta
Todos juntos a cantar
O Poder Popular
Punho esquerdo erguido
Eis aqui o nosso símbolo.


EMAIL: filhosdetodaterra@gmail.com



1º O MST organiza e mobiliza os Trabalhadores Rurais Sem Terra em um Sindicalismo Livre, um Sindicalismo de Ação Direta, não atrelado ao Estado e de orientação Revolucionaria ou seja muito próximo do Sindicalismo Revolucionário da AIT (Associação Internacional dos Trabalhadores)

2º O MST coletiviza as terras e distribui a gestão em núcleos de famílias ou seja é o que Bakunin defendeu sobre as Comunas Rurais Livres, quando morreu junto aos camponeses.

3º O MST organiza Centros Comunitários, Escolas e Universidades Livres ou seja Anarquismo Social, sempre defendido pelos Anarquistas Classistas e Educacionistas.

4º O MST organiza Cooperativas de Produção, Consumo e Distribuição de seus produtos rurais ou seja o que Prodhon sempre defendeu sobre autogestão.

5º O MST constrói casas populares em sistema de Mutirão ou seja Ajuda Mutua, o que Kropotikin vai defender como a pratica da Solidariedade de Classe entre os Anarquistas.

6º O MST organiza uma agricultura baseada na agroecologia modernizando na pratica o discurso da Luta de Classes com a Ecologia.

7º Tudo isto construindo e se consolidando em "Comunas da Terra", ou seja o Comunismo Libertário defendido por Kropotikin.

Apoiar e defender tais praticas é uma questão de maior importância para a Tendência Libertária Filhos de Toda Terra, que atua junto ao MST na regionais da grande São Paulo, Andradina e Pontal.

O MST é uma derivante da 6º Internacional Socialista ou da Internacional Maoista que construí um sonho de uma Monarquia Popular e acabou por fundar o 1º Império Socialista onde Mao era o Imperador Socialista.
Sua organização politica maoísta é formada por quadros de direção que dirigem o movimento popular.
A forte formula da Mistica Politica no MST deriva do Catolicismo de orientação Libertadora e tem junto aos estudantes seu primeiro elo de unidade campo e cidade, como na China onde os Grêmios Estudantis eram a maior base politica do Comunismo Chines.
Não cabe a nos Anarquistas questionar a organização politica nem a orientação ideológica do MST, mais cabe como militantes do MST trassar politicas horizontais e praticar uma formação politica de modo anti autoritário ao ponto que entremos como uma tendencia libertaria de fato no MST, mostrando nosso compromisso com a luta de classes junto ao campesinato insurgente.

As participações Anarquistas nas 12 Internacionais Socialistas como rápida analise de participação Anarquista no solo que se pisa, que se compreende e da qual somos parte integrante

A 1º Internacional é a casa Anarquista, nossos métodos;
Na 2º Internacional somos a oposição permanente contra o Partido Politico seja na mascara que vier;
Na 3º Internacional somos o exercito insurgente e a teimosia Malastestiana;
Na 4º Internacional somos o espaço em convite ao debate aos Marxistas libertários;
Na 5º Internacional somos aqueles que entram para trabalhar no Estado e em suas secretarias;
Na 6º Internacional somos militantes buscando espaço politico;
Na 7º Internacional somos poetas que se lançam em apoio direto ao movimento social;
Na 8º Internacional somos editores de blogs, sites e textos na moderna estrutura mundial de comunicações;
Na 9º Internacional somos o nosso próprio engano em acreditar nas eleições e voltar depois junto ao com o EZLN na Utopia Libertaria da Internacional Zapatista;
Na 10º Internacional somos apenas os eleitores de esquerda, no continente de esquerda da Internacional Populista;
Na 11º Internacional somos de novo o Cristianismo Libertário  abrindo os olhos de quem não quer enxergar;
Na 12º Internacional voltamos em insurgência com o Autonomismo do Comunismo Monetário.



PROLETARIADO, CLASSE TRABALHADORA, OPERARIADO

O Proletariado é uma classe social de desprovidos das riquezas, são aqueles que só tem os filhos na vida e para sustentar a sua família este se vê obrigado a vender o seu único bem (produto), que interessa a burguesia (classe patronal), a sua "Força de trabalho", se transformando numa classe produtora de toda as riquezas da sociedade, conhecida por classe trabalhadora.
Esta classe trabalhadora tem um seguimento urbano que produz toda a riqueza na sociedade industrial e tecnológica, e é conhecida por operariado.
É este seguimento de classe que chamou a atenção dos primeiros ideólogos do socialismo.

SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO

Com as garras do sistema capitalista sobre a carne do proletariado, que este sujeito social sente a necessidade de enfrentar o seu predador.
Como resposta o proletariado organiza as primeiras associações livres de trabalhadores, conhecidas hoje pelo nome de sindicato.
Estes sindicatos começão a se alastrar por todo o mundo do trabalho e começão a ser a pedra do estilingue contra aqueles que oprimem e exploram o proletariado.
O movimento sindical começa a crescer e estes sindicatos começão a se opor violentamente contra o sistema, propondo uma mudança radical na gestão da produção, questionando o maior pilar do sistema a "propriedade privada" dos meios de produção.
Com bandeiras de lutas que solapava o sistema de exploração, estes sindicatos avançavam em direção a uma sociedade socialista, propondo que os sindicatos seriam os novos gestores da sociedade dos trabalhadores.
É também neste momento que surge duas forças politicas em destaque na "luta de classes": O Anarquismo e o Marckcismo.

SINDICALISMO HOJE

Com o avanço do fascismo o movimento sindical sofre suas principais perdas.
Os estados fascistas legalizam os sindicatos e jogam na ilegalidade os sindicatos revolucionários.
O operariado se vê num período de recesso, tendo que buscar novas formas de se organizar, como por exemplo promovendo centros de cultura sociais, escolas livres e associações diversas.
Em São Paulo não foi diferente a FOSP (Federação operaria de São Paulo), que abrigava vários sindicatos de categorias e sindivarios, foi colocada na ilegalidade, seu patrimônio foi "tomado" pelo estado novo e os Anarquistas tiveram que buscar outras formas de se organizar criando o CCS (Centro de Cultura Social), como forma de resistir.
O Sindicalismo desde o Estado Novo, agora é atrelado ao estado, cabendo as forças politicas que quisessem se organizar, se organizarem em tendências dentro do sindicato.
Com a abertura democrática  surge muitos movimentos sociais pelo pais e surge novamente a oportunidade de se organizar novamente em sindicatos livres.
No Brasil os Anarquistas investem no movimento de reativação da COB (Confederação Operaria do Brasil) e os Marxistas investem na ampliação das tendências sindicais dentro dos sindicatos.
Surgem outras forças políticas no cenário nacional como por exemplo a Teologia da Libertação, que investe em movimentos sociais com caráter de sindicatos livres como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), MTD (Movimento dos Trabalhadores Desempregados), MTST (Movimento dos trabalhadores Sem Teto) e de outras categorias de trabalhadores, imprimindo a estes uma luta direta, aproximando em muito do sindicalismo revolucionário.

RESISTÊNCIA POPULAR

Com esta grande demanda de Movimentos Sociais que muitas vezes pisavam um no Pé do outro por questões ideológicas que dividiam o proletariado, surge novas demandas de organização e formação política.
Muitos visionários dos Movimentos Sociais compreendem que é nesceçario construir perspectivas comuns, como: "Construir uma Coordenação Solidaria de Lutas".
É neste processo de construção que surge a necessidade de uma unidade na ação com uma ampla solidariedade de classe, com a perspectiva de atacar novamente seu predador, unindo as lutas sociais.
Somente coordenados que estes movimentos sociais podem solapar o poder burguês, construindo e avançando com o "Poder Popular".
Este processo de construir uma unidade na ação, entre os movimentos sociais é de construir uma etapa de Resistência Popular, para avançar a luta dos trabalhadores.
Então estamos chamando este processo de construção de "Resistência Popular".

AUTOGESTÃO COMO OBJETIVO

Somente resgatando o Sindicalismo Revolucionário, podemos avançar com o Poder Popular dos explorados e oprimidos.
O Sindicalismo Revolucionário prega pela pratica da expropriação dos meios de produção que estão sobre o controle da classe exploradora (A Burguesia), para passar este a gestão coletiva e comum dos trabalhadores pelos trabalhadores.
Os direitos trabalhistas são bandeiras táticas do movimento, devendo sempre apontar o caminho da luta de classes.
Somente organizados os trabalhadores conseguirão derrubar o "modulo de produção capitalista" e implementar a Autogestão Sócio-econômica, gerindo a produção, a distribuição, o consumo e os serviços sociais, que a demanda social da produção de riquezas possa se transformar em uma economia solidária.

SINDICATOS LIVRES E TENDÊNCIAS SINDICAIS

Para chegar neste estagio, o proletariado tem que travar um debate tático de unidade ou flexibilidade, sobre sindicatos livres e a organizações de tendências sindicais que atuam nos sindicatos atrelados ao Estado.
Nos da Frente Operaria optamos em construir e participar de sindicatos livres, na Frente Camponesa atuamos junto ao MST e na Frente Operaria atuamos na FOSP/COB/AIT.
Estamos construindo e contribuindo com o sindivarios na seção do Alto Tietê, estamos otimistas por este sindicato ser formado de jovens Anarquistas, mais pessimistas por este ter poucos operários aderidos.
Mas a seção é nova não tem um ano de formação e temos muito a construir.

SINDIVARIOS SEÇÃO DO ALTO TIETÊ

Hoje a seção Alto Tietê conta com trabalhadores de diversas categorias como: professores, servidores públicos (PMSP), operários de fabricas e desempregados, contando ainda com estudantes.
A nossa organização está organicamente coordenada por uma gestão descentralizada e estabelecendo comissões gestoras de acordo com as necessidades e conforme as circunstancias  sendo a tesouraria, imprensa e secretaria permanentes.

FRENTE OPERARIA
Apoiando a seção do Alto Tietê do Sindivarios/FOSP/COB/AIT.
Observação: Não estamos mais na FOSP


7º - 1º ENCONTRO PRÓ-FEDERAÇÃO ANARQUISTA DE SÃO PAULO
26 e 27 de julho de 2008 (Fundação da FASP)


Com muito otimismo, o Núcleo Pró-FASP da capital realizou seu:

1º ENCONTRO PRÓ-FEDERAÇÃO ANARQUISTA DE SÃO PAULO


Foram mais de 150 solicitações de inscrição: pessoas de 28 cidades do estado de São Paulo e de 7 outros estados. Compareceram e participaram 75 inscritos, mais 3 que não quiseram ou se negaram a se inscrever. Ao todo foram 78 participantes mais os 3 organizadores e 2 militantes da FARJ. Totalizam assim 83 as pessoas que fizeram parte do encontro. Destes, havia pessoas de 18 cidades do Estado de São Paulo: São Paulo, São Jose dos Campos, Rio Grande da Serra, Santos, Piracicaba, Ribeirão Preto, São Caetano do Sul, São Carlos, Diadema, Ferraz de Vasconcelos, Santo André, Sorocaba, Guarulhos, São Bernardo do Campo, Campinas, Osasco, Americana, Anhanguera; e 7 estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Ceara, Paraná, Distrito Federal, Goiás e Espírito Santo.

O encontro foi excelente, conseguindo cumprir todos seus objetivos de iniciar as discussões para a formação de uma organização especifista anarquista no estado de São Paulo – a FASP. As exposições e os debates caminharam bem, assim como os encaminhamentos.

Abaixo, um relato das exposições e debates ocorridos, mais uma pesquisa com o perfil dos participantes e alguns de seus depoimentos. Colocamos abaixo, também, o “Manifesto Pró-FASP” e a “Carta de Apresentação do Encontro”.

* * *

Foi distribuído na entrada do Encontro um KIT aos 83 participantes contendo a “Carta de Apresentação do Encontro”, as pautas, o “Manifesto Pró-FASP”, o boletim n° 02 do Centro de Cultura Social Antonio Martinez (CCS-AM), uma entrevista com a Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ) e um Libera que é o boletim oficial da FARJ.

Foi realizada a abertura com a leitura da “Carta de Apresentação” e feita a apresentação do Núcleo Pró-FASP da capital.

A FARJ foi presenteada pelo Núcleo Pró-FASP da capital, com cartazes das comunas do MST, jornal do MST e com um produto das Cooperativas da Reforma Agrária que os trabalhadores Rurais Sem Terra, conquistaram na LUTA!

PRIMEIRA PAUTA: FARJ CONTRIBUINDO COM O DEBATE PRÓ-FASP

A apresentação da primeira pauta foi feita pelos convidados do Núcleo Pró-FASP: a FARJ.

A FARJ iniciou sua exposição com um breve histórico “de onde saiu a FARJ”, passando pela militância de Ideal Peres, CEL, CELIP, até a fundação da FARJ.

Foi dito sobre o ANARQUISMO SOCIAL E BUSCA DA RETOMADA DO VETOR SOCIAL do anarquismo. O que é anarquismo, justificando-o como uma ideologia que surge no seio da luta de classes do século XIX e que busca se formar a partir das aspirações dos trabalhadores da época. Pontuando que enxergam a ideologia como algo que nasce da prática do movimento operário daquele momento e, a partir de Proudhon começa a tomar forma e se consolida em Bakunin. Desenvolvem a interpretação de perda do vetor social, justificando para esta perda o contexto social da época (do inicio do século XX até a década de 1930) e o contexto do próprio anarquismo: a mistura dos âmbitos social e político e a conseqüente falta de organizações específicas de anarquistas.

Foi falado da importância da ORGANIZAÇÃO POLÍTICA ANARQUISTA. Sobre a concepção da organização específica anarquista, conceito, trabalho como minoria ativa, etc.

Foi explicado qual é a função desta organização, que é a atuação nos movimentos como agente catalisador da mudança. Explicado como a organização constitui uma força social dentro dos movimentos sociais para afastar as ameaças (burocracia, partidos, etc.). Além disso, foi tratado dos princípios que a FARJ tem hoje repensando como eles interagem com outros princípios que este modelo (especifista) de organização preconiza (unidade teórica e ideológica / unidade estratégica e tática, além da responsabilidade e autodisciplina).

Foi tratado das funções da organização: produção e reprodução de teoria / ideologia; promoção do trabalho e inserção social (com a criação e a interação com os movimentos sociais); e descrição do seu funcionamento interno, em linhas gerais (com círculos concêntricos, etc).

Foi falado dos trabalhos com as publicações ideológicas (com função política e social), criação/desenvolvimento de espaços públicos e atividades culturais; e como isso contribui taticamente com a estratégia.

Foi falado da NECESSIDADE DE ESTRATÉGIA, TÁTICA E PROGRAMA. Desenvolveram o conceito de estratégia, tática e programa. Explicaram como isso se dá na prática, como isso funciona na organização específica e como isso interage com os movimentos sociais.

Foi falado das RELAÇÕES DA ORGANIZAÇÃO ESPECÍFICA ANARQUISTA COM OS MOVIMENTOS SOCIAIS. Desenvolvendo o assunto das relações entre a organização anarquista e os movimentos sociais, em seguida como pensam que para caminhar no sentido da revolução social, o caminho é a organização popular com o objetivo de constituir uma força social do povo que possa fazer frente ao capitalismo. Trataram do porque acreditam que a mudança só pode acontecer com o concurso dos movimentos sociais. Além disso, desenvolveram como esses movimentos devem funcionar (ação direta, democracia direta, combatividade, autonomia, etc.), colocando que estes não devem caber dentro de uma ideologia, mesmo que a anarquista.

Foi colocada a diferença entre minoria ativa e vanguarda, dos níveis de atuação, as diferenças com o leninismo, a necessidade mútua entre político e social (como um desenvolve o outro e vice-versa), o que se trata no político e o que se trata no social, como funcionam os círculos concêntricos, etc.

Finalmente, foi visto como a interação a organização política com os movimentos sociais pode funcionar como tática para a estratégia que buscamos desenvolver.

Foram dados exemplos práticos e contado toda a experiência atual no Rio de Janeiro detalhando um pouco o que a FARJ teve ou tem hoje de experiências práticas: CELIP, Petroleiros, Biblioteca Social Fábio Luz, padaria comunitária, Centro de Cultura Social do Rio de Janeiro e atividades comunitárias, trabalho com as ocupações urbanas, Frente Internacionalista dos Sem Teto, Movimento dos Trabalhadores Desempregados, Núcleo de Pesquisa Marques da Costa, Núcleo Germinal e atividades agroecológicas, atividades no campo cultural: simpósios, colóquios, pedagogia, etc., e publicações como Libera, Protesta e livros.

Assim a FARJ contribuiu com o debate do Núcleo Pró-FASP da capital! Agradecemos os companheiros Rafael V. e Gabriel.

SEGUNDA PAUTA: POR QUE INSERÇÃO SOCIAL ?

A segunda pauta foi apresentada pelo Núcleo Pró-FASP da capital.

Foram apresentados os temas:

CONCEITO DE INSERÇÃO SOCIAL. Poderíamos dizer que inserção social, é a “participação ativa nos movimentos sociais”.

E POR QUE INSERÇÃO SOCIAL?

Visto que alguns companheiros não entenderam a orientação tática da inserção social, acreditamos ser importante aprofundar o tema. Por exemplo, há companheiros que nos dizem que já têm inserção social porque são membros da sociedade ou porque participam de um grupo “X”.

O que estamos dizendo é que isto não é inserção social. Ser membro de uma sociedade de classes significa aceitá-la ou lutar contra ela. Portanto, não entendemos a sociedade como algo homogêneo ou uniforme, mas sim uma sociedade dividida em classes. Portanto, quando pensamos em lutar e pensamos em transformar a sociedade de classes, temos que falar em inserção social. A inserção social traz obrigatoriamente a discussão de classe para o anarquismo e a partir deste conceito se pensa que a atuação em movimentos sociais deve buscar “devolver o anarquismo ao povo pobre”. Ou seja, para nós é imprescindível que o anarquismo tenha contato com os meios populares em que a luta de classes é mais evidente. Isso não significa afirmar que pretendemos transformar cada pessoa em anarquista, significa, igualmente, devolver a pratica da ação direta, autogestão dos meios de produção, ajuda mutua/solidariedade de classe, que lhes foram outrora roubadas.

Um grupo “X” não tem inserção social quando não desenvolve suas atividades junto à classe que é oprimida e explorada, e que está em luta!

POR QUE TÁTICA?

Visto que a tática é condicionada dentro de uma estratégia anarquista, e entendendo o que é o processo revolucionário, nos orientamos taticamente pela inserção social em VÁRIOS NÍVEIS e FRENTES.

Foi debatido O QUE SÃO AS FRENTES DE INSERÇÃO SOCIAL. Elas são a denominação do lugar onde se está inserido, e que pode ser representada pelo sujeito social, como juventude libertária aos estudantes, sem terra aos camponeses, indígena para quem é ou desenvolve trabalhos com os povos originários. Pode também representar o nome de uma frente como o sindicalismo para o trabalho junto aos trabalhadores ou movimento comunitário para designar as ações com moradores de uma determinada comunidade. No entanto, o Núcleo não tem nada ainda estabelecido sobre isso.

Foi debatido POR QUE FRENTES DE INSERÇÃO SOCIAL. Entendemos que não estamos mais no inicio do século XX que o sindicalismo era a única expressão da luta de classes e que hoje esta se encontra em muitas frentes. Não nos opomos ao sindicalismo revolucionário, mas acreditamos que devemos somar outras lutas a ele. Além disso, não entendemos o sindicalismo como a defesa abstrata de princípios, como fazem alguns companheiros, mas um processo que necessita somar as forças em luta e entender as frentes e os níveis de lutas que se constroem na luta de classes, separando os níveis social do político e ideológico, dando mais clareza e definição a cada um deles.

Se hoje uma “minoria ativa”, se orienta por esta prática tática da inserção social, é porque acreditamos que há muito espaço para nossa participação ativa nos movimentos sociais, sendo eles um campo fértil para nossas metodologias libertárias tais como:
- ação direta;
- horizontalidade;
- participação;
- delegação;
- federalismo.

Foi debatido POR QUE NIVEIS DE INSERÇÃO SOCIAL. Para entender os níveis é necessário entender o processo de transformação social e a construção de uma força capaz de dar respostas e esta transformação social, através das conquistas que se dão nas lutas sociais.

Por exemplo:
1*) O nível ideológico: é o nível do debate estratégico onde os anarquistas traçam seus programas para os níveis e frentes.
2*) O nível jurídico: entendemos que em uma sociedade dita “de direito” é uma sociedade que só reconhece entidades jurídicas, por exemplo como entidade jurídicas no anarquismo de São Paulo temos o CCS-SP ou nos movimentos sociais, suas entidades de base. Na pratica: é um nível tático e uma atividade representativa, que pode ser criada como o CCS-AM ou reivindicada como um sindicato, grêmio, associação de moradores...
3*) O nível social: é o nível das lutas sociais onde, na luta de classes, o povo amadurece e começa a entender o processo revolucionário. Este é um nível participativo onde se materializam as ações em um movimento. Pode ser uma frente ou várias frentes juntas, pode ser criado, como a REDE PERIFERIA, ou pode receber a participação, em caso de um movimento que já exista, como o MST. No nosso exemplo: Na frente comunitária, estamos criando a Rede Periferia, da qual o CCS-AM é um núcleo. Na frente camponesa criamos a Tendência Filhos de Toda Terra, que atua em apoio ao MST.
4*) O nível econômico: é o nível da atividade necessária à sobrevivência. Pode ser desenvolvido na criação de cooperativas ou na resistência do sindicalismo aos patrões. Na prática, este é o que chamamos de segunda parte da luta de classes, quando a luta começa a dar seus frutos e começa a dar certo, como o exemplo o MST, depois que conquista um assentamento, o povo começa a entender o processo e começa uma nova fase, a econômica, que vem junto com uma velha proposta anarquista. “as cooperativas de produção e consumo” e a coletivização das terras.
5*) O nível segurança: foram, no exemplo da historia do anarquismo, as milícias da Federação Anarquista Ibérica, a OPR 33 da Federação Anarquista Uruguaia, e o exército makhnovista da Ucrânia. Na prática histórica, num processo em que a classe oprimida é explorada e começa a “construir-se como força”, a classe privilegiada contra-ataca com a sua força, e é necessário dar respostas para sobreviver.

Foi debatido O QUE É TRABALHO SOCIAL. Este é o trabalho militante realizado nas frentes, são exemplos, entre outros:
- Organização Social; - Organização econômica; - Formação Política; - Educação; - Comunicação; - Cultura; entre outras...

Foram apresentadas as atividades que o Núcleo Pró-FASP da capital promove; como a Tendência Filhos de Toda Terra – MST; o CCS-AM; UNILIVRE JAIME CUBERO; a Rede Periferia, a Rede de Solidariedade Entre os Povos, e a escola de arte e ofícios Maria Lacerda de Moura.

TERCEIRA PAUTA: ORGANICIDADE

A terceira pauta também foi apresentada pelo núcleo Pró-FASP da capital, incluindo o debate sobre história das organizações especificas anarquistas, solicitado por um dos participantes. Foi debatida a existência de grupos de afinidade desde a década de 1930 e de grupos que se decretavam publicamente anarquistas desde a década de 1980, quando ressurgiu o Centro de Cultura Social e o movimento de reativação da COB. Em 1990 alastram-se grupos específicos anarquistas por todo o país que oscilavam entre o especifismo e o sintetismo, e inúmeras tentativas de se formar federações sintetistas que naufragaram, sendo a ultima em 2000.

Falou-se do nascimento da 1ª OSL em 1996, que simbolizou a 1° federação especifista a nível nacional.

Em seguida foi debatido, com explicação do método de Bakunin dos círculos concêntricos, e como a FARJ o utiliza. Para os círculos ideológicos foram apresentadas as estruturas de militantes apoio, militantes e o processo de aproximação e entrada de militantes na organização. Para os círculos sociais, foram apresentas as estruturas de movimentos sociais, agrupamento de tendência e da organização específica anarquista, explicando como se dá a influência do anarquismo nos movimentos sociais e como acontecem os agrupamentos de tendência que não são ideológicos e buscam agrupar os militantes que defendem posições semelhantes nos movimentos sociais (perspectiva revolucionária, ação direta, democracia direta, etc.).

Também foi apresentado o federalismo como método e forma de organização político-ideológica, mostrando como funcionam as instâncias deliberativas (núcleos, conselhos, congressos) e executivas (secretarias como formação política, comunicação, articulação). Falou-se também da experiência histórica com prós e contras do método federativo que, entre outras, implica no conhecimento dos métodos de participação, horizontalidade, delegação, método decisório e ética militante.

No momento, temos um Núcleo na capital e pensamos que para formar um ou mais Núcleos Pró-FASP, sejam necessários 3 militantes que tenham afinidade com o especifismo e que se proponham em debater programa, princípios, organicidade e práticas de inserção social, iniciando em sua cidade uma militância com trabalhos sociais.

Em seguida foi apresentada a proposta do Núcleo Pró-FASP, para a criação de uma instância de apoio à Pró-FASP.

QUARTA PAUTA: NOVOS ENCONTROS E CONSTITUIÇÃO DO GRUPO DE APOIO

A quarta pauta foi apresentada pelo Núcleo Pró-FASP da capital. Foi debatido que o Núcleo Pró-FASP da capital se responsabilizaria com os interessados no interior e no litoral de formar Núcleos Pró-FASP em suas cidades, e que na medida do possível levaria novos encontros a estas cidades onde tiver se formando novos núcleos.

Foi decidido então criar um grupo de apoio que cobrisse a região da grande metrópole e que outras pessoas do interior e litoral poderiam também participar, até construírem seus próprios núcleos. Foi agendado assim local, horário e pauta do grupo de apoio. A idéia é continuar as discussões e, aos poucos ir construindo a FASP. Será um processo longo de debates, de confronto das idéias com a prática e das práticas com as idéias. O processo seguirá com calma, porém de maneira consistente.

O encontro contou com uma banca de materiais anarquistas a venda como: livros, revistas, jornais, dvd's, cd's, boton's, camisetas, entre outros. Também contou com a venda de lanches trazidos pelos companheiros do Ativismo ABC.

Que avancem o debate programático e as praticas libertárias!
Pela construção da Pró-FASP!
Que novos encontros aconteçam!

Núcleo 1º de Maio / FASP.

* * *


Estatística Faspiana da Fundação
SOBRE O PERFIL DOS PARTICIPANTES

O resultado do perfil dos participantes está colocado a seguir. Não foram todos os participantes que responderam, portanto, a soma dos números não tem relação com o total de participantes. Os dados totalizam os participantes que responderam cada uma das questões.

1) Que não participa de grupo anarquista: 35 participantes
Que participa de grupo anarquista: 20 participantes

Dos que participam de grupos:

M.A.P., CCS-AM, Filhos de Toda Terra, G..R.A.V.I.D.A., Juventude Libertaria, R.A.V.E., Coletivo Cultural Revolta, S.E.M., Ativismo ABC, Fenikso Niegra, freqüentadores do CCS-SP, Casa da Lagartixa Preta, G.R.M.L., C.A.V.E., COBASE, Grupo de Estudos, Gang Punk, Faísca Publicações, FARJ, A.C.R., G.E.L.C., Organização Resistência Libertaria, Desarme a PM (Banda e Fanzine), Index Librorum Prohibitorum.

2) Que não participa de nenhum movimento social: 35 Participantes
Que participa de algum movimento social: 15 Participantes

Dos que participam de movimentos:

Fórum Centro Vivo, Sindicato dos Metalúrgicos, Movimento Sindical, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Movimento de Educação, Grupo Homossexual Dignidade, APEOESP, Movimento Passe Livre, Movimento Comunitário, Movimento Negro, Movimento de Mulheres, Movimento Feminista, Movimento Indígena, Centro de Mídia Independente, Movimento Camponês, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Movimento Ecológico, Movimento de Ocupação Urbana, colaboradores do Geenpeace e vegans.

3) Que não conheciam a proposta de organização especifica anarquista: 10 Participantes
Que conhecem a proposta de organização especifica anarquista: 45 Participantes

4) Que não conheciam a diferença entre as propostas de organização anarquista (especifismo e sintetismo): 20 Participantes
Que conheciam a diferença entre as propostas de organização anarquista (especifismo e sintetismo): 35 Participantes

5) Que tem identidade com a proposta especifista: 22 participantes

6) Que tem inserção Social: 25 participantes
Que não tem inserção Social: 05 participantes
Que gostariam de ter inserção Social: 20 participantes

Dos que realizam trabalhos militantes:

Mobilização, Educação, Cultura, Comunicação, Formação Política, Organização de Gênero, e Outros Trabalhos...

7) Que está interessado em montar um Núcleo Pró-FASP ou participar de um: 35 participantes

8) Que ficou sabendo pela Internet: 35 participantes
Que ficou sabendo por amigos: 35 participantes
Que ficou sabendo de outra maneira: 00 participantes

9) Que está interessado em realizar em sua cidade do interior e litoral de São Paulo um encontro Pró-FASP: 15 participantes

10) Que deixaram um depoimento para o Encontro: 25 participantes

10 Depoimentos selecionados:

“Bom, sou um jovem anarquista muito interessado em ajudar a construir uma organização libertária que ande ombro a ombro com o movimento social. Com unidade ideológica, unidade pratica, responsabilidade e autodisciplina.”

“Amigos de São Paulo, com muita alegria vejo o ideal libertário e anarquista se estabelecer em uma frente que fortalecerá nossas forças dentro de outras organizações e correntes, minando, aos poucos, as influencias bolcheviques que há tanto tempo atrapalham a luta pela emancipação humana através de seus autoritarismo, que leva à burocratização em que tantos sindicatos se encontram hoje. Pela horizontalidade, participação direta, e pela construção do federalismo em nossa sociedade. Viva a FASP.”

“Temos que travar uma luta inexorável pela REFORMA do latifúndio da terra (fundiário), do latifúndio do saber (acadêmico/eurocêntrico) e do latifúndio do espectro magnético (midiático)”

“É engraçado que quando comecei a tentar compreender a idéia anarquista, eu mesmo achava algo impossível, já tinha um pré-conceito antes de conhecer, mas tendo algumas experiências com alguns militantes de partidos que dizem lutar pela liberdade e igualdade aqui na minha cidade, que ambas as visões têm um objetivo de estar no poder, seja qualquer preço, então me perguntava como estes que falavam que estavam do lado dos oprimidos agiam de forma preconceituosa e já errônea, já que eles vêm os cidadãos de cima para baixo. Eu percebi que por mais que fosse utopia para uns, a idéia libertaria (que não é verdade), realmente ela busca uma forma de mudança legitima. Após isso me interessei ainda mais a idéia anarquista, mas há muito a ver e apreender.”

“No momento não participo de nenhum movimento social e nem conheço muito sobre a Pró-FASP, penso que essa seria uma ótima oportunidade para conhecer já que será o primeiro encontro. Comecei a me interessar pelo ideal anarquista e obter informações dentro dos CCS, tenho muito interesse nesse tipo de assunto, mas como já citei não participo de nenhum movimento social ou organização e não tenho experiência com organizações. Assim, penso ser essa uma ótima oportunidade de conhecer e me empenhar neste ideal.”

“Vejo que a direita e os capitalistas são muito unidos,a maior prova disso é que nosso governo é de direita. Nós anarquistas e grupos sociais de esquerda precisamos nos unir,todas as células precisam formar um organismo vivo e ativo.”

“A todos que aqui participarem: Mantenham sempre a sinceridade em relação ao ideal anarquista.”

“Fico feliz com a iniciativa de organização deste encontro e espero que a partir dele possamos ampliar nossa rede, estudos, organização e prática.”

“A organização anarquista deve surgir assim como o anarquismo, através da necessidade e da afinidade dos indivíduos, funcionando como um catalisador da revolta gerada pela exploração e manipulação do povo e de suas organizações populares.”

“Há uma necessidade de nos organizarmos, pois o mundo se encontra submerso em um mar de alienação sustentada por este sistema cruel racista e sanguinário, cujo o único sentido está em lucrar sobre o sangue de inocentes. Vamos nos organizar e lutar.”

11) Que solicitaram alojamento: 25 inscritos
Que usaram o alojamento: 10 participantes

12) Que conhecem nossos convidados da FARJ ou ouviram falar: 25 participantes

13) Que estão participando dos debates por internet de princípios, organização, programa e práticas de inserção social: 10 participantes

14) Que conhece alguém que tenha afinidade com a proposta: 30 participantes

15) Que fez uma critica construtiva sobre o movimento anarquista de São Paulo: 30 participantes

10 Críticas selecionadas:

“A total falta de discussão dentro das diferentes propostas de organização devem ser superadas pela necessidade imediata de inserção nos movimentos de massa.”

“Que haja mais dialogo e respeito entre os grupos e ou indivíduos. Respeito a diversidade e opções que cada um faz sobre como cada um prefere lutar. Não há um só caminho para o anarquismo, mas sim múltiplos, e cada um se completa.”

“Um movimento que tem tudo para crescer, pois há realmente pessoas capacitadas. Talvez ainda seja pequeno, mas com um núcleo forte com idéias grandes, capaz de se desenvolver através de troca de informações.”

“No meu ponto de vista não há “movimento anarquista” em São Paulo. Há tentativas de criar um núcleo ou movimento anarquista. Mas todos sem sucesso.”

“Passamos por muitos problemas, principalmente problemas de ego, e isto atrapalha muito. Perdemos mais tempo brigando entre nós, do que contra aqueles que devem ser combatidos. Precisamos criar fóruns de discussões com mais freqüência.”

“O Movimento Anarquista em São Paulo está praticamente na mão de movimentos “político-musicais”. Nada contra punks (só não se pode resumir anarquismo a isso), e a FOSP (anarco-sindicalista) a meu ver perdeu muito de sua força e características históricas. Não querendo desmerecer o trabalho de ninguém, ainda mais eu que não tenho militância alguma mas não se pode reduzir um movimento que exige inserção social em vários âmbitos ao sindicalismo, que as vezes cai em propostas reformistas, necessárias muita vezes porem que acabam se tornando fins e não meios. (Perdão por ultrapassar o limite de linhas mas não consegui resumir se quiserem cortar algo vou entender completamente).”

“Bem vejo muita fofoca e pouca solidariedade no movimento, muitas vezes o meu coletivo (CAVE) e muitos companheiros de luta como por exemplo o Moésio, foram atacados por pessoas do movimento que nunca nos perguntaram como se dava a luta aqui na baixada. Esperamos que com este encontro e outros do tipo isto se resolva, pelo menos entre aqueles de boa vontade.”

“Infelizmente há muita descontinuidade nos trabalhos e organizações anarquistas em São Paulo desde final dos anos 1980 e muita divisão entre as correntes e grupos.”

“Assim como em diferentes lugares, a proposta anarquista tem sido depreciada enquanto viabilidade política de enfrentamento ao Estado e ao Capital. Aparentemente São Paulo demonstra ser um local de muitas tendências que divergem quanto as estratégias e táticas para se alcançar isso (as que tem pelo menos) isso é comum em todos os cantos. Entretanto, o que não se pode é impedir, associar e enfatizar a falta de comprometimento daqueles que reivindicaram um anarquismo social, organizado e comprometido com uma concepção social de transformação.”

“O movimento é composto por vários grupos e indivíduos, que desenvolvem trabalhos valorosos dentro de suas especificidade, porém acredito que existe muita falta de respeito e generalizações, principalmente com nós que somos anarco-punks.”

* * *

MANIFESTO PRÓ

FEDERAÇÃO ANARQUISTA DE SÃO PAULO

A proposta de discutir a possibilidade de construção da Federação Anarquista de São Paulo (FASP) surgiu a partir de uma analise da conjuntura dos movimentos sociais e dos grupos que se identificam como anarquistas.

No Brasil, na maioria, o que temos até o momento são grupos de propaganda anarquista se articulando com grupos e indivíduos também anarquistas. O campo de atuação dos grupos anarquistas de São Paulo não difere desta realidade nacional.

Existe uma minoria ativa que é exceção no contesto nacional atual (pós-ditadura militar), a qual está retomando as atividades dos companheiros da primeira metade do século XX, com participação ativa nos movimentos sociais. (MST, MTST, movimento estudantil, movimentos comunitários, movimentos étnicos, movimento sindical).

Partindo da iniciativa de militantes anarquistas agindo nos meios sociais (por dentro), muitas vezes isoladamente, sem uma estrutura orgânica dando apoio, que surge a proposta de uma organização especifica (anarquista) federativa. Desde a “abertura brasileira” os anarquistas se mantiveram no resgate da memória do movimento e na propaganda. Tudo ligado a pesquisas e muitas vezes a trabalhos acadêmicos. Queremos contribuir na retomada da prática junto aos movimentos sociais, que até o momento, em sua grande maioria, está aparelhado pelas organizações partidárias.

Pensamos que essa referencia histórica (atrasos) e discussão dessa referencia, não condiz com a realidade. Hoje, nós, enquanto anarquistas, já temos uma identidade local e não mais como uma idéia trazida pelos imigrantes europeus no fim do século XIX. Temos nossas próprias referencias de luta por libertação (quilombos, revoltas indígenas, canudos ...) e de resistência (lutas indígenas na preservação de sua cultura e território, remanescentes de quilombos, favelas, movimentos de trabalhadores rurais sem terra, movimento de trabalhadores sem teto).

A proposta de criação da Federação Anarquista de São Paulo (FASP) é estabelecer de forma organizada a atuação dos anarquistas nesses movimentos sociais.

Atenciosamente:

NÚCLEO PRÓ-FASP da Capital.

* * *


ENCONTRO PRÓ-FEDERAÇÃO ANARQUISTA DE SÃO PAULO
São Paulo, 26 e 27 de Julho de 2008


Evidentemente, organização significa coordenação de forças
com um objetivo comum, e obrigação de não promover
ações contrárias a este objetivo.
Errico Malatesta

Bom dia a todos!

Primeiramente, nós do Núcleo Pró-Federação Anarquista de São Paulo, ou FASP, gostaríamos de dar as boas vindas e agradecer a todos e todas que se inscreveram neste encontro.

Como já deve ser de conhecimento, nossa proposta é abrir a discussão para a constituição de uma organização anarquista no estado de São Paulo. Ao lançar a proposta de constituição da FASP, temos em mente um modelo para esta organização e algumas questões “de saída” que são consenso entre nós.

O modelo que escolhemos adotar é o modelo conhecido na América Latina como “especifismo”. Trazido do Uruguai, o termo “especifismo” refere-se a dois eixos fundamentais que marcam a atuação anarquista: a organização e a “inserção social”, baseados em dois conceitos clássicos do anarquismo, que são:

1. a atuação diferenciada nos níveis político (da organização anarquista) e social (dos movimentos sociais, sindicatos, etc.) – conceito de Bakunin.
2. a organização específica anarquista – conceito de Malatesta.

Os primeiros a utilizar este termo foram os companheiros da Federação Anarquista Uruguaia (FAU), apesar de se referirem a uma forma de organização que começou a ser desenvolvida no século XIX por Bakunin e que foi aprimorada posteriormente por Malatesta, Magón, Durruti, Makhno, FAU, entre outros. No Brasil Neno Vasco e José Oiticica, Jaime Cubero, Antonio Martinez e Ideal Peres, por exemplo, defenderam posições semelhantes.

Hoje, este modelo especifista desenvolve-se em oposição ao modelo “de síntese” ou “sintetista”, mais conhecido no mundo e adotado por organizações como a Federação Anarquista da França. No modelo sintetista, a Federação é uma organização que associa uma série de grupos federados, com algumas linhas gerais em que se baseiam os acordos desta associação e com autonomia completa dos grupos dentro da federação. Há múltiplas linhas teóricas e ideológicas e múltiplas linhas programáticas ou estratégicas. É um modelo em que cabem todos os tipos de anarquismo: anarco-individualismo, anarco-comunismo, anarco-sindicalismo, e todos os outros. O que pretendemos começar a discutir, não é uma organização sintetista, nestes moldes, mas sim uma organização especifista.

Voltando aos dois eixos da organização especifista, ou seja, organização e inserção social, podemos dizer que sabemos que eles não são defendidos por todas as correntes anarquistas. Sabemos que o anarquismo é bastante amplo e, por isso, abarca diversas concepções, muitas delas contraditórias.

O especifismo defende uma posição clara na polêmica histórica sobre a questão da organização e da prática anarquista, e é por isso que tem como seu primeiro eixo a organização. Em primeiro lugar, defende que os anarquistas devem organizar-se especificamente, como anarquistas, para então trabalhar com os movimentos sociais. Neste modelo organizacional, vale a idéia que, para se atuar com eficiência na luta de classes, é preciso que os anarquistas estejam organizados, no nível político e ideológico, como um grupo coeso, com discussão política e ideológica avançada, com uma estratégia bem definida, de forma que isso lhes dê força suficiente para atuar no âmbito das lutas, dos movimentos sociais.

A organização específica anarquista, que trabalha no âmbito político, atua no seio da luta de classes, nos movimentos sociais e populares, que constituem o âmbito social. Neste trabalho, os anarquistas, organizados como minoria ativa, influenciam-lhes o quanto podem, fazendo-os funcionar da forma mais libertária e igualitária possível. Organizados como um agrupamento específico coeso, os anarquistas constituirão uma força social muito maior e poderão funcionar como um elemento sólido de influência e persuasão que terá menos chance de ser “atropelado” por um partido de esquerda, por autoritários de qualquer estirpe, pela igreja, e outros indivíduos e grupos que tentam a toda hora usar o movimento social para seu próprio benefício.

O segundo eixo do anarquismo especifista é a inserção social. A idéia de inserção social está ligada àquela busca do vetor social perdido pelo anarquismo, quando este terminou por desligar-se da luta de classes e dos movimentos sociais. Com o episódio do afastamento dos anarquistas do movimento sindical no Brasil, ocorrido entre os anos 1920 e 1930, há uma perda desse vetor social do anarquismo que termina por organizar-se em centros de cultura, ateneus, escolas etc. A inserção social reforça a idéia de que os anarquistas devem buscar, além destes aspectos de reforço da memória e da promoção da cultura libertária, principalmente, ter um papel relevante na luta dos movimentos sociais e populares.

Muitos têm um pouco de receio com o termo inserção social por associá-lo ao velho “entrismo” da esquerda autoritária em movimentos para tentar aparelhá-los ou fazê-los funcionar em seu próprio benefício. Na realidade isso não é verdade; este conceito de inserção social dos anarquistas está ligado tão-somente, à idéia de retorno organizado dos anarquistas à luta de classes e aos movimentos sociais e uma atuação com ética – um dos princípios mais importantes neste modelo de organização. Não em um sentido vanguardista de lutar pelo movimento, mas defendendo a idéia da minoria ativa, que luta com o movimento. Neste caso, não há hierarquia e nem dominação do nível político em relação ao nível social, como querem os autoritários, mas há complementaridade; o político complementa o social assim como o social complementa o político.

Há algumas outras idéias que caminham junto com os conceitos apresentados acima. Por exemplo, a crítica à falta de organização de muitos anarquistas, propondo, para tanto, essa forma de anarquismo organizado, norteado pela concepção de organização específica anarquista explicada anteriormente. Há também uma clara oposição ao anarquismo individualista e à exacerbação dos egos, propondo uma forma de anarquismo comunista ou coletivista, que faz da liberdade coletiva seu norte estratégico e que, sem ela, considera impossível a liberdade individual.

Essa forma de organização opõe-se ao modelo sintetista, por acreditar que não funciona colocar uma série de indivíduos e organizações sob o “guarda-chuva” anarquismo, simplesmente realçando uma identidade em torno da crítica – pois geralmente só há acordo na crítica do Estado, do capitalismo, da democracia representativa – ou mesmo da sociedade futura; isso porque não há nenhum acordo ou unidade em termos organizacionais ou nas questões construtivas. Ou seja, não há uma posição clara em torno da forma de organização adequada, em torno do “como” atuar. Muitos anarquistas nem mesmo consideram a organização tão necessária e outros a acham até autoritária.

No modelo de organização especifista, defende-se a idéia de se trabalhar com unidade teórica e ideológica e unidade programática (estratégica), o que facilita enormemente o trabalho, com todos trabalhando no mesmo sentido. Nesta forma de organização, há também um papel preponderante para a questão da responsabilidade e do compromisso militante.

Não se trata de trazer uma proposta pronta, mas de algumas linhas pré-estabelecidas de um projeto de longo prazo que queremos desenvolver coletivamente. O propósito deste encontro é discutir e agregar pessoas que tenham interesse em iniciar um trabalho organizacional no sentido colocado acima e iniciar a construção desta organização em São Paulo.

A partir de então, a proposta será a discussão mais aprofundada sobre os moldes da organização, a elaboração de uma carta de princípios, a definição dos espaços de inserção e a apresentação para os novos companheiros dos trabalhos que já existem no Núcleo, a formulação de uma linha estratégica, dos conceitos, e a própria fundação da organização. Consideramos esta, portanto, uma forma de construção coletiva.

Esperamos que aproveitem e que gostem do encontro.

Pelo anarquismo como ferramenta de luta!
Pela organização dos anarquistas!
Pela Federação Anarquista de São Paulo!

Núcleo Pró-FASP da capital


8º Especifismo, Organicismo, Federalismo

A Organização Especifista Anarquista é o Núcleo Celular do Processo Revolucionário e o militante o elemento essencial do núcleo Revolucionaria no Nível ideológico.
A Tendência Libertária é a Célula do Organismo Revolucionário onde o Núcleo atua.
O Tecido Social é formado pelo Nível Social onde a Célula se materializa como o conjunto do Organismo Revolucionário formado por Frentes e Setores que se somam em um Movimento Social.
O Nível jurídico são os anticorpios (glóbulos brancos) produzido para a defesa e manutenção do Organismo Revolucionário.
O Funcionamento e gestão orgânica dos Organismos Revolucionários é feito pelo Nível econômico e auto-gestionário.
O Nível de segurança se constitui no setor estratégico do organismo capaz de pensar e agir na defesa do corpo orgânico da Revolução Social !

O Método Revolucionário

O Método Bakuninista:
O método do Partido Revolucionário de Bakunin, se aplica com a atuação dos militantes em Círculos Concêntricos, como em um Organismo em que cada parte tem sua função orgânica, onde existem células e estas internamente são compostas por um núcleo, como base deste Organismo.

O Método Revolucionário que se aplica nos níveis Táticos onde a Célula atua se constituem em uma metodologia.
São as metodologias Libertárias:
- A ação direta;
- A participação;
- A horizontalidade;
- A delegação.


O Organismo Revolucionário

O Organismo Revolucionário se constitui desta metodologia Libertária em uma Federação.
A Federação se constitui com núcleos Base no local onde a Célula atua.
Esta Federação especificamente Anarquista reúne os núcleos em um conselho de delegados entre congressos.
Estes níveis são as instâncias deliberativos da Federação, que também pode eleger uma instância executiva na essência da palavra.
A Célula se federa a outras construindo uma Tendência Libertária dentro dos Movimentos Sociais e promovendo e criando estes Movimentos Sociais.
Estes Movimentos atuam em Frentes Sociais como:
- Operarias;
- Camponesas;
- Indígenas;
- Estudantis;
- Comunitárias.

Estas Frentes se organizam na ação direta contra seus opressores e exploradores, como Movimento Social ou como Sindicalismo, ou União .... Constituindo uma Coordenação Solidária de Lutas e Resistência Popular, em um verdadeiro tecido Social do Organismo Revolucionário.
Somadas na Luta Direta estas Frentes Somam internamente Setores de organização e estes setores se constituem e se organizam em coletivos destas Frentes.
Estes podem constituir um ou mais níveis jurídicos como entidades e associações em defesa do Organismo Revolucionário.
Mas é a etapa de materialização das conquistas econômicas que constrói o nível econômico do Organismo Revolucionário, construindo Cooperativas Auto-gestionarias de: Produção, distribuição, consumo, troca e credito, estas fazem a gestão do Organismo Revolucionário.
Na historia para garantir suas conquistas os trabalhadores ou optavam pelo braço paternal do Estado ou constituirão eles mesmos o seu nível de assegurar a Revolução sem o controle do Estado, ou apitavam pela ditadura de Estado ou pelo Poder Popular dos Movimentos Sociais.
O nível de segurança se constituiria nas milícias de trabalhadores contra o Poder da Burguesia ou seja o Estado Nacional.

Princípios e debates sobre Programas e temas para Formação Política

Não há segredo no debate de princípios estes são os Objetivos Gerais Anarquistas em resumo da organicidade, e do debate programático feito pela formação Política.
Poderíamos dar alguns exemplos:
- Socialismo Libertário, Sindicalismo Revolucionário e Resistência Popular;
- Organização Social, Processo Revolucionário e Ruptura;
- Minoria Ativa, Luta de Classes e Poder Popular;
- Inserção Social, metodologias e praticas Libertárias;
- Corrente Libertária, campo de esquerda e Cenário Social;
- Vetor Social, Vertente Classista e Classe Ploletaria;
- Ética Militante, Compromisso Social e Solidariedade de Classe;
- Organização revolucionaria, Tendências e Movimentos Sociais;
- Individuo, Coletividade e Sujeitos Sociais;
- Áreas Liberadas (Comunas), Confederação e Internacionalismo.

Conceitos Programáticos

1) Objetivos Gerais: Visão do Caminho.
2) Objetivos Finalistas: Onde queremos Chegar.
3) Objetivos Estratégicos: Os obstáculos que temos que vencer.
4) Estratégia: O caminho a percorrer.
5) Tática: O meio de percorrer este caminho.
6) Metodologia: Os passos a serem dados.
7) Orientação: A sabedoria do caminhar.
8) Campo: Onde nos situamos.
9) Corrente: O Posicionamento.
10) Vetor: O Equilíbrio.
11) Vertente: O Corpo.
12) Partido: O Organismo Revolucionário.
13) Tendência: As Afinidades.
14) Sujeito Social: O protagonista.
15) Coletividade: De onde viemos para onde iremos.

Programa Conceitual

1) Objetivos Gerais: Anarquismo.
2) Objetivo Finalista: Socialismo Libertário.
3) Objetivos Estratégicos: Abolição do Estado e da propriedade privada dos meios de produção, consumo, distribuição e credito.
Implantação da Auto-gestão sócio-econômica.
4) Estratégia: Processo Revolucionário de Ruptura e avanço do Poder Popular.
5) Tática: Processo de Inserção Social em vários Níveis e Frentes.
6) Metodologia: Ação direta, Participação, Horizontalidade, Delegação e Federalismo.
7) Orientação: Analise de Conjuntura.
8) Campo: Esquerda.
9) Corrente: Libertária.
10) Vetor: Social.
11) Vertente: Classismo.
12) Partido: Organicismo/especifismo.
13) Tendência: Grupos de afinidades.
14) Sujeito Social: O individuo na sociedade.
15) Coletividade: Comunidade Participativa.

Materialização de Programas

1) O Mapa = Carta de Princípios.
2) A Cidade = Programa Geral.
3) A Entrada = Programa Político.
4) A Alto Estrada = Programa Estratégico.
5) A Sinalização = Programas Táticos.
6) 1, 2, 3, 4 ... passos = Carta Orgânica..


Redução da escala
- Programa tático (nível social),
Ex: Frente da Educação:

1) Objetivos Gerais: Construção de uma Coordenação Solidária de Lutas e Resistência Popular.
2) Objetivos Finalistas: Socialização do Conhecimento em beneficio da classe explorada e oprimida.
3) Objetivos Estratégicos: Resistência ao processo de privatização e sucateamento da Educação.
4) Estratégia: Movimento pela Democratização Universitária e pelo acesso a Universidade.
5) Tática: Grêmios, Conselhos, C.A., D.A, Cursinhos Populares, Extensão Universitária ...
6) Metodologia: ...

CONCEITO DE INSERÇÃO SOCIAL

Poderíamos dizer que em Resumo a inserção social, é a “participação ativa nos movimentos sociais”, e é quando o anarquismo se constitui como força política nestes Movimentos, sendo capaz de dar um norte a Luta de classes.

INSERÇÃO SOCIAL

Visto que alguns companheiros não entenderam a orientação tática da inserção social, acreditamos ser importante aprofundar o tema. Por exemplo, há companheiros que nos dizem que já têm inserção social porque são membros da sociedade ou porque participam de um grupo “X”.
O que estamos dizendo é que isto não é inserção social. Ser membro de uma sociedade de classes significa aceita -la ou lutar contra ela. Portanto, não entendemos a sociedade como algo homogêneo ou uniforme, mas sim uma sociedade dividida em classes. Portanto, quando pensamos em lutar e pensamos em transformar a sociedade de classes, temos que falar em inserção social. A inserção social traz obrigatoriamente a discussão de classe para o anarquismo e a partir deste conceito se pensa que a atuação em movimentos sociais deve buscar “devolver o anarquismo ao povo pobre”. Ou seja, para nós é imprescindível que o anarquismo tenha contato com os meios populares em que a luta de classes é mais evidente. Isso não significa afirmar que pretendemos transformar cada pessoa em anarquista, significa, igualmente, devolver a pratica da ação direta, autogestão dos meios de produção, ajuda mútua/solidariedade de classe, que lhes foram outrora roubadas.
Um grupo “X” não tem inserção social quando não desenvolve suas atividades junto à classe que é oprimida e explorada, e que está em luta, e não tendo força política junto a esta !

INSERÇÃO SOCIAL COMO TÁTICA

Visto o que é tática no conceito apresentado, vemos que a tática é condicionada dentro de uma estratégia anarquista, e entendendo o que é o processo revolucionário, nos orientamos taticamente pela inserção social em VÁRIOS NÍVEIS e FRENTES.

NÍVEIS DE INSERÇÃO SOCIAL

Para entender os níveis é necessário entender o processo de transformação social e a construção de uma força capaz de dar respostas e esta transformação social, através das conquistas que se dão nas lutas sociais.

1*) O nível ideológico:
Conceito: é o nível do debate estratégico onde os anarquistas traçam seus programas para os demais níveis e frentes.
Pratica: é o nível estratégico e político, que elabora os programas para os outros níveis.
Pode ser referencia deste nível um grupo, coletivo, federação ou partido.
Exemplo: No nosso caso os núcleos pró - FASP.
2*) O nível jurídico:
Conceito: entendemos que em uma sociedade que se declara de direito é uma sociedade que só reconhece entidades jurídicas.
Pratica: é um nível tático e ou uma atividade representativa, pode ser criado como o CCS AM ou reivindicado como um sindicato, grêmio, associação de moradores, cabendo aos Anarquistas garantir neste nível uma aplicação Estatutária que garanta a metodologia libertaria da Ação direta, de instâncias horizontais, de garantir a Participação Social, e construir a metodologia da delegação.
Exemplo: temos como entidade jurídicas no anarquismo de São Paulo o CCS SP ou nos Movimentos Sociais suas entidades de Base.
3*) O nível social:
Conceito: é o nível das lutas sociais onde na luta de classes o povo amadurece e começa a entender o processo revolucionário.
Pratica: é o nível participativo onde se materializa as ações em um movimento, pode ser uma frente ou varias frentes juntas, ser criado, como a REDE PERIFERIA ou participar de um que já exista como o MST.
Exemplo:
- na frente comunitária: estamos criando o Movimento Comunitário Rede Periferia a qual o CCS AM é um espaço Social.
- na frente camponesa: participamos da tendência Filhos da Terra que atua dentro e junto ao MST.
4*) O nível econômico :
Conceito: é o nível da atividade necessária a sobrevivência, pode ser desenvolvido na criação de cooperativas ou na resistência do sindicalismo aos patrões.
Pratica: este é o que chamamos de segunda parte da luta de classes, quando a luta começa a dar seus frutos e a dar certo.
Exemplo: o MST depois que conquista um assentamento o povo começa a entender o processo e assim entra numa nova fase, a econômica, que vem junto com uma velha proposta anarquista. "as cooperativas de produção e consumo".
5*) O nível militar :
Conceito: é o nivel de segurança.
Pratica: num processo revolucionário onde nossa classe começa a "construir o poder popular", a burguesia contra ataca com o poder burguês ou melhor dizendo contra ataca com seu braço direito os militares e é necessário dar respostas.
Exemplo: do nível militar foi na historia do anarquismo os exemplos das milícias da FAI, a OPR 33 da FAU, e o Exercito Macknovista da ucrânia.
E é debatido através dos textos da Plataforma de Organização de Mackno.

O QUE SÃO AS FRENTES DE INSERÇÃO SOCIAL


Elas são a denominação do lugar onde se está inserido, e que pode ser representada pelo sujeito social, como juventude libertária aos estudantes, sem terra aos camponeses, indígena para quem é ou desenvolve trabalhos com os povos originários. Pode também representar o nome de uma frente como o sindicalismo para o trabalho junto aos trabalhadores ou movimento comunitário para designar as ações com moradores de uma determinada comunidade.

FRENTES DE INSERÇÃO SOCIAL


Entendemos que não estamos mais no inicio do século XX que o sindicalismo era a única expressão da luta de classes e que hoje esta se encontra em muitas frentes. Não nos opomos ao sindicalismo revolucionário, mas acreditamos que devemos somar outras lutas a ele. Além disso, não entendemos o sindicalismo como a defesa abstrata de princípios, como fazem alguns companheiros, mas um processo que necessita somar as forças em luta e entender as frentes e os níveis de lutas que se constroem na luta de classes, separando os níveis social do político e ideológico, dando mais clareza e definição a cada um deles.

TRABALHO SOCIAL


É o trabalho militante realizado nas frentes, e se constituem em Setores destas.
Exemplos, entre outros:
- Organização Social; - Organização econômica; - Formação Política; - Educação; - Comunicação; - Cultura; entre outras...

O TRABALHO MILITANTE

O trabalho militante se divide em setores de atividades realizadas nas frentes:
São atividades realizadas como exemplo na frente comunitária:

- Organização de massa (Social):
 é uma atividade que praticamente investe no desenvolvimento da consciência de classe em participar das decisões políticas da comunidade, trabalhando sempre a Mobilização Social.
- Organização econômica: consiste na elaboração de projetos econômicos de subsistência e de alternativa ao desemprego como a criação de cooperativas.
- Formação Política: consiste em dar uma maior qualidade aos nossos militantes, instrumentalizando-os com ferramentas teóricas, para facilitar uma maior compreensão da realidade da sociedade em que vivemos.
- Educação: este é o maior trabalho que podemos realizar, pois é responsável em ensinar o proletariado a pensar criticamente, desde atividades de alfabetização de adultos a aulas de supletivos, oficinas de desenho entre outras atividades ...
- Comunicação: este trabalho realiza desde a orientação como entender o papel das comunicações nos dias atuais, a realização de oficinas de fanzines, boletins, jornais, edição de blogs na internet, rádios livres ...
Como também de editar periodicamente nestes veículos de comunicação nossos debates e propagandas.
- Cultura: este é o setor no qual os CCS mais investem, vai desde a criação de oficinas de teatro amador, oficinas de grafiteiros, de artesões, de desenho para crianças, Sarais, aulas de capoeira, realização e exibição de vídeos e filmes na comunidade, Palestras, realização de shows com bandas, entre outras atividades ...
- Alimentação: este é um trabalho "X", que vai desde a arrecadação de alimentos como sextas básicas e a criação de cozinhas comunitárias para os movimentos sociais.
- Ajuda mútua: este setor vai desde a arrecadação de remédios, a criação de comissões de primeiros socorros na comunidade, bem como de orientar as pessoas a lhe dar com o serviço publico de saúde.
- Outros Setores: O Movimento Social pode criar quantos setores achar necessário, como Esporte, direitos Humanos, Direitos de Animais, Organização de Juventude, de Mulheres, Minorias Étnicas ....


*Observação: Este texto foi elaborado para dar inicio aos debates do núcleo 1º de Maio em relação aos conceitos que ainda serão debatidos !
Nada em seu conteúdo corresponde necessariamente com a proposta do núcleo, mas é uma contribuição ao inicio do debate sobre os temas abordados.



9º O Pentagrama Anarquista


Quando falamos em Organizações Anarquistas, buscamos as referencias Históricas e da atualidade.
Longe de dizer quem é mais ou menos Anarquista ou qual forma de Organização é mais Anarco, pensei em ressaltar as 05 formas de Organização Anarquista existentes na nossa atualidade histórica em São Paulo – Brasil, para esclarecer as diferenças e comparações com o Especifismo.

1) O Especifismo:
 Nasce com Bakunin e seus grupos de afinidade como a “ Aliança da Democracia Socialista ”, se desdobra nos diversos grupos de afinidade como o partido Anarquista de Errico Malatesta que buscavam se inserir nas Lutas Sociais, criando junto a estas uma força política capaz de orientar a Luta Social aos objetivos Libertários.
Ou seja: um grupo de minoria ativa onde seus militantes tem o compromisso na atuação com os Movimentos Sociais.

2) O Anarquismo Social: Nasce com a intensa ação e propaganda Anarquista no Movimento Social, promovida pelos Grupos de Afinidade Anarquista ao longo do tempo, estes fizeram uma inquebrável pratica de Inserção Social junto a estes Movimentos.
Os exemplos históricos são as diversas organizações Sindicais de orientação Livre e Revolucionaria, os Movimentos Feministas, de Juventude, Ecologistas entre outros...

3) O Plataformismo: Nasce com a Revolução Russa em especial com a experiência Ucraniana, com os relatos de exílio de Mackno e Arckinov.
Os Plataformistas falam da importância da Auto-disciplina com a preparação dos Anarquistas para o Avanço das Lutas, onde será inevitável o confronto com a Reação Burguesa.
Ou seja os Plataformistas estam a falar do nível de segurança, onde as condições indiquem para a formação de um Exercito de Insurgentes.

4) O Sintetismo: Nasce com Sébastien Faure na França:
Os Sintetistas acreditam na criação de uma Federação Anarquista onde convirjam todos os diferentes Grupos Anarquistas inclusive os individualistas, no Objetivo de unir todos os diferentes grupos em torno da propaganda Anarquista.

5) O Autonomismo: Nasce nesta nossa atualidade não tem um pai especifico, mas reúne diversos grupos de matrizes ideológicas diferentes, não só de Anarquistas.
Os Autonomistas reivindicam a união pontual em momentos especificos.
Ao contrario dos Sintetistas, estes não propõem uma Federação de Grupos, somente a união pontual que respeite as diferenças ideológicas.
Vários grupos se reivindicam Autonomistas: Marxistas Heterodoxos (Conselhistas e Luxemburguistas), grupos de Contra – Cultura e Juventude, pequenos grupos de propaganda Anarquista com perfil cultural, Situacionistas entre outros...

A pró FASP converge com o Especifismo, pois acredita que este é a expressão do Anarquismo Organizado que une os Anarquistas em um grupo de minoria ativa e de afinidades capaz de resgatar o Vetor Social do Anarquismo ou seja o Anarquismo Social.

Mas diverge do Anarquismo Social daqueles que querem dar títulos de Anarco ao Sindicalismo, ao Ecologismo, ao Feminismo, aos Movimentos de Juventude e Contra - Cultura Punk entre anarco-ismos ... Se diferenciando com estes no debate sobre níveis e Frentes de Inserção Social.

O Especifismo converge com o debate dos Plataformistas, mas diverge no debate sobre níveis de Inserção Social, onde os Plataformistas dão maior peso ao debate do nível de segurança.

O Especifismo diverge com os Sintetistas em torno da Organicidade da Federação, onde os Sintetistas falam da convergência de grupos diferentes para com a Federação, o Especifismo fala de uma outra via onde a Federação Anarquista converge para o nível Social de Lutas junto aos Grupos Sociais e não destes só para com a Federação.

Diverge com isto o Especifismo com o Sintetismo na forma de união em torno da propaganda Anarquista proposta pelos Sintetistas. O Especifismo fala da propaganda em torno da ação Revolucionaria dos Anarquistas Inseridos Socialmente.

O Especifismo acredita que é possível estar junto numa mesma trincheira em momentos pontuais e específicos na propostas dos Autonomistas, mas não numa mesma Coluna, pela diversidade de grupos que se reivindicam Autonomistas contrários a unidade em torno do Organismo Federalista.

Mas defende o Especifismo a Autonomia dos Movimentos Sociais, diferente da proposta de uma união pontual chamada de Organização Anarquista como Autonomismo.

Esta pratica de discernimento em separar o joio do trigo é uma pratica da escola positivista, herança dos trabalhadores Franceses.

Para buscar esclarecer e encontrar o melhor discernimento da sabedoria do caminhar, nas analises de conjuntura por exemplo !

O pentagrama das organizações Anarquistas traz com sigo uma formula de analise que segue o seguinte critério:

1) O que ?
2) Quando ?
3) Como ?
4) Porque ?
5) onde ?


Estas 05 perguntas devem ser lidas no sentido horário para fazer sentido a ordem de acontecimentos históricos das organizações Anarquistas.

A pentagrama é em resumo o corpo humano e um método de construção de conhecimento, tendo por base o tempo e espaço histórico.

Um exemplo de aplicação do método de conhecimento do pentagrama com as organizações Anarquistas:

1) O Especifismo corresponde a resposta da 1º pergunta: - O que ?
Pois é a cabeça e a origem da organização especifica dos Anarquistas;

2) O Anarquismo Social é o punho esquerdo que erguemos como Símbolo de nossa Luta, o lado vermelho da Luta Social de nossa bandeira e corresponde a resposta da 2º pergunta: - Quando ?

3) O Plataformismo é o pé esquerdo da Cavalaria Pirata corresponde a resposta da 3º pergunta:
- Como ?

4) O Sintetismo é o pé direito, a eterna duvida e o descompasso de organização, que quer que todos convirjam a ela, corresponde a resposta da 4º pergunta: - Porque ?

5) O Autonomismo é a mão direita com maior agilidade e corresponde a resposta da 5º pergunta:
- onde ?

Com isto temos um raciocínio de conhecimentos em ordem histórica através de um método de conhecimento.

*Texto escrito por Eduardo Preto Secretario Geral da FASP

10º Corrente Libertaria

Foto do inquebrável Camilo Cienfuegos, membro da Tendência Libertaria em Cuba que protagoniza os Movimentos de Libertação pela América Latina.

O Movimento Libertário existe muito antes do que seria conhecido por Anarquismo e é este uma corrente que agrega até hoje não só Anarquistas, mas grupos de orientação diversas.
Poderíamos sim dizer que este tem dois grupos principais e importantes e divergentes nesta corrente:
1. Os Movimentos de Libertação;
2. O Libertarismo.


Os Movimentos de Libertação existem em toda nobreza do escravo que se revolta contra toda a opressão e contra todo explorador. Como as diversas rebeliões em todo o mundo, como exemplo histórico a Revolta de Spartacus.
Nestes movimentos de libertação existem diferentes desdobramentos em varias partes do mundo, que confere a cada um em especial um caráter particular.
Na América Latina é um movimento por exemplo que agrega mais de uma tendência e é em Cuba que uma tendência libertária, protagonizada por Camilo Cienfuegos, filho de anarquistas e imigrantes espanhóis, da inicio a uma guerrilha sobre a bandeira vermelho e negra da revolução social comunista libertária ou conhecida como o sonho espanhol.
Esta guerrilha será a mãe dos movimentos de libertação nacional na África como em Angola que tornou a bandeira vermelha e negra sua bandeira nacional e na América Latina como o Sandinismo ( em referencia a Sandino líder Anarquista ) na Nicarágua, o Magonismo no México, a OPR 33 e os Tupamaros no Uruguai.
Na América Latina é muito nítido a presença Socialista Libertária entre os movimentos de libertação como na atualidade o Zapatrismo ou EZLN sobre a Bandeira Negra da Revolução Social, que sempre fora adotada pelos Anarquistas.

O 2º grupo conhecido como Libertarismo é formado por liberais radicais e influenciou muito os movimentos republicanos principalmente na América do Norte.
Segundo a teoria política, o Libertarianismo ou libertarismo é a corrente política que defende que o melhor governo é aquele que governa o mínimo possível; a função do estado deve ser apenas a de impedir a violação dos direitos humanos naturais (vida, liberdade e propriedade). Por outras palavras, os indivíduos devem ser livres para fazer tudo aquilo que desejem fazer, desde que não violem o direito dos outros a exercer o mesmo direito. O papel do governo é o de proteger esse direito.
Para os libertarianos, direitos como o direito à alimentação, à habitação e à saúde não são obrigações que podem ser impostas pelo Estado (ou seja, a outros cidadãos); só temos direito à vida, à justiça, e a fazer o que nos apetecer com os meios que temos ao nosso dispor e desde que isso não impeça os outros de exercerem o mesmo direito.
Assim, as funções do governo poderão incluir a manutenção de um sistema de justiça, da polícia, do exército e eventualmente algumas outras funções vitais. Mas, segundo os libertárianos, o governo nunca deverá ser responsável pela criação de escolas, pela regulamentação da economia e programas de ação social. Nem poderá restringir a liberdade de expressão, a liberdade sexual, o jogo ou outros do chamados crimes sem vitimas.
Uma sociedade libertarianista é uma que não tem uma autoridade monopolista fazendo e impondo a lei, mas não é uma sociedade sem regras ou padrões.
Qualquer um que faça um ataque direto a uma pessoa ou propriedade pode ser processado (e provavelmente o será) por qualquer um que queira, obviamente com a obrigação de justificar seus próprios atos, que devem estar de acordo com o princípio da não-agressão. Os promotores (ou acusadores) não podem fazer nada além de:
* parar o ataque
* exigir pagamento por quaisquer danos que tenham sido feitos
* fazer o que for necessário para que casos graves de agressão não ocorram mais.

Existem duas versões do Libertarianismo, o minarquismo e os chamados de anarco-capitalismo. Os minarquistas defendem o estado mínimo com tribunais, uma força policial e um exército como forma de proteger os direitos naturais dos indivíduos ou conhecido pelo libertários Socialistas por darwinismo social. Os anarco-capitalistas opõem-se a qualquer tipo de estado pois consideram que, embora o estado exista para proteger os direitos naturais, ele acaba por violar esses direitos, por exemplo através dos impostos. Os anarco-capitalistas defendem polícias privadas que competiriam no mercado de indivíduos em busca de proteção dos seus direitos e tribunais privados que competiriam no mercado da resolução de conflitos entre indivíduos.
O termo Libertarianismo (Libertarismo) está marcado pelo panorama político americano. Noutras partes do mundo, como na Europa, um libertarista é geralmente chamado de liberal. No entanto, nos EUA o termo liberal é aplicado a quem no resto do mundo poderia passar por um social-democrata, socialista ou um liberal social.
Em sua grande maioria o libertarianismo defende os princípios do liberalismo, enquanto o 1º grupo tem em sua defesa os princípios do Socialismo ou em especial os Anarquistas os princípios do Socialismo Libertário.
Os Socialistas defendem a mudança nos meios de produção sobre controle dos trabalhadores e os libertaristas o totalitarismo de mercado que regulariza toda a vida social.
Ambos grupos falam em federalismo, mas como tem bases políticas diferentes para a economia, se desenvolve também propostas distintas de federalismo político.
O ponto de convergência é o principio de liberdade, mas é nítido que estes dois grupos estão a falar de valores diferentes de liberdade.
O 1º grupo fala de liberdade político - econômica, em por fim a uma sociedade de classes sociais que gera opressão e desigualdades e o 2º grupo fala de liberdade de mercado e no direito do patrão explorar o trabalho de outro e não no fim das desigualdades.
Existem outros grupos também importantes na corrente libertária, mas neste momento preferi focar nos dois principais e mais conhecidos grupos que se reivindicam como libertários.

11º Os símbolos do Anarquismo

Os pensadores como símbolo matriz

Os pré Anarquistas como William Godwin, não desconfiavam que suas idéias se desdobrariam em uma tendência de idéias que influenciaria o nascimento do Anarquismo, em especial influenciando os principais pensadores Anarquistas. Godwin é considerado precursor do anarquismo filosófico, ainda que não tenha utilizado propriamente a palavra anarquismo, para alguns Anarquistas Godwin é nada mais que um liberal, outros anarquistas como Makhno admitem ter sido influenciado pelo pensamento de Godwin e o valorizam como escritor e pensador pré Anarquista.
O Anarquismo tem sua máxima e seu nascimento com Pierre Joseph Proudhon, um operário e deputado de esquerda na França que cansado de acreditar no parlamento opta em abandonar o parlamento pela luta junto aos movimentos sociais de sua época, dando inicio a uma esquerda libertaria que faria sua luta fora da esfera do Estado Burguês.
Proudhon é o primeiro na historia a se declarar Anarquista e a escrever sobre este tema, protagonista do federalismo Anarquista e das idéias que em momento posterior ficariam conhecidas por auto-gestão sócio-econômica e que na atualidade recebe o nome de cooperativismo ou economia solidária, influenciou não só com suas idéias mas com uma pratica política libertaria de fazer e promover o movimento social fora da esfera do estado, negando a luta parlamentar, da inicio a um conjunto de adesões políticas a seu nome conhecidos como proudhonianos, que seriam um dos grupos socialistas mais influentes na 1º internacional dos trabalhadores.
Mikhail Aleksandrovitch Bakunin um Socialista Libertário conhece Proudhon já no fim de sua vida, mas a partir deste encontro, Bakunin passa a se declarar também um Anarquista, apaixonado pelos ideais de liberdade de Proudhon, este Russo se identifica com este Francês e a partir dai o Anarquismo ganha uma nova força política.
Bakuninistas e Proudhonianos somam suas forças na 1º internacional, caracterizando uma das principais correntes socialistas da historia que levaria o nome de Anarquismo.
Nasce uma nova experiência ao anarquismo com Bakunin, que traz a este uma formula operativa de organização política especifica que se tornaria o método do partido revolucionário ou da organização especifica dos Anarquistas, para somar forças no movimento social dos trabalhadores da época.
Esta atuação social vai ser a protagonista de diversos sindicatos livres de orientação revolucionaria ou do sindicalismo revolucionário da 1º internacional ou da AIT (Associação Internacional dos Trabalhadores) como ficou conhecida.
Outros grupos Anarquistas com esta mesma orientação nascem a partir dai em todo o mundo e cabe ressaltar os malatestianos, que defendiam a idéias de Errico Malatesta, Italiano e militante sindicalista, precursor também do chamado partido Anarquista.
Errico Malatesta participa da criação de sindicatos em toda Europa e também nas Américas e participa junto com Emma Goldman da 3º Internacional como oposição aos socialistas autoritários.
Na Rússia nasce o Comunismo Libertário através de Pierre Alekseïevitch Kropotkine com as comunas agrárias e o plataformismo de Nestor Makhno.
A plataforma nasceu das experiências dos anarquistas russos durante a Revolução de Outubro de 1917, analisando que esta conduziu finalmente à ditadura do partido bolchevique ao invés da autogestão de trabalhadores e camponeses. A plataforma tem como intenção explicar e solucionar as falhas do movimento anarquista durante a Revolução Russa.
A plataforma vem trazendo uma debate em torno da experiência das comunas na Ucrânia e de um Anarquismo de Guerra ao Anarquismo.
Ampliando o debate do nível de segurança ao Anarquismo, e é justamente neste debate que faz da FAI (Federação Anarquista Ibérica) e da coluna Buenaventura Durruti, a protagonista do Povo em Armas na Revolução Espanhola e da derrota desta pelas hordas do Exercito Fascista.
No mundo inteiro as tendências libertárias se alastram e na América Latina não foi diferente, tendo em fim desdobramentos e experiências com estes contornos.
Na França nasce a busca da unidade entre os diversos e diferentes grupos Anarquistas, protagonizado uma 1º experiência de organização especifica de Anarquistas em uma Federação de grupos, que hoje se conhece como Federação Sintetista, protagonizada pelo anarquista Sebástien Faure que escreve em apelo pela busca da unidade entre os Anarquistas.
Enquanto na Alemanha começa a nascer os primeiros grupos que norteariam os princípios dos grupos Autonomistas.

O "A" no circulo, como 1º símbolo


O Anarquismo não tinha um símbolo em seu inicio, mas nos Congressos dos trabalhadores começa a aparecer o símbolo do esquadro e compasso da Maçonaria que aparentava um "A" dentro de um circulo.
Uns dizem que foi dai que surgia o 1º símbolo do Anarquismo, outros dizem que o circulo é a política de organização que nega o triângulo que simboliza o Estado, por isto este circulo tem um corte na diagonal que representa esta negação do Estado se aparentando com um "A" no circulo, pelo traçado que corta o triângulo se tornando o "A" da Anarquia ou Anarquismo.
Historia vai e historia se faz, estória vem e em Maio de 1968 na França em um Congresso Anarquista é retomado o "A" no circulo, referendado em Congresso para unificar a política de pichações políticas nos muros das ruas de Paris.
Posteriormente ficou conhecido como a turma da Geografia Anarquista, pois o circulo simbolizou o mundo sem fronteiras.

O Punho Esquerdo Erguido

O punho esquerdo erguido já vem de um longo período na luta de classes, das assembleias nos movimentos sociais.
No MST se estranha todos que sem saber levantam o punho direito numa assembléia ou entonação do Hino e musicas do movimento.
O punho esquerdo é o símbolo do campo dos interesses da classe explorada e oprimida em luta contra os inimigos de classe.
Na Historia foi o símbolo dos movimentos sociais dos povos negros nos Estados Unidos da América como os Panteras Negras.
O punho erguido é o símbolo das Resistências Populares dos Movimentos Sociais em luta contra os interesses da classe burguesa e do Estado que se colocam contra e na ofensiva as Resistências Populares.
É o símbolo contra os interesses da direita reacionária defensora dos privilegiados, da exploração de classe e inimiga declarada da liberdade.
O punho esquerdo erguido é o resumo das idéias do "campo político" que nos situamos como Anarquistas no processo de acumulo de forças político sociais.
Cabe ressaltar que existe um conjunto de códigos organicistas representados pelo corpo entre eles braços e mãos que fazem parte da "Faculdade Anarquista".

As Bandeiras como unidade de lutas simbólicas

A Bandeira Negra

A Bandeira negra, na historia contada remete as primeiras Fraternidades em especial e mais conhecida a dos Piratas e se torna símbolo da Revolução Social.
Os piratas adotavam códigos de Ética rígidos e internos em suas Fraternidades.
Todo saque era compartilhado e divido entre a tripulação.
Nas Fraternidades Piratas as decisões eram tomadas em assembleias e cada homem simbolizava um voto.
A tripulação era formada por voluntários em busca de novas experiências e aventuras.
O papel do capitão era de conduzir o corsário e traçar a rota marítima.
A bandeira Negra começa a ser usada na Europa nos movimentos sociais a partir da Revolução Francesa e se torna símbolo da Revolução Social.
A partir dai os Anarquistas usam a bandeira negra como símbolo de sua identidade de grupo revolucionário.
A cor negra da bandeira é a cor da Morte aos opressores e exploradores, e luto por todos que tombaram lutando por liberdade a negação das bandeiras nacionais.

A Bandeira Negra na historia Anarquista

Mas a bandeira negra Anarquista se originou muito antes disso. O primeiro caso de fato é desconhecido. Parece que este credito é reservado a Louise Michel, famoso participante na Comuna de Paris de 1871. De acordo com o historiador Anarquista George Wood Cock, Michel ergueu a bandeira negra em 9 de Março, 1883, durante uma passeata de desempregados em Paris, na França. A passeata contava com 500 pessoas e Michel como líder, gritando: "Pão, trabalho ou comando!", eles roubaram três padarias antes da policia vir intervir. Nenhum aparecimento mais antigo pode ser encontrado da bandeira negra.
Não muito depois do símbolo negro ter chegado à América. Paul Avrich reportou que em 27 de Novembro de 1884, a bandeira negra foi erguida em Chicago, durante uma passeata Anarquista. De acordo com Avrich, Espiões de Agosto, um dos famosos mártires de Haymarket, "notou que essa foi a primeira vez em que [a bandeira negra] foi erguida em solo Americano" (Avrich, The Haymarket Tragedy, 144-145).

A Bandeira Vermelha

A Bandeira Vermelha vem sendo usada a muito tempo nos movimentos sociais, se tornando símbolo da Luta de Classes, protagonizada por estes movimentos, se tornou símbolo do sindicalismo e dos movimentos sociais em especial os norteados pelos princípios de igualdade das idéias Socialistas e Libertárias.
Também foi usada nas cruzadas e por impérios na Historia e atualmente também é usada por partidos políticos de orientação socialista.
Mas sua essência é a representação da luta de classes dos movimentos sociais que pretende a revolução socialista independente da orientação dos grupos ideológicos internos na luta que também a protagonizam.
A cor da bandeira vermelha nos remete ao sangue ou a cor de sangue, que simboliza a luta social do corpo revolucionário ou seja a vertente classista da luta social.

A Bandeira Vermelho e Negra

A Bandeira "Vermelho e Negra" nasce com a atuação dos Anarquistas nos movimentos sociais dos trabalhadores, surge da união entre a bandeira vermelha da luta social e dos ideais socialistas, com a bandeira negra da revolução libertária.
Seu significado é o resumo dos objetivos da revolução social socialista libertária, entre a união do Anarquismo com o movimento social e ou sindicalismo.
Foi adotada pela 1º Internacional ou AIT (Associação Internacional dos Trabalhadores) e continuou sendo adotada no mundo todo pelo Anarquismo Social e pelas organizações especificas de Anarquistas.
As organizações especifistas usam a bandeira vermelho e negra na horizontal, como símbolo das políticas horizontais de organização social e alguns na diagonal, sendo muitas vezes a cor negra acima e a vermelha abaixo, mas não é uma regra simbólica adotada por estas federações especifistas.
O Anarquismo Social em especial o chamado Anarco-sindicalismo, usa a bandeira vermelho e negra somente com o corte na diagonal de 45 graus com o negro abaixo e o vermelho acima.
Uma das referencias do corte social que simboliza a ascensão de classe, para com os fins dos privilégios de classe, na busca da igualdade sócio-econômica e política, a bandeira vermelho e negra do Anarquismo social simboliza que a política nasce de baixo para cima e do lado esquerdo da luta e avança com a cor negra contra o lado direito da classe dos privilegiados, opressores e exploradores.
O Plataformismo usa a bandeira negra da revolução social usada historicamente pelo Exercito Insurgente Macknovista da Ucrânia, bem como no México os Zapatistas ou EZLN adota a bandeira negra.
O Sintetismo usa a bandeira vermelho e negra na diagonal, na maioria das vezes com o "A" no circulo, mas a atual FAI (Federação Anarquista Ibérica) é uma exceção, pois outrora usava a bandeira vermelho e negra especifista na horizontal, mas que adota hoje em sua constituição o sintetismo como organização.
Os Autonomistas como se dividem em vários grupos de matrizes ideológicas diferentes, não tem hoje uma bandeira que unifique a política simbólica de sua forma de pensar e se organizar, porem são um grupo de influencia do anarquismo insurrecional.
Os Anarquistas que aplicaram a bandeira vermelha e negra nos movimentos sociais pertenciam a um grupo maçom ligado ao King Edward na Inglaterra.
Os cortes diagonais, horizontais, verticais faziam parte da politica de descrição dos "níveis anarquistas de organização" enquanto "ESTADO ANARQUISTA".
corte vertical era referente ao o setor jurídico do estado anarquista e se as cores vermelho e negro tivessem invertidas na direita ou na esquerda tinha "sentido politico secreto" diferente para os maçons anarquistas.
corte horizontal era a politica social dos iguais, a politica da base da piramide ou da lei dos iguais da tabola redonda, inspirados no "amanhecer e no por do sol", e por isto na bandeira o vermelho sempre vinha na parte superior e o negro na parte inferior da bandeira social.
corte diagonal era da bandeira ideológica da ascensão econômica e de classe que nasceria na "nova era", e tem sentidos diferentes se for para a direita e sentido diferente se for para a esquerda, porem a base era o Europocentrismo (Europa como centro do mundo), e o Meridiano de Greenwich o segredo da "Magia e Encantamento da Torre do Relógio", porem existe segredos de interpretação pertencentes somente aos iniciados na "Maçonaria Anarquista".
Bem como a Bandeira Lisa Negra, era aplicada aos grupos de ação direta, auto defesa e exercício insurrecional, que agiam na Frente de Combate nas ruas como Exercito de confronto de rua
Bandeira Lisa Vermelha, era aplicada ao uso das tendencias Socialistas não Anarquistas que se alinhavam com a luta de classes como principio libertador.

A Estrela Internacionalista

A Estrela é um símbolo muito antigo que representa o humano em advento da sua criação astral.
Símbolo que transcende o espaço conhecido como território, terra ou planeta, indica a aspiração pela internacionalização e união do homem, da classe sobre os interesses das fronteiras políticas e geográficas.
Usada por grupos diferentes na sociedade, o pentagrama recebeu até significados ocultos e foi perseguido como símbolo pagão, pelos reacionários e nacionalistas.
Entre Anarquistas a quem use a estrela negra símbolo da Internacional Anarquista e quem use a estrela vermelho e negra do Anarquismo Social internacionalista.
Os grupos Esperantistas de inspiração libertária adotam a estrela verde, símbolo e cor da esperança internacional em uma forma de comunicação linguística sem fronteiras.


A Estrela da Comuna das Artes, Comunart

Nos Piratas da Anarquia Rock de Sant'ED, compreendemos que quando mais o Anarquista avançar na Luta Libertaria, sera portador de cada dia mais de códigos Anarquistas, a "Estrela da Comuna de Artes" ou "Comunart" é uma condecoração dada ao grupo Anarquista que conseguiu agir em todas as Frentes, Setores, Seguimentos e Agrupações de tendencias possíveis a levar o processo revolucionário Anarquista a frente de combate na Luta Direta do Povo.
A Estrela Vermelha e Negra Comunart, fraciona em cada ponta de seu pentagrama a união de vermelhos e negros, que geraram o atual pensamento popular do que se chamou Classe Trabalhadora, que em primeiro momento com os vermelhos se uniu aos médicos nos hospitais e com os negros se uniu a classe produtora em amplos setores.

A Política de comunicações

No Anarquismo se encontra uma ampla manifestação de política de comunicações e imagens, mas em todas elas é nítido o caráter de contestação, indignação, apologia a desobediência civil e ou heresias.
Desde desenhos do século passado com traços mais humanísticos ao surrealismo, cubismo, futurismo, psicodelismo  classistas e de contra cultura.
A diversidade anarquista nas comunicações vista desde publicações e pinturas, é de grande apreciação de criatividade, sempre contestando o Autoritarismo, o Estado, a Igreja, o Patriarcado, a exploração e opressão.

Comportamento como código simbólico de classe e grupo político ideológico

No Anarquismo existe em maior ou menor grau regras de conduta e comportamento, como em toda protomutação social que queira romper com a atual cultura de dominação.
Era muito comum ouvir dos comunistas libertários a regra de comportamento:
- Ser, Estar e Viver Anarquista !
Ou do amplo perfil de jovens e vegetarianos, nas organizações Anarquistas de ontem e de hoje, mostrando o quanto é atual o comportamento como código simbólico de classe e grupo político ideológico no Anarquismo.
Ou Entre os povos do mundo a cultura de ouvir e dar conselhos.
Jaime Cubeiro, um companheiro que comentava sobre a cultura dos conselhos e da historia destes como organização social e horizontal dizia:
- Há historia social dos conselhos populares, é herança importante para os anarquistas, cabe ao anarquista se valer da cultura dos conselhos.
O companheiro Antônio Martinez sempre nos dava conselhos, e de uma forma e linguagem muito especial a explicação e desenvolvimento das idéias:
- Nossa casa é uma casa de trabalhadores, onde as pessoas se reconhecem como tais. Nossa casa não é um bordel que desrespeita todas as relações humanas. Não aceitamos que o Anarquismo seja transformado em um prostíbulo de idéias alheia aos trabalhadores.
Para se valer em transformar a cultura de dominação, o companheiro que luta por libertação social, tem que se fazer um agente da historia, casar a historia com o filme social, dando as pessoas as condições destas serem as protagonistas de suas próprias vidas na sociedade, rompendo com as cordinhas e alfinetadas, construindo o seu personagem na sociedade, materializando sua historia no espaço, para que também sirva como um espelho a todos aqueles que sem referencias ou sem saber caminhar buscam identidade.
Este comportamento leva os anarquistas a buscarem as referencias históricas na ação de companheiros que conseguiram, ousarão e lutaram, protagonizando as vitórias e idéias de transformação, como Prodhon, Bakunin, Kropotikin, Malatesta, Mackno, Durruti, Leuenroth entre tantos outros companheiros Anarquistas.
Ouvir e dar conselhos, simboliza também estudar e socializar conhecimento e livros aos demais companheiros como fazia Antônio Martinez.
Este comportamento é como um código simbólico que simboliza o anarquismo como membros de uma classe oriunda e como grupo político ideológico que aprendeu a aconselhar e saber caminhar contra as chibatas, sabendo onde fazer, e o que fazer para mudar a situação de dominação que sua classe vivenciara.

Unidade simbólica de grupo político uniformizado nas manifestações mundiais.

A Roupa Preta

A Roupa Negra como uniforme Anarquista é a mais usada mundialmente por grupos de Anarquistas nas manifestações politicas e como comportamento de identidade ideológica internacional da insurreição do exército de "Edward Barba Negra".
O mesmo uniforme toma formatos diferentes em cada época de tempo onde os Anarquistas se encontram inseridos como grupo especifico ideológico, desde roupas e vestes de mestres magos até hoje com as calças djins de algodão preto com uso de capuz cobrindo o rosto perante o grande Big Brother.
Os grupos de Anarquistas mais combativos visto nas manifestações envolvidos em grandes conflitos qualificados como de Guerrilhas Urbanas aderiram a este uniforme como identidade de grupo revolucionário especifico Anarquista.

A Roupa Vermelha e Negra

O Uniforme Vermelho e Negro são vistos sendo usado por grupos específicos de Anarquista empreendedores, com comportamentos empresariais ao estilo do antigo e modernizado "Movimento Beatnik"  dos anos 1960, hera e moda pôs Movimento Hippie
Este uniforme é usado com uma causa Preta, mais uma blusa de manga comprida branca e um casaco vermelho, muitas vezes vistos só entre mulheres, pois os homens ainda são minoria entre os Anarquistas empresariais, promotores do autonomismo Econômico.
Muitos que usam deste Uniforme Anarquista são membros da Liga Mundial de Católicos de Sant'Ana ou chamados de Católicos Anarquistas a qual promovem empresas autônomas interligadas em sistema de ajuda mutua econômica, onde um é o fornecedor do outro ou representante local de grupo Anarquista organizado em nível econômico.

O Papel das Juventudes Anarquistas na metamorfose do Anarquismo Mundial

As Juventudes Libertarias


A Juventude sempre contribuiu com o anarquismo com sua essência de criatividade libertadora, sempre inovando e transformando o anarquismo em uma casa rica jogada em meio ao limbo do capital.
Esta essência de transformação portadora da juventude fez fileiras ontem e hoje de exércitos de insurgentes no front das ruas contra o capital.
Sempre inovando a juventude sempre teve a um passo a frente de seus antecessores revolucionários  sempre com pautas novas em um conflito ou em uma admiração de gerações.
Enquanto os velhos sentavam de forma autoritária a frente na mesa e os ouvintes olhando de forma passiva suas palestras, os jovens organizavam-se em círculos onde todos tinham voz, como na Tabola Redonda do REI Arthur, deixando qualquer vicio ou resíduo do autoritarismo para longe da forma anarquista de organização e confraternização.

Os Punks

A Era Punk e pôs Punk marcou muitos grupos Anarquistas organizados em nível cultural de identidade e comportamento. Visto por seu " Cristianismo Revolucionário  " de caráter militante e combativo em manifestações publicas, deixou sua marca de moicanos cantando a Selva de Pedra 03 vezes como disse Jesus Cristo a Pedro.
Em um cenário do Jardim do Éden que virou de SEM TERRAS, ao CRISTO REI e plebeu pregado no dia a dia do trabalho e na Luta de Classes, e por um fim apocalíptico estilo Mad Max, Taxi Drive, Gangues de Nova Yorque ... Os Punks Anarquistas tomaram o cenário como novos atores do Anarquismo Cultural de militância em estilos de muitos jogos de palavras pixadas nos muros ou editadas em fanzines Anarquistas e punks em todo o mundo da aliança dos filhos dos campos e das cidades, apoiando uma nova identidade que resgataste a origem indígena mundial como dos índios apaches, dos índios moicanos, dos ianomâmis, dos guaranis, dos caiapós, dos maias, das tribos celtas, das tribos europeias e asiáticas ... como Luta Anti Racista Mundial.

O Anarquismo EMO


O Anarquismo EMO é um setor da juventude que fez do cinema e da cultura pop, uma cultura de comunicação rica em conhecimento e diversidade cultural, com personagens, artistas, atores, pintores, grafiteiros, modelos, moda, arte, musica, games, tribos urbanas ... uma referencia de sua geração.
Porem o que difere os anarquistas emos dos outros anarquistas é esta sua diversidade cultural e o que difere os anarquistas emos dos outros emos é o fator deste serem anarquistas.
No anarquismo, os anarquistas emos dizem; - nos temos um REI que é anarquista ! somos sim anarco monarquistas ! Enquanto os anarquistas mais velhos pregavam contra a monarquia.
A figura do REI Edward na versam cinema como; Edward Mãos de Tesouras é retratada como simbolo do comportamento emo da diversidade de cortes de cabelos, tatuagens, moda, televisam  maçonaria, tropico de câncer ...
Os Punks chamam o anarquismo emo, de anarquismo de play boy, de riquinhos e mimados Élvis do romantismo moderno.

Outros Símbolos Anarquistas

O "V" de Vingança é o simbolo da unidade do PAI ou Partido Anarquista Internacional, atualmente é usado pelo grupo Anonymous que busca uma unidade ampla e não uma forma centralizada de Partido Anarquista como insurgência das ruas.
O Movimento Anarquista da Educação ou MAE, usa como unidade simbólica o lenço vermelho e negro no pescoço ou muitas vezes cobrindo os rostos dos seus militantes.
As Juventudes Anarquistas usam como unidades uma diversidades de camisetas, botons, adesivos, estilos de roupa e cabelos entre outros símbolos e maneiras de dizer que são um grupo social organizado, mostrando também sua diversidade e riqueza cultural feita na pluralidade de grupos diferentes. 

* Texto escrito por Eduardo Preto militante e Secretario Geral do núcleo fundador da FASP.


12º Nível Jurídico Especifista:
Fundação da Federação Anarquista de São Paulo - FASP


ESTATUTO SOCIAL DA
FEDERAÇÃO ANARQUISTA DE SÃO PAULO
Leis 10.406/2002 e 11.127, de 28 de junho de 2005.

ARTIGO 1º - DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO

A Federação Anarquista de São Paulo, neste estatuto designada, simplesmente, como FASP e ou Associação, fundada em data de 26 de Julho de 2008, com sede nesta capital Cidade de São Paulo do Estado de São Paulo é uma associação de direito privado, constituída por tempo indeterminado, sem fins econômicos, de caráter organizacional, político, social, educacional e cultural, sem cunho partidário, com a finalidade de atender a todos que a ela se dirigirem, independente de nacionalidade, sexo, raça, cor ou crença religiosa.

ARTIGO 2º - SÃO PRERROGATIVAS DA ASSOCIAÇÃO:

No desenvolvimento de suas atividades, a Associação observará os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência, com as seguintes prerrogativas:

I. A finalidade da Federação Anarquista de São Paulo é estimular, apoiar promover
nos meios populares e principalmente, entre associações comunitárias onde
estudantes e trabalhadores, estejam com possibilidades de cultura e educação
limitadas por toda espécie de empecilhos, o estudo de todos problemas que se
relacionam com a questão social.
II. Mantendo-se à margem de qualquer política partidária, a Federação Anarquista
de São Paulo trabalhará para desenvolver nos meios populares o espírito de
solidariedade de classe, para que se forme um ambiente social onde se alimente,
sempre em maior grau, os elementos favoráveis à elevação da personalidade
humana física e moralmente, cultural e profissionalmente e; por isso, condena
todas as formas de tiranias, que prejudiquem as liberdades individuais e coletivas;
todas as formas de exploração que anulam as possibilidades econômicas para o
desenvolvimento do individuo dentro da coletividade próspera e livre; todas as
formas de obscurantismo, que contribuam para o embrutecimento do indivíduo;
todos os vícios, hábitos e costumes que concorrem e que levam para o relaxamento
do caráter e para a corrupção moral e física da personalidade humana; por fim
apostamos, na grande qualidade e no forte potencial do desenvolvimento da
personalidade humana na historia.

Parágrafo Primeiro - De acordo com essas finalidades, a Federação Anarquista de São Paulo desenvolverá sua obra usando principalmente, dos seguintes meios, visando interessar não somente seus associados, mas os estudantes e trabalhadores em geral:

a) Promover ou auxiliar a realização de conferências, palestras comentadas e encontros em sua sede ou em outros locais públicos como associações comunitárias, escolas, universidades, grêmios e ou entidades de estudantes, sindicatos de trabalhadores e associações populares de fins específicos;

b) Organizar cursos de aperfeiçoamento em cultura, educação, esporte, profissões e de formação política, bem como cooperar com iniciativas que tenham por fim a fundação, manutenção ou desenvolvimento de espaços sociais e escolas populares de orientação solidária;

c) Fundar biblioteca comunitária em sua sede e sucursais constituída, principalmente, de obras e publicações periódicas que tratem de questão políticas, sociais, econômicas e correlacionadas;

d) Promover ou auxiliar exposições artísticas, científicas e profissionais de alcance popular;

e) Promover ações políticas e sociais para o desenvolvimento humano, cultural, econômico, social e ambiental;

f) Fundar um Jornal da Federação Anarquista de São Paulo;

g) Promover outras iniciativas que se tornem necessárias para o desenvolvimento da obra do Federação Anarquista de São Paulo e que estejam de acordo com seus princípios e orientações;

h) Auxiliar a fundação de núcleos com igual finalidade em bairros e em outras cidades, estabelecendo com os mesmos e com as entidades já existentes uma obra em conjunto;

i) Incentivar a fundação de outras entidades de iguais fins;

j) Construir uma Confederação do Anarquismo Organizado Socialmente, em âmbito internacional;

Parágrafo Segundo - Para cumprir suas finalidades sociais, a Associação se organizará em tantos núcleos quantos se fizerem necessários, em todo o território nacional, as quais funcionarão mediante delegação expressa da matriz, e se regerão pelas disposições contidas neste estatuto e, ainda, por um regimento interno aprovado pelo Congresso.

ARTIGO 3º - DOS COMPROMISSOS DA ASSOCIAÇÃO

A Associação se dedicara às suas atividades através de seus administradores e associados, e adotará práticas de gestão administrativa, suficientes a sua gestão, de forma individual ou coletiva, de qualquer forma, em decorrência da participação nos processos decisórios, e suas rendas serão integralmente aplicadas em território nacional, na consecução e no desenvolvimento de seus objetivos sociais.

ARTIGO 4º – DAS INSTANCIAS DELIBERATIVAS

São órgãos deliberativos da associação:
I. Congressos.
II. Conselhos.
III. Núcleos.

( Parte interna aos Membros Filiados )

ARTIGO 33º – DAS MATRIZES HISTÓRICAS

A Federação Anarquista de São Paulo reconhece como identidade de classe os movimentos de caráter comunitários horizontais, as uniões democráticas estudantis, as ligas de trabalhadores com base nos princípios do sindicalismo revolucionário, os movimentos populares de caráter libertário, os setores e movimentos de gênero, e de juventude autônomas.

Parágrafo Único – A federação Anarquista de São Paulo, reconhece como matriz histórica, a luta de classes e as luta contra a opressão, tendo como mártires e internacionais os movimentos que constituíram em torno dos dias 1º de Maio, dos trabalhadores, o 8º de Março, da mulheres, o 19 de abril, dos Índios, o 20 de novembro, da Consciência Negra, e o 28 de junho, dia do orgulho do povo do Arco – Íris.

ARTIGO 34º - DAS CORES E SÍMBOLOS

A Federação Anarquista de São Paulo adota como símbolo uma bandeira com 3 (três) cores;

I. Bandeira Vermelha e Negra com um corte divisório em diagonal, com a cor vermelha acima e a cor negra abaixo.
II. Nome FASP escrito em letras Brancas.

Parágrafo Único – Os núcleos poderão eleger seu nome e símbolo local desde que se utilizem nestes a bandeira e as cores da associação.

ARTIGO 35º – DO RECONHECIMENTO DE NÚCLEOS

A Federação Anarquista de São Paulo reconhece até o momento somente o núcleo 1º de maio.

ARTIGO 36º- DO DOMÍNIO NA INTERNET

A Federação Anarquista de São Paulo reconhece até o momento somente o sitio www.fasp-br.org, como sitio oficial do núcleo 1º de maio, podendo e ou aceitando outros sítios como colaboradores.

Parágrafo Único – O domínio do sitio ficara no nome do Secretário Geral qual devera administrá-lo.

ARTIGO 37º - DAS OMISSÕES

Os casos omissos no presente Estatuto serão resolvidos pela Comissão Gestora, " ad referendum " do Congresso.

ARTIGO 38º – DA FUNDAÇÃO

Por fim fica fundada a Federação Anarquista de São Paulo na capital do Estado de São Paulo, em 26 (vinte e seis) de julho de 2008 (dois mil e oito).

Mais Informações Faspianas anteriores e sequenciais


A Federação Anarquista de São Paulo com origem já no seio militante desde 1975 e junto ao MST e aos Movimentos Sociais desde 1995, quando mantinha correspondência com grupos e companheiros Anarquistas em todo mundo, já tecia o chamado a sua constituição Jurídica  junto aos companheiros Anarquistas de todo o Estado de São Paulo.
Deste processo nasceu a OSL(Nacional), que se tem descido na constituição de Federações Anarquistas pelos Estados Brasileiros.
A FASP continuou neste processo realizando seu encontro de formação e constituição Politica vindo a se constituir como uma fundação Jurídica em 26 de Julho de 2008.
A FASP é ainda um adolescente de 16 anos de existência e agora em 26 de julho de 2011 comemora publicamente 03 anos de existência como entidade Jurídica dos Anarquistas.
É com muita Satisfação que através do Secretario Geral da FASP, convidamos a comemoração publica de 35 anos de projeção, 16 anos de militância e 03 anos de existência Jurídica da Federação Anarquista de São Paulo

Construção dos Níveis da FASP


A Federação Anarquista de São Paulo vem dando seus passos a 35 anos, desde sua 1º composição orgânica e projeção. Deu seus primeiros passos ao nível Ideológico com trabalhos a respeito de J. Prodhon e M. Bakunin e se lançou aos Movimentos Sociais onde com estes aprendeu a construir um Nível Social, lá como grupo Terra e Liberdade de Dracena militantes pastorais se somavam ao MST como militantes ou como apoio a este.
Voltando a Capital São Paulo no intuito de se somar a outros grupos Anarquistas para a constituição da FASP, já se delimitava em correspondências, se somou ao projeto da OSLN (organização socialista Libertaria Nacional), vindo a se constituir no Movimento Resistência Popular e na Tendencia Libertara Filhos de Toda Terra junto ao MST.
  Anteriormente os militantes da FASP participaram da constituição da LITE (Liga Internacional dos Trabalhadores de Escritórios , e a LIGATAC (Liga dos Trabalhadores Autônomos no Comercio), formavam um frente Sindical, que somava muitos jovens trabalhadores, estes vieram a formar o primeiro e recente grupo do Passe Livre, burlando as catracas dos ônibus para lutar pelo direito de ir e vir.
Hoje vemos o MPL como resultado da soma de muitos jovens Estudantes e Trabalhadores a lutar para conquistar o direito a cidadania, e dizer em alto tom: a condução já esta paga !
Hoje o organizado em nível econômico como Grupo RosArte Maria um dos grupos que compõem a LIGATAC, constrói um dos níveis Econômico da FASP, mantendo uma rede de distribuição e confecção de Artesanatos com pontos fixos e rotativos por toda a capital de São Paulo.

São Hoje da FASP

Níveis:
1) Nível Estado, composto por famílias e alianças;
2) Nível Econômico, composto de atividades econômicas diversas;
3) Nível Jurídico, composto por profissionais da Areá;
4) Nível Social, composto por Sub-níveis que chamamos de Fretes Locais e Setores;
Frentes:
4.1) Comunitário ou Barrial;
4.2) Estudantil ou Educacional;
4.3) Operário ou Laboral;
4.4) Campesino ou Rural;
4.5) Indígena ou Cultural.
Setores:
4.6) Estratégicos;
4.7) Táticos.
5) Nível de Segurança, composto por advogados e agentes sociais;
6) Nível Ideológico, composto por intelectuais e Secretários.
Seções:
7) Trabalhos Realizados de cunho temático como: comunicação, internet, gênero, classe, lazer, cultura, etário, étnico, direitos humanos, veganismo, identidades, educação ...

São na Pratica 12 casas de trabalhos desenvolvidos.
E hoje como altrora é o nível econômico a prioridade, antes em meio ao Socialismo, os Anarquistas procuravam saídas em meio a tanto Poder Publico  uma delas eram as cooperativas, outra era as escolas livres e ainda as comunas rurais coletivizadas  com o nascimento do Socialismo Nacional (Nazismo e pacto Stalinismo) o Anarquismo esteve em combate fervoroso, perdendo terreno ideológico, e se via somente na Resistência.
Hoje em meio ao pico do desenvolvimento Capitalista, com um viex Tecnológico  os Anarquistas ou são os novos "Meninos Prodígios" da Internet ou estão todos lançados a esfera do consumo (Comunismo Monetário), que dita que para ganhar dinheiro tem que trabalhar e para trabalhar tem que ganhar dinheiro em um Único Deus das Cidades.
Se antes em meio ao Socialismo tínhamos que se constituir em cooperativas, hoje em meio do Capitalismo, temos que produzir e consumir obrigatoriamente para sobreviver nas cidades, se associando a sistemas de créditos e ao setor de serviços como a distribuição e confecção de Artesanatos desenvolvida por membros da FASP.
E a Qualidade de tudo isto ideologicamente ?
Caio para 1% pois no Capitalismo, a Ideologia é o Deus Dinheiro.

A Federação Anarquista de São Paulo; A Nossa Historia

A FASP esta comemorando mais um ano em 2011 de sua fundação e registro publico  já relembrando que desde 1975 a Federação Anarquista de São Paulo vive sua composição orgânica e projeção, como diz a canção (MPB) "do leme ao pontal, não tendo nada igual" na verdadeira causa, quando deu seus primeiros passos junto aos draud'nistas de João Vendramini ao nível Ideológico com trabalhos a respeito de J. Prodhon e M. Bakunin, se lançando junto aos Movimentos Sociais em 1990 onde com estes aprendeu a construir um Nível Social, e lá  no MST como grupo Terra e Liberdade de Dracena militantes pastorais se somavam ao MST como militantes ou como apoio a este.
Foi junto a João Vendramini que o Eduardo traçou uma bandeira de cunho a destruir a falsa mascara das ideologias em nome do Estado, esta Bandeira Vermelha e Negra era baseada no macarrão adria, para tirar um sarro dos idolatras das bandeiras, mesmo se estes viessem em nome do Anarquismo, do Santo sentimento adolescente por Ana, dos devotos do Amor.
Nascendo ao Anarquismo com isto uma Politica de Resistência com o modulo filosófico de expressão de cunho somado de palavras e pensamentos em forma de Ironia Politica de Resistência (Popular).
Anos somando as Juventudes Libertaria divididas por motivos vários se lia nas jaquetas de Anarco-Punks "a Ironia Politica de Resistência  como; Nem Deus, Nem Pátria  Nem Partido, Nem Patrão... como quem nega isto deles e não nega isto do grupo.
Um grupo da Geografia Cultural se Organizou como MAP em referencia ao mapa como simbolo geográfico que se chamou Movimento Anarco Punk codificado em ações.
Como a luta pela terra marca a região da trama em nome de um desejo adolescente por Santa Ana se elegeu os trabalhos feitos sobre este tema e as revoluções que se seguiram por isto em todo o mundo.
Alguns pensadores maçons foram postos na reta como J. Prodhon e M. Bakunin para selecionar o recrutamento dos novos pupilos da grande rede de comunicação.
Indo e vindo pelo Estado de São Paulo se construída uma ideologia no nome de uma Santa e com trabalhos em torno das atividades e vida de um Rei, eram Eles ANA e EDUARDO.
Estava tudo pronto e no ir e vir do interior a Capital São Paulo no intuito de se somar a outros grupos somados aos trabalhos com o tema Anarquismo, que se viu surgir Anarquistas ou pelo menos que se diziam como tais para a constituição da FASP, já se decidia em correspondências registradas desde 1990 tal intuito com tal nome em 1995, vindo estes a se somarem no Projeto "Geografia Anarquista" ou GA pró FASP que se alterou de nome para "Construção Anarquista Brasileira" ao projeto da OSLN (Organização Socialista Libertaria Nacional), ou sigla para "Rosa dos Ventos" simbolo da geografia usada muito pelos navegantes nas bussolas e mapas por todo o mundo.
As atuações junto ao Movimento Social veio a se constituir no Movimento Resistência Popular e em tendencias internas como a Tendencia Libertaria Filhos de Toda Terra junto ao MST, antigo grupo "Terra e Liberdade".
Os militantes da FASP participaram da constituição da LITE (Liga Internacional dos Trabalhadores de Escritórios , e da LIGATAC (Liga dos Trabalhadores Autonomos no Comercio), formavam um frente Sindical, que somava muitos jovens trabalhadores, estes vieram a formar o 1º grupo do Passe Livre em ação pela cidade, burlando as catracas dos ônibus para lutar pelo direito de ir e vir, ou se preferirem lutarem pela Bandeira Inglesa do Senhor dos Caminhos ou ainda da equipe Alastros.
Hoje vemos o MPL como resultado da soma de muitos jovens Estudantes e Trabalhadores a lutar para conquistar o direito a cidadania burguesa.
Ainda hoje o organizado em nível econômico como Grupo RosArteMaria que compõem a LIGATAC, constrói um dos níveis Econômico da FASP, mantendo uma rede de distribuição e confecção de Artesanatos com pontos fixos e rotativos por toda a capital de São Paulo.
Além de se organizar em Níveis:

1) Nível Estado;
Composto por alianças de famílias

2) Nível Econômico;
Composto por atividades confederadas
Como a RosArteMaria entre outras ...

3) Nível Jurídico, composto por profissionais da Areá;
Composto por contadores, advogados, e profissionais de área.

4) Nível Social, com seus Sub-níveis que chamamos de Fretes Locais e Setores;

Frentes:
4.1) Comunitário ou Barrial;
4.2) Estudantil ou Educacional;
4.3) Operário ou Laboral;
4.4) Campesino ou Rural;
4.5) Indígena ou Cultural.

Setores:
4.6) Estratégicos:
Frente de Massa, Educação, Comunicação e flexíveis.

4.7) Táticos;
Culturais, Gênero, Etários e outros eleitos por agrupações.

5) Nível de Segurança;
Composto por seletividade organicista e por compartimentação publica e privada

6) Nível Ideológico;
Centralismo personalitico na figura de Santa Ana e do Rei Edward, somado a trabalhos pela Clã da Educação em torno do Anarquismo

7) Nível Politico;
Especifismo filosófico (Escola Inglesa)
Especifismo Filosófico é pelo simplistas o Determinismo Alemão dentro do Positivismo Frances
O Especifismo é uma escola filosófica que orienta a formação de grupos orientados para uma Alternativa Libertaria sem perder a razão ao se debater com e contra o Estado, já que este é visto somente como um nível pelo especifismo.]
E quem dera um 007 no Brasil ! O especifismo caracteriza na busca da Alternativa Libertaria e a Sociedade Alternativa a referencia para a Sociedade Edu Chaves.

Nossa tristeza

Nossas tristezas são com os mau intencionados que não entenderão e caluniam grupos verdadeiramente Anarquistas, pois estes eram devotos do Amor e os caluniadores devotos da guerra, da ladroagem, da mentira partidária como  o FAO, e a OASL entre outros que fazem até hoje em CMI etc e tal um vexame e não me ame, pois o Correio é um Nível Estado e as correspondências em nome da FASP ocorreram antes
do golpe Trotckista do FAO e da OASL.
Portanto registrar a FASP é um ato estratégico na defessa da verdadeira historia da Federação Anarquista de São Paulo.
Poderíamos dizer por saber até a fonte destes que vem lá do Rio de Janeiro do antigo CELIP acobertados a conspirar contra os verdadeiros devotos de Vênus em São Paulo, ou seja falar contra os Anarquistas.
Fazemos este relato pois as cartas registradas em cartórios e correios  não mentem sobre os Anarquistas, mais a propaganda contra o Anarquismo é tão grande por parte de partidos como a OASL, FAO, Marxistas e Golpistas organizados nos estabelecimentos do Estado principalmente do Arquivo Publico do Estado de São Paulo, que só se leem mentiras sobre aqueles que a amam, que em resumo " A Ana R(ebelde eu) quis tá, eu digo sim, sou e somos Anarquistas ."

Trabalhos pagos na historia

Referencias de quem luta pelo nosso Rei em todos os tempos;
1º ) Jesus Cristo o 1º Anarquista a pagar por isto;
2º ) 1º de Maio, um Super Herói Popular;
3º ) Maio de 68, não sera esquecido;
4º ) BuenaVentura dudu da vô Ruth e a Santa sepultura de Celedonia e Waldemar;
5º ) Equipe Alastros e os muros começou Maomed a pixar;
6º ) Os Punks Chegaram junto ao Ed Itália;
7º ) Para os Movimentos Sociais camaradas bem intencionados, vamos juntos ao inferno;
8º ) TB vc bexiga ?! O beijo EMO não esquecemos.
9º ) As 02 ligas espontâneas da Camisa Rosa;
10º) A onda do manicômio vai passar pra longe desta soma de oprimidos;
11º) A volta do Trem das 11 em 2011 com o Zorra Total;
12º) " Nos sabemos quem é o nosso Rei ".

Despedida

Desculpe a linguagem mesclada de militarismo explicativo, melada de ironia politica e verdades que incomodam todos os peixes que morderam deste fruto e cairão na rede, pois é uma linguagem & codificada em jupter e Marte, em Deuses Astros do Cinema, em 75 sempre com chE
Toda a historia foi paga, toda a historia já aconteceu, se não aconteceu esta acontecendo em que tempo e espaço poder se manifestar, neste Clã de Santa Cecilia dos Sindicatos livres, por este Clã da Historia, que faz alcapone ficar de boca aberta, por Este Clã da Educação do Rei Edu que faz agente chorar muitas vezes.

Enfim suprimida da Internacional o Trecho honrado por nos:
"... Se nos faltarem os Abutres logo verão que nossas balas são para os nosso generais ...
 Logo verão que Temos Cosme e Damião, que temos o dia das crianças então..."


Porque da FASP ter sido Registrada

Com o fim das perspectivas das tendencias de orientação revolucionaria de esquerda que antes militavam junto ao PT ou em apoio a este e com a aproximação dos Anarquistas junto com os Movimentos Sociais e a nova conjuntura politica da América Latina, temíamos já em pautas que viriam ao Anarquismo muitos grupos de esquerda totalmente viciados em golpes de representações.
O Anarquismo então ARROCHOU e estes se aproveitaram e usaram a FAU em primeiro momento a seus pretextos golpes na representação do Anarquismo Brasileiro e Latino Americano, para ganhar mais grupos internacionais.
A Federação Anarquista de São Paulo é composta por todos os Anarquistas da capital e do interior, que quando a FASP se organiza na jogada pró FASP, perguntavam a Felipe Correa:

- A FASP pretende representar todos os Anarquistas de São Paulo ?

Felipe Correa responde sem entender a conjuntura politica Anarquista que fala pouco e observa mais:

- A FASP nunca teve esta pretensão.

Porem quem frequentou as reuniões via Felipe Correa aplicando os métodos dos conhecidos Anarco bolchevicks da recém chegada esquerda ao Anarquismo, criando ações metodológicas da pratica anti Anarquistas colocando para dentro do chamado núcleo/grupo pessoas somente de sua confiança para tomar a representação da FASP.
Isto fez com que reunidos no 2º Encontro Pró FASP em conversas paralelas decidíamos cortar a Turma de Felipe Correa da FASP registrando esta em cartório publico.
Decidimos então os pontos de pauta:

1º ponto na ata deveria constar os membros do núcleo pró FASP do Ato de fundação da FASP no Clube Escola Jardim São Paulo;
2º ponto os Estatutos teriam que ser de igual ou equivalência dos CCS's em São Paulo;
3º ponto deveria constar no registro publico nomes vinculados ao CCS's em São Paulo;
4º ponto um membro do CCS AM teria que ser o Secretario Geral e um membro do CCS SP o tesoureiro;
5º ponto os laranjas deveriam constar em ata registro para verem como é dar golpe de representação em malandros que já conhecem a área da FASP a anos preparando esta a vir a publico;
6º ponto foi mostrar a todos a pratica suja de calunias que nunca existiu no Anarquismo mais que existe aos montes na pratica da esquerda por parte deste recém chegados ao Anarquismo;
7º ponto foi deixar o nível jurídico da FASP congelado no cartório e re-preparar a volta da Fênix Anarquista mais preparada a tal tentativas golpistas de representações; 
8º ponto depois de abaixar a poeira das sujeiras dos golpistas da pratica de esquerda na FASP, decretar que a FASP são todos os Anarquistas do Estado de São Paulo e que o registro publico é tão somente a cara publica e jurídica de representação da Federação Anarquista de São Paulo que necessitou existir para evitar o golpe do FAO em São Paulo e conter os golpistas das representação de falar no nome da FASP;
9º ponto foi de organizar um novo e verdadeiro encontro da FASP dentro da sede do CCS SP para sua refundação;
10º ponto que a centralidade de falar como cara publica e em nome da FASP assinando textos seria controlada até passar a ameaça de esquerda recém chegada ao Anarquismo, devendo a permissão de encontros e atividades da pratica dos Anarquistas no Estado liberada e especificada quais com o por exemplo as feiras de Livros Anarquistas, Show de bandas Anarquistas, atividades dos CCS's, SOMA, MAP, FOSP, NU-SOL entre outros grupos Anarquistas do Estado de São Paulo assinados como FASP se de interesse destes em participar depois de explicado o porque tudo isto aconteceu;
11º ponto seria de especificar que estas medidas podem ser alteradas pós passagem das ameaças de golpe de representação no Anarquismo e como estas ocorreriam;
12º ponto sera que a FASP jurídica só assinara publicações de textos e documentos devidamente aprovados por todos e que as agrupações pós perigo golpista passar poderiam começar a editar seus textos em blogs e outros assinando junto o nome da agrupação, menos assinarem documentos e textos públicos em nome desta somente.

13º e o ultimo ponto de pauta que os pontos de pauta do 8º ao 12º seriam debatidos no CCS SP.

Contato Oficial da FASP / E-mail: fasp-caos@riseup.net / Lista: fasp@lists.riseup.net / Sitio: www.fasp-br.org / Blog: http://nucleos-fasp.blogspot.com/
Correio FASP Cx. P. 12067 / Cep: 02013-970 / Santana / São Paulo - SP-Brasil

13º Nível Econômico da FASP / fragmentos

Construir o Autonomismo como Nível Econômico do Anarquismo


Todo dia aumenta a quantidades de espaços libertários de produção baseado no trabalho sobre o vinculo econômico do Autonomismo.

A "SOMA" de Roberto Freire fez grupos de Terapias Alternativas, como forma de fazer algo fiel as ideias defendidas e em uma forma de arrecadar recursos econômicos para o sustentar as atividades do grupo.

A "Guaia Tribo" produziu agendas poéticas editadas como livro autogestionário, que ganhou muita popularidade na classe media.

A "Imaginário" editou livros e se transformou na maior editora Anarquista de São Paulo na década de 90, sucedida depois por muitas outras editoras que seguiram seu exemplo editorial Anarquista da Imaginario.

A "MAP Jaçanã" criou a Distribuidora Acrata, distribuindo e vendendo livros Anarquistas em toda a cidade de são Paulo como em livrarias, bancas, lojas e pelo serviço postal das agencias dos correios e muitos Anarco Punks começaram também a se organizar suas distribuidoras de livros Anarquistas e Punks.

O "MAP Rio Pequeno" se organizou em uma estamparia com produção de faixas, camisas e letreiros conhecida por "AP Letreiros" e em uma Gráfica de edições comunitárias e contratuais.

Entre outros "MAP's", muitos Anarco Punks se dedicam criar suas Lojas de Tatuagem.

O "MAE da PUC" (Movimento Anarquista Estudantil), criou as Cardinesetas e montou uma Loja de camisetas super legais !

A "FASP" criou a RosArteMaria, uma micro empresa de produção e distribuição de Artesanatos em São Paulo Capital.

Os "Anarquistas" em São Paulo vem criando formas econômicas no método de organização do Autonomismo como os Grupos de Teatro, Edição e distribuição de Jornais Anarquistas, Moto Fretes,  Festas e Show com bandas Anarquistas entre outras formas econômicas de ganhar o seu sustento e sobreviver no Sistema do "Comunismo Econômico" (modelo capitalista da Base da Piramide Social).

Porem a muitos Anarquistas que seguem por outros caminhos, como "trabalhar em uma Empresa", "trabalhar para o Estado" em Universidades e Centros Culturais ou Organizar "ONG's" vivendo desta e com esta fazer seus trabalhos Sociais de militância. 

Porem são poucos os Anarquistas que trabalhando para Patrões ou para o Estado, se dedicam a se organizarem em Sindicatos Livres, Sindicatos Revolucionários ou junto ao Anarco Sindicalismo da FOSP/COB/AIT.

O que leva em evidencia que o Autonomismo é a pratica Revolucionaria da 11º Internacional Autonomista, tendencia esta de influencia Anarquista Mundial e não sobre a influencia do Marckcista no Movimento Socialista.

Devemos por fim Transformar o Autonomismo de fato no "Nível Econômico do Anarquismo" em todo o Mundo e derrubar o fator da dominação de Classe pela Hierarquia ou seja pelo Autoritarismo Publico ou Privado.

Só nos preocupa saber o que os membros da 
12º Internacional ou da Internacional do Cristianismo Libertário , sobre a composição e influencia Anarquista vão fazer; 
1º Compor com o Autonomismo e ser o que são, como Jessus orientou os Soldados de ROMA, apos seu batismo junto a João Batista;
2º Ou se isolar do Mundo em Comunidades Agriculas como fala a Bíblia e interpreta as Testemunhas do 07º Dia de louvor.


O Par Econômico e ideológico


O nível Ideológico do Anarquismo consiste no desejo de um Rei por uma Santa, do Rei Edward por Ana.
Poderíamos dizer que o Anarquismo, sem medo de errar são os votos a Vênus ou seja os votos ao Amor, por tanto quem não ama, Anarquista não poderá ser.
Os Trabalhos feitos para o nível Ideológico tem suas raízes nos Estudos do Rei Edward por Politica e maçonaria com P. Krototkin, J. Prodhon, M. Bakunin e Errico Malataste entre outros maçons.
Anarquismo no nível econômico como corrente comunista que reivindica o Socialismo Libertário que para um bom antededor isto se lé Auto-gestão sócio econômica, (gestão vinda do Alto, provinda de Deus), teve como os seus principais pensadores Bakunin e Kropotikin.
No seio do movimento internacional a luta por autonomia operaria fez nascer o Marxismo como corrente comunista que reivindicava um Socialismo Estatal, ou seja o Poder Publico.
Que assim deixarão a ideologia Anarquista, os votos ao Amor tão somente pela Ditadura do Proletariado  ou seja só pelo Pênis Ereto, só pela foda sem amor para o bom entendedor o deleito e a urgia em cabarés.
Seus principais pensadores foram Marx e Lenin, um Partido de Quadros e outro de Massa, um verdadeiro Atelie de Artes da disciplina econômica da Educação Artística.
Anarquismo & Marxismo foram as principais forças politicas do movimento internacional dos trabalhadores do seculo XVIII e XIX, na AIT ( Associação Internacional dos Trabalhadores ) conhecida também por 1º Internacional, ou Internacional Anarquista, foi o palco destas duas correntes politicas de esquerda se tornarem adversarias na orientação dos rumos que a Luta de Classes deveria tomar.
Com isso surge a 2º Internacional, ou a Internacional Marxista.
Tapas de um lado e de outro, estas duas correntes ainda hoje fazem a cabeça e o coração de muitos militantes de esquerda.
Porem o Anarquismo e o Marxismo seguem caminhos diferentes um optou pelo poder privado e o outro pelo poder publico  mas um filho nascera desta odisseia de evaeadão (bambinos puxando o treno), que não é nem poder publico, nem poder privado, é a síntese de dois poderes, a síntese de pai e de mãe.
O Marxismo bem poderia ser o nível econômico do Anarquismo, mais não é ou foi ou também as comunidades agrarias e Utópicas de Kropotkin um nível econômico anarco-comunista poderia ser o modelo do nível econômico do Anarquismo mais não é mais já foi.
Porem o filho desde encontro se caracteriza pelo seu "Comunismo Monetario",  associação entre Poder Publico e Poder Privado um Estado Empresaria se Alastra pelo Mundo, politicas populares como a de Getúlio Vargas antes a uma China de Capital misto depois.
O Comunismo Monetário não destitui o dinheiro, mas não é somente Capitalista, o dinheiro é gerido por empresas publicas e privadas, a estrutura publica garante hospitais gratuitos, escolas gratuitas, assistências gratuitas diversas entre outras politicas publicas e a estrutura privada garante empregos.
Mas o que caracteriza o comunismo monetário é tão somente a necessidade, igualdade e dever em ganhar dinheiro para trabalhar e trabalhar para ganhar dinheiro.
O Comum a todos agora é "Ganhar Dinheiro".
Entre  muitos modelos de empregos existe aqueles com muita autonomia  com pouca autonomia e com nenhuma autonomia ou quase nenhuma autonomia.
O Asssalariato existe para aqueles que procuram por ter patrão, ou servir a uma hierarquia Estatal ou Econômica e a Autonomia total existe aos empreendedores.
Os Autonomistas são hoje a 12º Internacional neste embaralhado de gatos-cães.
Um Filho que celebra a Bonanza da Santa Ceia opóis o triunfo de sua Jogada ao necessitar entre 12 maçons de tão somente 02 maçãs polos, um polo fiel a ele e outro polo como seu traidor; como amigo secreto que leva a culpa para seu triunfo.

Autonomismo Anarquista, uma Economia Alternativa Libertaria

RosArteMaria vem construindo um 
"Nível Econômico Anarquista"
junto a comunidade com base no Autonomismo como uma Economia Alternativa de Arte.
Escolhemos 03 Ilhas econômicas de organização a primeira produção de artesanato, a segunda distribuição e planejamento, a terceira comercialização logística e estoque.
A primeira ilha produz e arca com todo este processo com autonomia, a segunda ilha compra toda produção ao preço pedido pela primeira ilha e planeja toda a distribuição aos logistas da cidade arcando com estes custos e revendendo a seu preço, a terceira ilha são os logistas que arcam com todo o processo de comercialização e vendem o produto final ao publico consumidor das artes RosArteMaria.

O Primeiro paço foi eleger o tema trabalho e o segundo paço foi eleger o publico. Elegemos então o cinema como tema trabalho e elegemos o publico Pop para objetivo produtivo, o terceiro paço foi organizar as ilhas econômicas e fazer elas funcionarem cooperativamente com autonomia de trabalho e negociação.
Depois surgiram outros temas e públicos bem como a parceria com lojas colaborativas.

Todo Ano a RosArteMaria faz a distribuição de presentes no dia das crianças e no natal as crianças da comunidade e em festas a qual somos convidados, iniciando assim uma aproximação com a comunidade e criando um elo de identidade de grupo e classe na comunidade a qual estamos inseridos.

Os personagens dos filmes de Tin Burton foram uns dos eleitos para o tema trabalho continuo da RosArteMaria.

14º FAESP 

  • A
     
    FAESP esta sendo construída para propor uma organização forte e ativa a nível estadual, unificando todos Anarquistas d
    o Estado de São Paulo que estejam interessados.

    Grupos Anarquistas, Mutualistas, Coletivistas e Comunistas serão igualmente bem-vindos ao debate, desde que sejam LIBERTÁRIOS, ou seja Anarquistas. Isso ja demonstra que há grande diversidade de opiniões, então peço que haja respeito entre os membros. Assim mostramos que é possível convivência sem coerção, e por isso temos que dar o exemplo.

    OBS: Mais uma vez reafirmando: Comunistas LIBERTÁRIOS, da linha de Bakunin, Malatesta e Kropotkin. Marxistas não são bem vindos. Anarco-Capitalistas também não.

    Nossos principais ideais estão listados abaixo (não necessariamente serão compartilhados por todos, há muitas visões diferentes para abarcarmos todas, mas costumam ser os centrais):

    1) Abolição da propriedade privada da terra, das matérias-primas e dos instrumentos de trabalho – para que ninguém disponha de meio de viver pela exploração do trabalho alheio, e que todos, assegurados dos meios de produzir e de viver, sejam de fato independentes e possam associar-se livremente, uns aos outros, no interesse comum e conforme as simpatias pessoais.



    1-2) FAESP vê como motor revolucionario os Movimentos Sociais com esta orientação, bem como as cooperativas criadas pela gestão direta dos trabalhadores.


    2) Abolição do governo e de todo poder que faça a lei para impô-la aos outros: portanto, abolição das monarquias, repúblicas, parlamentos, exércitos, polícias, magistraturas e toda instituição que possua meios coercitivos.


    2-2) A FAESP se orienta pela formação de uniões, associações e federações coordenadas, com o objetivo da formação do Poder Popular emanado da politica horizontal e federativa.


    3) Organização da vida social por meio das associações livres e das federações de produtores e consumidores, criadas e modificadas segundo a vontade dos membros, guiadas pela ciência e pela experiência, liberta de toda obrigação que não derive das necessidades naturais, às quais todos se submetem de bom grado quando reconhecem seu caráter inelutável.


    3-2) A FAESP reconhece esta forma econômica como Auto gestão sócio econômica ou nível sócio econômico do Anarquismo.


    4) Garantia dos meios de vida, de desenvolvimento, de bem-estar às crianças e a todos aqueles que são incapazes de prover sua existência.


    4-2) Garantia social a nível jurídico econômico do Estado.


    5) Guerra a todas as mentiras religiosas, mesmo que elas se ocultem, sob o manto da ciência. Instrução científica para todos, até os graus mais elevados.


    5-2) Formação da identidade religiosa local e cultural, com base no individuo anárquico;


    5-3) Formação de uma Filosofia e Ciência do Poder Popular, onde as palavras são exatamente o que ali estão escritas, fortalecendo os laços cognitivos da formação do consciente coletivo das comunidades e da valorização do processo cultural destes na construção da base filosófica de sua Religião.


    6) Guerra ao patriotismo. Abolição das fronteiras, fraternidade entre todos os povos.


    6-2) Pela busca internacional de alianças entre povos e fóruns internacionais de aproximações culturais.


    7) Reconstrução da família, de tal forma que ela resulte da prática do amor, liberto de todo laço legal, de toda opressão econômica ou física, de todo preconceito religioso.


    7-2) Resgate dos valores religiosos da família e expunção da escoria imoral que destrói a Utopia Familiar.


    8) Formação Politica Especifica em níveis seletivos de afinidades, para ampliação do nível do conciênte politico religioso Anarquista, afim de preparar Anarquistas e camaradas para assumirem responsabilidades em níveis diversos.


    8-1) Entendimento do papel histórico do individuo Anárquico como pivô do processo somático federativo organicista.


    9) Educação Libertaria para liberação do papel hitorico do individuo em sociedade Anarquista;


    9-2) Educação Politico Libertaria para compreensão do Anarquismo não só como objetivo, mais também como caminho em construção da Utopia Anarquista.


    10) Reconhecimento da nessecidade de um nível especifico dos Anarquistas como protagonistas da ação politica ideológica e das comunicações de nível Estado Anarquista e da situação conjuntural especifica e geral.


    10-2) Bem como a compreensão e reconhecimento da existência de tendencias, turmas, grupos, níveis, esferas, estruturas e super estruturas da qual faz parte a formação politica de discernimento do especifismo anarquista e da FAESP/FASP como Anarquismo de São Paulo.


    11) Reconhecimento da FASP (Federação Anarquista de São Paulo) como setor Jurídico de representação da FAESP.


    11-2) Reconhecimento de que na Geografia Paulista se faz a leitura em "SOMA" do projeto da FASP, qual chamamos " O ANARQUISTA DO ESTADÃO ".


    12) Reconhecimento que de entendimento a FAESP como Federação Anarquista do " ESTADO de São Paulo ", só membros Anarquistas do Estado SP ou em melhor entendimento que só membros do ESTADO de SP que são Anarquistas falam em nome da FAESP através do Secretario Geral da FASP.


    12-2) Segue em ESTATUTO DA FASP EM SITE: www.fasp-br.org e anexo no final deste texto.


  • 13) Ponto Ultimo; se entende por Anarquistas os devotos de Vênus Afrodite reunidos pelo sincretismo religioso no nome da princesa Judia ANA que se tornou uma das Santas do Catolicismo.

    13 -2) Se adota como bandeira Anarquista as cores vermelhas e Negras da Ordem do Rei Inglês Edward, um dos amores da princesa Ana. 

    14) A FAESP adota o Catavento de 05 pontas nas cores Vermelho e Negro como simbolo do Pentagrama da FAESP

15º Confederação Anarquista Outros 500 - C.A. Outros 500 - Pauta Publica Registrada do Ultimo Encontro Anarquista

CAOS - Confederação do Anarquismo Organizado Socialmente, Confederação das Federações e Confederações Nacionais Anarquistas em todo o mundo, instancia de decisão politica geral do Anarquismo Organizado.
FALA - Federação Anarquista Latino Americana, coordenação Latino Americana das Organizações Confederadas no Anarquismo Latino Americano.
CAOB - Confederação do Anarquismo Organizado brasileiro, instancia de representação e decisão nacional das Federações Anarquistas Brasileiras.
FAB - Federação Anarquista Brasileira, instancia de coordenação das Federações Anarquistas Brasileiras.
FASP - Federação Anarquista de São Paulo, setor Jurídico legal de representação e decisão politica da Federação Anarquista de São Paulo a FASP responde publicamente pela FASP, FAESP, FAISP, FACSP e Núcleos.
FAESP - Federação Anarquista do Estado de São Paulo, setor que agrupa regionais da Federação Anarquista de São Paulo, instancia de coordenação e decisão politica destas instancias que não tem representativa publica, sendo a FASP o setor publico e jurídico de representatividade desta a FAESP.
FAISP - Federação Anarquista do Interior de São Paulo, instancia regional de representação e decisão locais, decidem a abertura de novas regionais.
FACSP - Federação Anarquista da Cidade de São Paulo, setor de representação e decisão de competência local da cidade de São Paulo. 
Núcleos FASPianos- Federação de agrupações locais de Anarquistas em São Paulo, que podem abrir seus setores reginais de agrupações por frentes e atividades. critério de ingresso por unanimidade.
Juventude Anarquista - Setor das Juventudes Anarquistas, que decidem por atividades extra-politicas do CAOS, sobre os interesses de direitos etários e solidários.
CA Outros 500 - Setor de identidades locais, que decidem sobre politica e simbolismo Federativo de Frentes, Setores, Seguimentos, Atividades, Associações Sociais, bem como posicionamento sobre fidelidade simbólica Anarquista nas Federações e Confederações Anarquistas.

Decisões Gerais do ultimo Encontro Anarquista

CAOS - A CAOS se decidiu por ampliar as manifestações Anarquistas em todo o mundo e pediu Solidariedade a Grécia Rebelde e Revolucionaria que mostra ao mundo que o Atheismo 33 esta vivo.
FALA - A FALA se decidiu contra o FAO como instancia Latino Americana do Anarquismo pelo motivo desta querer construir o Anarquismo Latino Americano sobre a farsa chamado FAU na referencia histórica do especifismo, bem como declara que o Especifismo é o modulo operativo inglês e não latino Americano, não cabendo este a falsa propaganda de um modelo Latino Americano de Organização Anarquista, sendo a FAU a cabeça desta tênia do Anarquismo Organizado Latino Americano.
CAOB - A COAB se decidiu em ampliar o processo da " Luta por moradia" em todo o Brasil, como bandeira politica de interesse popular de recrutamento Anarquista, bem como adotar a pauta de trabalhos da FAB sobre especifismo, Voto Nulo, Comunismo Monetário.
FAB - A FAB se decidiu por atividades de coordenação a nível nacional de uma atual politica Propaganda Unificada Anarquista de recrutamento e elegeu os temas para os trabalhos:
Especifismo, modulo Anarquista de Organização;
Voto Nulo, a ideologia do debate Anarquista sobre politica;
Comunismo Monetário, Resistência Popular ao novo processo mundial do atual desenvolvimento Capitalista internacional.
FASP - A FASP se decidiu por uma associação de ajuda mutua econômica promovendo uma comuna faspiana familiar de moradia e um nível econômico autônomo de fabricação de bonecos de presentes artesanais, estes sendo distribuídos a logistas e  com quiosques em Shoppings Centers.
FAESP - A FAESP se decidiu em ampliar as comunicações de internet e na promoção de listas, sites, blogs, emails, comunidades, chats e provedores Anarquistas.
FAISP - Se decidiu por ampliar o setor das Juventudes Anarquistas e a aproximação com oque sobrou do MST frente a 10º Internacional Populista com Lula e Hugo Chaves a frente do processo Latino americano das Esquerdas Mundiais. A FAISP decidiu ampliar no interior o setor de transportes autônomos ou cooperados como os Moto Fretes, Moto Táxis e Moto Boys, bem como o setor de reformadoras de Moveis, Estofados, Veículos e Casas.
FACSP - A FACSP se decidiu pela autonomia libertaria dos núcleos na decisão de atuação, devendo estes ter em pauta o chamado "Comunismo Monetário" como a nova Situação Econômica do Estado Mundial na Luta de Classes Internacionalcabendo aos grupos decidir formas libertarias de Autonomia das micro empresas anarquistas frente a nova ordem mundial econômica.
Núcleos da FASP- Os núcleos presentes no encontro decidiram por ampliar o nível econômico Anarquista, criando "Ilhas Econômicas" ao estilo SOMA de empresas formadas por Anarquistas e outros companheiros selecionados pelo critério de produção e autonomia libertaria. Se decidiu se trabalhar com a tendencia pro Sociedade Alternativa como sendo a versão Anarquista de produção e comunicação, se elegendo o Cinema como Matriz desta, seguindo o exemplo da micro empresa RosArteMaria.
Juventude Anarquista (do Setorial da FAB)
A "JA" decidiu  ampliar os Setores Musicais nacionais com bandas de MPB, ROCK Nacional, EMO, Punk, Reggae, RAP Nacional e Influencias Latino Americanas. A "JA" Entende que sua orientação Anarquista vem da Inglaterra porem as pessoas comuns para quem as musicas pretendem alcançar estão isoladas da influencia inglesa Anarquista que se trata de códigos da cognição da frequência da liga dos Espíritos Ingratos diga-se Ingleses para todo o efeito religioso. Porem devendo os Anarquistas se esforçar para Sociabilizar os códigos civis e militares Ingleses para assim poder aproximar do núcleo central da Anarquia Mundial a nova ordem anarquista mundial de Edward, nosso REI.
CA Outros 500 - Decidiu por aplicar as cores Vermelho e Negro da Nova Ordem Mundial Anarquista em todas as Frentes de militância afim de construir uma identidade internacional do Anarquismo Organizado, bem como se decidiu por duas cores complementares de identidade junto com as cores vermelho e negro oficial ao Anarquismo, sendo estas as cores Branco e ou Amarelo. Também em pauta se decidiu que nas cidades sem formato de uniforme mais com adesão as cores vermelho e negra se usassem na parte superior a veste vermelha e na inferior a veste negra como uniforme do anarquismo organizado.


16º O Estado Anarquista - Uma Geopolítica da existência contra-cultural

Quem foi Ana ?
A Bela de Edward



No Cristianismo Ana foi a vó de Jessus, remetendo o Anarquismo a uma casa simbólica de existência temporal antes do cristianismo nas escolas religiosas das igrejas devotas e fieis a Cátedra da SE ou da cátedra de Santo Edward, o Radical Ed da Igreja Românica da Ordem Vermelha e Negra.
Ana princesa da Inglaterra foi retratada no conto de Hobbin Hoody, como uma bela moça desejada pelos rebeldes primitivos do Anarquismo insurgente, porem muito mais que um conto de Fadas a princesa Ana existiu era a " BELA de Edward ", rei dos Ingleses que inspirou o atual filme de amor em nome do REI "A Saga Crepuculo ", que em nome da luz que ilumina as trevas no nome do REI colocaremos o "Amanhecer.

Quem foi o Anarquista ?
O REI coroado ainda Menino pelos anjos

Edward foi coroado ainda menino e circuncidado  rei dos namorados se tornaria o rei dos ingratos, cantou aos sacerdotes judeus o pecado inicial e que a origem do pecado fora o ato do sexo e que todos cometiam este ato inicial ao pecado se não se tornarem celibatários e foi visto assim pelos sacerdotes como um filho de eva, escolhido em suas próprias palavras Deus.
Ainda menino não tirava os olhos das meninas e se encantava com as loiras e fora perseguido por gostar dela meninas.
Por sua BELA, Edward, Rei dos Ingleses, que transformou o Cristianismo na maior religião do mundo, edificando castelos, catedrais e igrejas em todo o mundo onde aceitassem o seu salvador, muitas vezes dito como o seu jogador na casa dos espíritos ou na "Sociedade Alternativa" como é conhecida hoje a antiga chamada de A Casa dos Espíritos.

Quem jogou no time Anarquista ?
Os Príncipes, Aristocratas, Deputados, Padres e trabalhadores Anarquistas

Na Historia e nas biografias Anarquistas estão cheios de nomes ilustres como de Príncipes, Nobres, Aristocratas, Padres e Trabalhadores, que abriram a mão do que tinham pelo amor e que entre estes muitos deles se declararam Anarquistas.
Não era de se esperar menos, pois o Anarquista era o REI Edward e a sua "Sociedade de Historiadores e Geógrafos" veio junto com nomes de Anarquistas Geógrafos como Kropotkin e Elisée Reclus e até hoje um ESTADO inteiro do alto a base e da base ao alto da piramide social se declararam Anarquistas. Construindo os alicerces do Estado Anarquista Mundial.

A Catedral da SÉ, uma Catedral Anarquista
Em nome do REI EMO o amanhecer, a luz de nossos caminhos apos as trevas

Os Bairros em círculos concêntricos do poder da Sant'Cruz de norte ao sul, de leste ao oeste:
A Politica de fluxo e refluxo de militantes e influencias pelo método das organizações anarquistas internacionais cujo objetivo era o Sonho Libertário do menino rei.

Os "Maçonaria Anarquista", construiu a cidade de São Paulo deixando pistas e nomes para se descifrar uma Esfinge Viva do Rei Edward ou Eduardo se preferirem. Em Formato de Cruz 05 bairros formam os códigos do "Cristianismo Libertário", quatro pontas da Santa Cruz e uma de seu centro ou da FACE do Cristo, filho de Santa Maria, REI dos Ingleses.


Zona Note - Edu Chaves a ponta norte da Santa Cruz
Há Chaves é sempre você ! Tinha que ser você Edu Chaves, Pirata da Anarquia Mundial.

O Nome do Calvário " EDU Chaves ", não riam (INRI) ou vão todos para o Teatro para rir para aprenderem o porque desta ordem e vão então inverter a logica e rirem para não chorarem com o mestre cebolinha das Mãos de Tesouras EMO.
No Bairro ao centro o 1º circulo concêntrico a Igreja Anarquista, no 2º circulo concêntrico a Biblioteca do Estudante Libertário e no 3º circulo concêntrico a Praça Livre como espaço do Poder Popular ou Espaço Livre do Povo.
Esta Politica de níveis de fluxos e refluxos de militantes Anarquistas revela o Sonho Anarquista, a Utopia Libertaria do Menino REI qual os Anjos Escolheram para Reinar na Imaginação e nascer assim; o Clã da Educação = Religião, Cultura e Liberdade, descritos pelo Estado Anarquista.

Zona Central - SE a cara do filho de Maria, a Nave EMO
Ele chorava eu não entedia porque, depois entendi não fora o rei que fez tudo isto, foram eles que não sabiam o que faziam no nome de um Santo REI Menino, perdoou eles meu "V", eles não sabem o que fazem, porem quando saberem, não perdoou mais, MATEUS todos. 

Na face da Santa Cruz a revelação era ele o filho de Maria de barba na cara, pregado no simbolo da SOMA e ainda crente em sua FÉ, que descobrira o porque teu pai "V" o abandonou ali, não porque ele quis, mais sim porque ele era um fiel corintiano recrutado e escolhido para continuar a sua luta, a sua vida contra o Poder e a tirania opressora e politica.
Vista do alto aquele que falou de Anjos, sua catedral parece uma Espaço Nave e dentro da Santa SE a Ascenção de Cristo pelos céus de Aviões, Bibliotecas e Praças Publicas Mundiais.

Zona Sul - Santa Teresinha o ABC do Clã da Educação
Na Igreja de Sant'Ana ele acordou nos seus pês estava Teresinha segurando Flores do Jardim encantado do Éden, de Radicais E, ED e agora EDU.

Não chore mais Teresinha, o senhor da Inglaterra é o Senhor dos Caminhos, é a Bandeira Inglesa a regente da Anarquia.
 Neste caminhos da realidade construímos com muito trabalho, todo dia da semana trabalho e mais trabalho, esta é nossa salvação, esta é a nossa revolução libertaria, revolução classista e social, de fieis devotos e seguidores dos caminhos de nosso Senhor, de nosso REI, de nosso único Deus.
(Anuncio do Anjo dos Caminhos as boas esperanças de Santa Teresinha)

O bairro de Santa Teresinha, chamada de Santa das Plantinhas existe um espaço anarquista organizado por bombeiros, direcionando um Anarquismo militar de ajuda mutua, de defesa da população, como o exemplo que todo militar deve seguir, um exemplo de escoteiros da Revolução Mundial.

Zona Leste - São Mateus e a Ordem da Inversão Santa
Mateus todos, cortem suas cabeças, empalem elas em mastros, ergam a Santa Cruz, que ali edificaremos uma nova Igreja Gótica, pois eles mostraram que sabem o que fazem, são criminosos de conciencia, comeram do Fruto Proibidu de meu Jardim encantado.

No nome das ruas e em sua organização, o Mapa da Anarquia, uma formula carbonaria de Estado Anarquista Mundial, um Espectro Comunista Internacional de SETE, um novo Egito Sistemático, uma Revolução da Libra, um REI cara de Pau portador da Ironia Politica de Resistência, de ações que mencionam lugares, pessoas, pensadores, livros, filmes, códigos e logicas de cultura e comportamentos sociais. 

Zona Oeste - São Pedro e os Punks da Freguesia do Ó
O código de sangue, o tipo sanguíneo do rei, a descendencia de São Pedro. 

Foram 03 Shows Punks enfrente a ti Pedro, mais no segundo cantar do galo você não quis mais viver, pois o rei é a SOMA, é ele agora a Santa Cruz, ele não Morre, ele é um Imortal, ele somos todos nos agora, TODOS somos agora ele, somos o Exercito em seu nome, o exercito de um único homem, de um único Deus Humano, de um único sistema humano.
(Discurso para Pedro de um Rebelde Anarquista)

A descendencia da dinastia de São Pedro chegou a sua Geração de netos, os chamados "Geração Net", porem justo na casa de Santa Maria um problema, as síndromes Paternalistas, Competidoras e Protegidas, leva a episódios de luta do ressurgir do problema chamado "CAIM E ABEL", um filho portador dos códigos de desenhos animados e outro portador dos códigos de video games, se combatem e as Mãos de Tesouras marca a bunda de um como em um episodio de desenho animado versus video games da Matrix.
A competição vai mais longe o 3º filho resolve se casar para fugir do espaço das brigas e o 2º filho se torna PAI antes do REI, e São Pedro lá do céu deve ter ficado sabendo que virou bisa vô, pois seu bisneto ganhou o nome de PIETRO, tradução de Pedro na Rússia e apaziguada as brigas a jogada continua, mais agora cada macaco no seu ganho, cada um na sua.

17º Politica Mundial de comunicação Anarquista

Nível Ideológico

A Bandeira Anarquista com o Corte Diagonal representa a Ideologia Inglesa de ascensão de Classes e no Capitalismo a ascensão de Classes Econômicas. Representando que com o trabalho os trabalhadores ascenderão ao poder econômico, porque é os trabalhadores a construir todas as riquezas sociais, devendo os Anarquistas se organizar em grupo de Luta de Classes para vencer o explorador capitalista e transformar o mundo na Utopia libertaria de um mundo de trabalhadores que ascenderão ao poder econômico social e politico no mundo.

A Bandeira Anarquista com o Corte Horizontal representa a ideologia Francesa de Igualdade.

A Igualdade Social defendida pelos anarquistas é um nível social de lutas é só pode ser construída com todos e com pessoas que abram mão da indiferença social e saibam construir um mundo de iguais, sem hierarquia e sem autoridade aqui e agora como Anarquistas.
 Diferente da politica da Ideologia Inglesa que fala em tomada do Poder Econômico pela Classe Trabalhadora e ascensão da classe trabalhadora em sua revolução econômica mundial, a Ideologia Francesa fala em; Construir um novo mundo onde o Anarquismo seja uma Base Popular Ideológica não existindo diferenças entre ideologia Anarquista e Classe Trabalhadora e desta formar construir um Mundo Anarquista.

Nível Jurídico

A Bandeira Anarquista com o Corte Vertical representa a Ideologia de Estado e muitas vezes não é compreendida por muitos Anarquistas a sua necessidade e existência, ela faz parte inicial dos grupos Anarquistas que criavam Cartas de Princípios e Estatutos que foram muitas vezes registrados em cartórios como das associações sindicais, comunitárias, estudantis, civis e sociais, por necessidade de segurança e defessa corporativa de grupo e classe social.

Níveis Ideológico, Jurídico e Sócio Politico, onde tem os 03 tem União Anarquista, tem Libra Esterlina Anarquista

Os grupos Anarquistas devem se organizar em nível ideológico com suas Cartas de Princípios e Estatutos e promover um nível social onde façam valer um nível jurídico social horizontal, ampliando a participação politica e radicalizando a participação nas manifestações publicas, trasando uma politica de comunicação e propaganda Anarquista para os dois níveis ideológico e social.

PARTIDO ANARQUISTA INTERNACIONAL

18º Correntes Socialistas e o Anarquismo

Muitos grupos Socialistas carregam com eles a particularidade regional e a filosofia do seu comportamento do caráter de seu povo perante o processo Socialista Internacional.

Os Socialistas Ingleses falavam da tomada do Poder Econômico da Classe Trabalhadora em ascensão econômica como elite produtiva e que o poder politico não era o pivô do processo Socialista como queria Karl Marx e sim a consequência da revolução econômica.
Os Ingleses tem como filosofia central a afinidade especifica de grupo ou o chamado Especifismo Filosófico, falam e pensam de modo especifico e são arrogantes quando não entendidos. 
A Inglaterra proclamou ao Mundo que eles são a única Monarquia Mundial e King Edward o único REI e seus sucessores os que mantem viva a chama da Monarquia no Mundo.
O Anarquismo Inglês é o capa preta das comunicações Anarquistas e fez da Bandeira do King Edward a Bandeira do Anarquismo.

Os Socialistas Franceses falam em derrubar o Estado e a consolidar Comuna da Liberdade o Estado mencionado pelos franceses é a estrutura de dominação exercida pela classe religiosa, econômica e cultural nas figuras do REI, do Clero, da Aristocracia, da Burguesia e dos Soldados Militares e a Comuna é a posse publica de tudo por todos gerida pelo poder das Assembleias do Comuns.

Os Franceses tem como Filosofia o Possibilismo ou as possibilidades como pensamento de grupo, e foi este pensamento que deixou a França Rica e como sendo a Capital Cultural do Mundo.
Os Franceses criaram uma Comuna das Artes, onde fazem da Revolução Socialista uma arte ideológica do pensamento politico.
Os Anarquistas franceses não pensam especificamente como os Ingleses pelo contrario a filosofia possibilista Francesa trouxe ao Anarquismo a Pluralidade de diferenças reunidas em um Anarquismo Sintético, porem querem os Franceses um mundo ou Comuna Anarquista, não diferenciando como fazem os ingleses; Trabalhadores de Anarquistas, pelo contrario para os Franceses os Trabalhadores são os Anarquistas.

Os Socialistas Alemães de Karl Marx falavam da tomada do Poder Politico pela Classe Trabalhadora e que este deveria realizar o Poder Socialista com uma forte gerencia de um Estado Socialista em Ditadura do Proletariado.

A Filosofia Alemã é o Determinismo de determinados como quem tem bem claro o caminho e as leis a seguir, esta filosofia só foi abalado pela subida da serpente "Hitler" como condutor desta determinação qual transformou e afundou o pais pelo militarismo como organizador deste esprito determinado.
A Alemanha foi evangelizada no fruto hebreu e para fugir desta identidade fez do Arianismo uma identidade que pudesse elevar seu povo a condição de nação, porem perdeu a guerra porque seu território esta localizado em uma região estratégica de altos interesses econômicos e teve que  reformular seus conceitos de Identidade Libertadora pós as derrotas nas Guerras que causou ao mundo.
O Anarquismo Alemão é um Anarquismo de Identidades de Grupos como forma de Resistência Cultural.

Os Socialistas Espanhóis falavam em construir um poder da Classe Trabalhadora em um governo somente dos trabalhadores desassociados ao Poder do governo e das instituições Burguesas e que o Sindicato seria este novo Governo dos Trabalhadores, transformando a Espanha em uma Republica Sindicalista.

A Filosofia Espanhola recebeu inúmeras influencias pelas ocupações que a região recebeu e encontrou na Filosofia do Trabalhismo a sua identidade de classe como Classe ativa e produtora das riquezas e esta filosofia levaria a Espanha a Guerra Civil.
A Espanha se localiza numa região estratégica oque levou a mistura racial e as diferentes influencias religiosas e filosóficas. Justo estas influencia fez o Espanhol a se apegar ao trabalho como respostas aos problemas sociais.
O Anarquismo Espanhol com a forte Filosofia Trabalhista transformou em pouco tempo esta em Filosofia Anarquista oque determinou a Existência de uma Comuna Sindicalista Espanhola, uma mistura do pensamento francês e espanhol deu origem a CNT.

Os Socialistas da Ucrânia queriam um Poder Popular baseado no Sovietes Livres sem o controle do partido ou hierarquia de fora interferindo na gerencia do Poder Popular dos Sovietes.

A Filosofia Escolástica era a Maquina do Sistema e os Sovietes eram vistos como Comunidades Eclesiásticas de Base, porem o problema religioso era os Padres e Bispos a qual a comunidade acreditava e defendia que estes deveriam ser da Região e indicados por eles e não indicados por Roma ou pelo Papa, e estas figuras foi transferidas ao Partido Comunista da Rússia como interventor Politico Religioso que queria indicar seu representante a mandar nos Sovietes Livres.
A Ucrânia é outro Pais em uma região estratégica de ligação entre Europa e asia, além de riquezas minerais importantes.
O Anarquismo Ucraniano se organizou contra o poder de Intervenção do Império em um Exercito Insurgente de camponeses e operários  sua luta era de Libertação contra a interferência de Roma ou da Rússia sobre seu povo e território.

Os Socialistas Russos queriam uma Ditadura do Proletariado com extremo controle por um Partido Forte e Centralizado que governasse toda a Rússia Socialista.

A Rússia tem como Filosofia o Paternalismo o que gerou a ideia de um PAI ou Partido Forte que administraria a Casa ou Nação Russa.
O Território Russo é o maior Império Nação do Mundo, acho que foi isto que fez Ingleses, Franceses e Espanhóis correrem para invadir a América para em segundo momento polarizar com a Rússia e conseguir vencer O Grande PAI.
O Anarquismo Russo é rico em grupos, tem Comunidades Cristãs de Base, Maçons Anarquistas, Boêmios ... mais o que marcou o Anarquismo Russo foi a participação dos Anarquistas nas Estruturas do Estado Socialista, pois muitos que não seguiram neste caminho se isolaram em comunidades agrarias camponesas ou foram assassinados por sua agitação politica contra o Partido e em pro de uma Liberdade que era vista pelo Partido como Ideologia Imperialista Britânica ou Capitalista.

Os Socialistas Chineses queriam um Império Socialista como reacensão do antigo Império Chines renovado com o Socialismo, esperaram por muito tempo esta possibilidade até que a bipolarização do mundo entre dois sistemas Capitalistas e Socialistas gerou as condições para sua Utopia Imperial.

A China tem como conceito a Filosofia Imperial e esta vai transformar como dito acima a China no primeiro Império Socialista mundial enquanto a Rússia foi vista como primeiro Estado Socialista Mundial.
A China é o terceiro maior território mundial e foi junto a Rússia, o primeiro maior território mundial que bipolarizaram o Mundo entre Socialismo e Capitalismo.
O Anarquismo Chines como teve um efeito como na Rússia aos Anarquistas porem foi na China e no Japão que os Anarquistas se tornaram homens bombas contra o Poder do Império. 

Os Socialistas Cubanos queriam combater a ditadura capitalista de Batista que habitava a ilha Cubana e tomar o poder em seguida se estabelecer como uma Ditadura Socialista, tiveram que dar as mãos aos Russos e se tornaram os Inimigos numero 001 do Império Capitalista bem debaixo da sua sacada.

A Filosofia de Libertação foi a filosofia mais forte no Socialismo Mundial no ultimo seculo.
Cuba estava também em uma região estratégica e isto fez dela a "Mosca da Sopa" do Império Capitalista Mundial.
O Anarquismo Cubano e Caribenho teve fortes militantes Anarco Sindicalistas Espanhóis antes de Fidel Castro que prendeu todos depois que se tornou o ditador na Ilha, sua influencia marcou o Movimento de Libertação Nacional com a Bandeira Vermelha e Negra do Anarquismo.

Os Socialistas Latinos Americanos e Africanos se lançaram nos Movimentos de Libertação Nacional promovendo as Guerrilhas de Libertação expirados em Ernesto Che Guevara e seu modelo conhecido como Foquismo, onde a Guerrilha deve atacar o foco do problema, porem defendem a tomada do Poder pela Guerrilha como Partido Militar e este Partido Militar deve promover a Ditadura Proletária.

A Filosofia de Libertação Nacional nascida dos ideais caribenhos se alastrou pelo mundo com CHE Guevara e levou o ideal para o continente Africano, que vive até hoje a guerra de guerrilhas.
América Latina e Africa aderindo ao Socialismo incomodou o pentágono que pediu a cabeça do Che, pois alastrava os ideais Socialistas a espaços de influencia Capitalista e a espaços de dominação Capitalista qual tal exercida como na Africa do Apartheid.
O Anarquismo nestas regiões recebeu muitas influencias mais se destaca as influencias do Anarco Sindicalismo Espanhol e do Especifismo Inglês.

Os Socialistas Americanos são um Movimento de Contra Cultura estilo Hippy, Beatniks, Black Panther, Punk's, EMO's ... e falam em criar as condições de liberdade através de estruturas que eles criarem e foi este grupo que criou o Socialismo Underground, de militantes que criaram as bases da atual internet e hoje o Grupo Anonymous são o mais forte grupo de Conspiração Socialista Internacional do grupo de Socialistas Americanos ou aderidos ao Americanismo de Resistência Contra Cultural.

A Filosofia Contra Cultural tomou o cenário mundial por suas musicas e comportamentos.
Os EUA são o segundo maior Pais do Mundo em território e suas regiões de influencias estavam a Europa e América Latina.

O Anarquismo Americano é marcado pelo Pacifismo Cultural com o comportamento das Juventudes Americanas contrarias ao poder que seu pais exerce no Mundo com Guerras e violências. 
Os Socialistas do Oriente Médio aderiram em primeiro momento a guerrilha islâmica e depois em segundo momento a militância de conspiração na internet e agora buscam um modelo Socialista Islâmico baseado na Família.

A Filosofia da Guerra Santa marcou o mundo Islâmico rebelde e qualquer Sistema que consiga ali se manter não apagara a memoria deles e do mundo interligado pela internet.
O Oriente Médio é outra região estratégica por causa do petróleo mais com um importante ponto de gerencia, foi no Oriente que nasceu o Monoteísmo Religioso cuja força da palavra faz balançar muitos grupos não monoteístas, e por tal motivo berço das 03 Religiões Monoteístas Mundiais; Judaísmo, Cristianismo, Islamismo um verdadeiro barril de pólvora de Piratas da Anarquia Mundial.
O Anarquismo no Oriente Médio chegou noticias só agora para nos Brasileiros, a qual disseram que depois de um período de perseguição conseguiram se reorganizar e através da internet nos mandam noticias, o Anarquismo no oriente médio é marcado pela clandestinidade e volta publica por noticias na internet e militância internauta de jornalismo.

19º Especifismo Anarquista, como se organizar


O Especifismo Anarquista, como devem os Anarquistas se organizar em um 
Estado Anarquista.

Devem os Anarquistas se constituir em grupo especifico formado somente de Anarquistas e atuarem em níveis e frentes.

Devem em primeiro momento fortalecer o "Nível Estado", composto por alianças entre famílias, com reuniões frequentes e fraternas.

E segundo momento devem se constituir em "Nível Econômico", composto por atividades confederadas onde organizem uma micro empresa autogestionaria ou autonomista.

Em terceiro momento devem registrar junto aos cartórios um "Nível Jurídico", composto por seletos membros Anarquistas de grupos diferentes e centralizar a entidade no Secretario Geral de forma a não perder esta a falange democrática golpista, que deseja tomar o trabalho do grupo.

Em quarto momento devem organizar um "Nível Social", com seus Sub-níveis que chamamos de Fretes Locais e Setores;

Comunitária, Estudantil, Operária ou Sindical, Campesina ou Rural, Indígena ou Cultural.

Em quinto momento fomentar um Movimento Social Livre e trabalhar para o crescimento ideológico e politico deste, constituindo uma Tendencia Libertaria interna ao Movimento Social e selecionando militantes metodicamente para formar grupos Anarquistas ou participar dos que já estão formados.

Em sexto momento fomentar o crescimento de Setores Estratégicos no Movimento Social como: Frente de Massa, Educação, Comunicação e outros flexíveis eleitos pela necessidade e não pela forma pronta de modelos determinados.

Em sétimo momento constituir Setores Táticos como os de Cultura, Gênero, Etários e outros eleitos por agrupações locais.

Em oitavo momento investir em um "Nível de Segurança", composto por seletividade organicista e por compartimentação publica e privada de membros selecionados.

Em nono momento voltar a se constituir em "Nível Ideológico", se organizando em "Ateneus Libertários", que trabalharam atividades de formação, atividades cultura, encontros, entre outras ... como se realiza nos CCS's.

Em decimo momento devem promover um "Nível Politico", onde a pratica da horizontalidade, da participação, do federalismo, da ação direta, do apoio mutuo, da busca do consenso e da sociabilidade libertaria sejam transformados em princípios de organização que neguem o autoritarismo e se tornem de tal forma anti autoritários, devendo os Anarquistas negar posicionamento golpistas, posicionamentos de ilustres e posicionamento de anti classistas como a opressão. 

Desta forma buscar que as reuniões sejam em circulo, onde todos tenham direito a voz e a voto e onde não houver um consenso, a decisão final deve ser feita através do Secretario Geral da Entidade Jurídica, que administra a seção de trabalhos da casa onde é o responsável pela atividade que esta em debate em em pauta.

Em decimo primeiro momento resgatar o "Nível Publico", digo o nível do poder publico e do direito publico sobre o patrimônio comum, traçando politicas para os espaços sociais e planejando um plano de prioridades locais e de gestão local, gerando a participação popular na gestão publica.

Em decimo segundo momento os Anarquistas devem traçar um "Plano de Poder do Anti Autoritarismo", porem não há formulas magicas para isto, na Revolução Espanhola o caminho de Poder dos Anarcos Sindicalistas eram os Comités Sindicais, o que levaria a Espanha a uma Republica Sindicalista, na Revolução Russa o caminho de Poder dos Anarquistas eram os Sovietes Livres, o que levaria a uma Democracia Direta, na Revolução Chinesa o Poder dos Anarquistas eram as Agremiações livres nas Escolas, o que levaria a uma Monarquia Popular.

Na Espanha os Anarquistas perderam pois bateram de frente contra o poder econômico da classe patronal constituída em Estado, na Rússia perderam para a traição do Partido Comunista que deu um Golpe de Estado e traiu aos Sovietes Livres e na China perderam para a Revolução Cultural que perseguiu todos os intelectuais não liberados pelo Partido a defender ideias e princípios que não estavam ou não pertenciam a cartilha do Comunista da doutrina Maoísta. 

" Eu vi a noite negra e um céu vermelho a cobrindo, ao centro o sol se pondo e sabia que um dia toda a maldade acabaria, como todo noite vem depois do dia "

20º Visionários de um programa de Poder Anarquista


O Programa de Poder do Anti Autoritarismo

Na Revolução Espanhola eram os Comités Sindicais a base do poder do Classismo Politico Espanhol onde o Sindicalismo Revolucionário recebeu forte influencia Anarquista e se decretou Anarco Sindicalismo, porem esta Utopia vista e revista pelos Visionários levaria a Espanha a uma Republica Sindicalista, pois os comités sindicais eram a base do novo poder popular na Espanha.
A Revolução Espanhola bateu de frente contra o Capitalismo, a Classe Patronal, o Clero, o Fascismo, e toda forma de Autoritarismo, foi derrotada pelos falangistas e pelo Exercito Franquista e traída pelo Partido Comunista.

Na Revolução Russa eram os Sovietes Livres a base do poder de gestão politica comunarte onde os Anarquistas investiam sua participação politica com mais exito, tendo como  Base de gestão política o Sovietes Livres, onde os Visionários deslumbravam uma Utopia Libertaria da Democracia Direta sem a interferência da burocracia do Estado ou da intervenção do Partido Comunista Russo.
A Revolução Russa foi traída pelo Partido Comunista que decretou um executivo do partido para cada Soviete que agora não era mais livre e devia obrigações para as autoridades de Moscou.

Na Revolução Chinesa eram as Agremiações Estudantis a maior base politica do Partido Comunista Chines que sonhou com uma ação Visionária edificando uma Monarquia Popular construída pela base popular comunista, onde sua forte Mistica Doutrinaria, logo perseguiria os Anarquistas, pensadores e intelectuais livres não liberados pelo Partido Comunista Chines e sua Cartilha Doutrinaria Maoista.
Os Anarquistas não foram traídos somente pelo Partido Comunista Chines e sim pela formula magica da Mistica Doutrinaria que fazia a verdade exclusiva do Partido Maoista não ser contestada e seguida a ferro e fogo pelos chineses ideologizados.

Na Revolução Caribenha eram as Associações Culturais promovida pelos Anarco Sindicalistas Espanhóis e Italianos a maior influencia libertaria que criou uma pratica de um Sistema Federativo com base nos Ateneus Libertários sendo transformados em um Sistema Politico do Anti Autoritarismo na Nicarágua, em Cuba, no México, em Honduras e em Barranas.
Os Anarquistas perderam na Nicarágua pois a direita via como sempre eles como subversivos e perseguiu os pensadores livres e ainda em um segundo momento perdendo as raízes da Ordem Vermelha e Negra ajudam a fundar o Partido da FSLN e se vem engolidos pelo jogo democrático,  em Cuba influenciaram o Movimento Popular que adotou suas cores como as cores da Libertação, porem com o assassinato de Camilo Sin Fuegos os Anarquistas se viram calados e com a morte de Che Guevara se viram ameaçados a se tornarem os novos presos políticos de Cuba, no México se lançam para a guerra de guerrilhas e se somam nos primórdios do EZLN, em Honduras e no Barranas se juntam a Resistência Popular e saem trocando tiros com a Policia usando dreadlocks e fundando o movimento rastafári que em primeiro momento foi  perseguido pela policia até o advento Bob Marley.

Uma coisa é certa pela direita ou pela esquerda nos Anarquistas fomos sempre os inimigos por falar em Liberdade e sonhos de grupos sociais.

O Programa do Anti Autoritarismo deve levar esta questão, independente do campo politico, seremos os inimigos do poder e de quem manda e desmanda.
Pois batemos de frente contra o Ego Paternalista e Autoritário, devemos entender o mito Luciferiano do Arcanjo que contesta, o mito Satânico da Inversão Santa, o mito do Diabo que ofende e é punido, o mito da besta que foi humanizada e vive o dilema entre ser ou não ser a carne ou o espirito.

''Quando o REI tiver armas e não somente tintas, nos iremos armados não só com spray de Punk's e conquites motov´s de rebeldes, iremos armados como um exercito de um homem só, para na nossa revolução da cores, vencermos !"

21º A Internacional Anarquista

Avançar o Anarquismo em todas as direções ! 

Internacional Anarquista também é chamada de 1º Internacional, foi marcada pela forte presença do Sindicalismo Revolucionário e posteriormente pelo Anarco Sindicalismo.
Porem não foi só de Sindicalismo que o Anarquismo insurgiu no mundo.
A criação de Ateneus Libertários foi a forma encontrada pelos Anarquistas para trabalhar Formação Politica, Cultura libertaria e Educação Libertaria junto ao Movimento Social que insurgia na Europa, Caribe, Brasil, Argentina e China como por exemplo os grupos de gênero como a Luta Feminista e Ecologista.
Estes grupos levaram o Anarquismo a ampliar sua pluralidade e participação organicista.
Anteriormente os Anarquistas tinham até a 10º Internacional que participar dos encontros do Socialismo Marckicista, buscando espaço em uma casa perdida para o encantamento das politicas pro Estado Socialista, quando ganharam destaque na 11º Internacional chamada de Internacional do Cristianismo Libertária que promoveu encontros e palestras em todo o mundo por uma nova Espiritualidade Libertaria de caráter Ecologista de Movimentos Vegetarianos, Veganos, de Libertação Animal e pela Juventude Libertaria STREIEDGE que posteriormente se chamou Streetedge e mais a frente Straightedge e hoje na 12º Internacional chamada de Internacional Autonomista que revindicava o Comunismo Monetário também chamado de Comunismo da Base da Piramide, o Anarquismo é linha de frente nos confrontos nas ruas na Luta Anti Fascista e ou na formação de Grupos Econômicos Autonomistas.

Poderíamos marcar na ordem de chegada os Anarquistas em 12 grupos de tendencias da Internacional Anarquista hoje.

"A Guarda da Rainha Ana, guardiões da Anarquia "

1º Sindicalistas Revolucionários / 
Anarco Sindicalistas 
(Maior participação de Espanhóis);
2º Atenienses Libertários / Centros de Cultura
(Participação maior de Italianos);
3º Educacionistas Libertários / Bibliotecários
(Maior presença de Franceses);
4º Mulheres Livres / Feminismo Libertário
(grupos Espanholas, Francesas, Alemães, Italianas, Portuguesas e de Ucranianas hoje);
5º Plataformistas / Exercito Insurgente 
(Grupo de orientação do Anarquismo de Guerra formado por Russos / Ucranianos);
6º Especifistas / Maçonaria Operativa Inglesa
(Grupo de Orientação Inglesa e Monárquica);
7º Ecologistas Libertários / Veganismo Anarquista 
(Grupos majoritários de Alemães);
8º Ateísmo Libertário / Ateísmo 33 
(Forte presença na Grécia); 
9º Juventudes Libertarias / Juventude Anarquista 
(Maior presença no Brasil, Espanha, Itália, Alemanha e Grécia que vive hoje em Inssurreição Anarquista);
10º Terrorismo Poético / Piratas da Anarquia
(Grupos Orientais do japão e da China);
11º Cristianismo Libertário / Anarco Cristianismo (Grupo maior no Brasil);
12º Autonomismo Libertário / Anônimos (Grupo da atualidade e internacional, forte presença de Americanos, Europeus e Brasileiros entre muitos outros membros);

"Recrutamento para a Anarquia Mundial / Estado Anarquista"


22º O Anarquismo entre o Estado e o Partido


Vem peixinho, peixe e peixão morde a linha da minha mão



A Internacional Socialista viveu o dilema chamado "ESTADO" e entre Anarquistas e Marckcistas politicas diferentes para o Socialismo foram praticadas e teorizadas.
Os Anarquistas viveram o dilema; 
Destruir o Estado e o que por no lugar ? 
E os Marckcistas viveram o dilema; 
Tomar o Estado e o que fazer com ele ?

Esta politica diferenciada tinha uma teoria e uma pratica e exercia influencia nos dois grupos da Internacional Socialista.
A Politica estava em formar um Estado Socialista ou tomar o Estado.

Os Anarquistas Franceses sonharam com um Estado Laico e Democrático de Federações Comunais, os Anarquistas Russos sonharam com um Estado Socialista de Sovietes Livres que fundaria uma Democracia Direta, os Anarquistas da Espanha sonharam com uma Republica Sindicalista de Comités Sindicais, os Anarquistas Chineses sonharam com uma Monarquia Popular fundada nas agremiações estudantis, familiares e de trabalho, os Anarquistas Americanos e Caribenhos sonharam com um Espaço Libertário de base mercantil do sonho e do laser, como base politica do cinema e da cultura pop, rock e jamaicana, sua pratica final foi o nascimento da Disney, dos parques, dos Museus e de um forte turismo na região.

Os Marckcistas sonharam em tomar o Poder do Estado, criaram a Social Democracia e o Estado do Bem Estar Social na Europa, o Estado Socialista na Rússia, o Império Socialista Chines, o Sonho da Guerrilha Libertadora na América Latina e Africa, o inimigo numero 01 dos Estados Unidos com uma Cuba Socialista Ditatorial, derrotas e vitorias nas Urnas Latinos Americanas do Sandinismo, Chavismo e Lulismo, pondo um fim ao movimento social.

Estes dois grupos com politicas diferentes e divergentes influenciaram o Anarquismo e o Marckcismo, trazendo ao Anarquismo os Marckcistas Libertarios ao Debate Libertário e ao Marckcismo os Anarco Bolcheviques com sua pratica partidária de Partido Anarquista. 

Este fato dividiu o Especifismo em 02 e 03 grupos diferentes e divergentes:
(Dilema Especifista)

O Especifismo de orientação operativa de influencia Inglesa defendeu a Tese de que os Anarquistas deveriam se organizar em um;
"ESTADO ANARQUISTA" com uma pratica de base na "Educação Anarquista" junto as Escolas, Ateneus Libertários e ao Movimento Social com atividades de formação politica com base na pedagogia libertaria e do oprimido e militância de frente de lutas.

O Especifismo Latino Americano de orientação Uruguaia defendeu a tese da necessidade da criação de um "Partido Anarquista", com a pratica da "Inserção Social" nos Movimentos de Esquerda Latino Americanos, porem sua pratica mostrou que o que fazem é rachar os grupos Anarquistas e de Esquerda para formar seu Partido Politico Anarquista de Infiltração.

O Plataformismo Ucraniano e Russo, chamado também de especifismo por ter Mackno e Malatesta um dilema em torno da Organização Especifica dos Anarquistas, apresenta uma proposta, porem esta proposta viveu e amadureceu em um período de Guerra na Ucrânia e na Rússia e sua pratica de se constituir em um Exercito Insurrecional não foi bem vista por Malatesta, porem foi revista por quem e para quem compreendeu a necessidade local de auto defesa do grupo, porem é tão somente um fato histórico, relevante e não uma formula magica mecânica de princípios que devem ser seguido com necessidade.

O Dilema então mudou pelo que se refere ao Anarquismo Especifista:

Os Anarquistas Ingleses acreditam no dilema:

" Destruir o Estado de Representações Institucionais e por no lugar um Estado Anarquista de Instituições de base da Educação Libertaria, como Escolas e Ateneus Culturais "

Defendem uma Internacional da Educação Anarquista onde todos possam aprender de tudo livremente e não necessitem ser dependentes de politicas esternas econômicas e paternalistas, onde este Estado Anarquista coloque em Xeque Mate o Poder Burguês.

E os Anarco Marckcistas (Bolcheviques) ou Anarquistas Uruguaios defendem o dilema:

" Construir o Partido Anarquista e tomar o Estado, transformando este em uma ferramenta de Construção Anarquista Latino Americana ". (FAU/CAB/FAO)

Defendem uma Internacional do Partido Anarquista transformando o Estado em uma ferramenta da pré Anarquia, como um período de transição permanente onde se necessite do Estado Administrativo, mais onde seu poder seja diluído com o Avanço do Poder Popular.

Porem ambos grupos Anarquistas Especifistas convergem na tese "ESTADO".

O que é ESTADO ?

Na Cultura Portuguesa, Estado é:

Verbo
Natureza
Instituições

O combate ao verbo é a poesia e o jogo de palavras sua pratica final babilônica, o combate a natureza é a destruição da vida no planeta e a destruição das instituições com o fim da civilização, por tal motivo a pergunta, o que por no lugar do Estado ?
A pratica Anarquista Portuguesa foi jogar com o Estado, seja com poesias, documentos, sacramentos e ou com dinheiro.

Na Cultura Inglesa, Estado é:

Física
 Matéria
Força Natural

Quem da murro em faca sai ferido, quem constrói casa sobre o tereno perigoso, um dia a casa pode vir abaixo e se perder tudo.
A pratica Anarquista foi vivenciar a Revolução Industrial e a Modernidade Burguesa.

Na Cultura Espanhola, Estado é:

Representação
Instituição
Família

Este é o Estado entendido pelos Anarquistas da Espanha e é deste Estado que se fala desejar combater, como "anjos decaídos" as mulheres ganharam liberdade, a Igreja depredada e a representação se tornou feita por quem trabalha, por quem produz.
A pratica do Anarquismo Espanhol foi combater o Estado deis da sua base até as suas instituições e representações publicas.

Na Cultura Francesa, Estado é:

Sistema
Espirito
Principio

A França se viu "Gótica" apaixonada pela noite, o principio se tornou religião mistica, o espirito deu espaço a mesas mediúnicas e ao sincretismo cristão, até a chegada da geração Matrix e seu sonho tecnológico mórbido, o Anarquismo Frances no combate a seu Estado pensa na constituição do Espirito Anti Autoritário chamado de Anarquista. 

Na Cultura Italiana, Estado é:

Politica
Historia
Republica

A Cultura Italiana é a historia majoritária do Império Romano e combater o Estado é sinônimo de combater o Império de Roma.

Na Cultura Alemã, Estado é:

Humano
Biologia
Exatidão

O determinismo da Escola e da Cultura Alemã acreditou combater o Estado da Exatidão com teses Universitárias da teoria do CAOS, do Efeito Borboleta, no combate ao Estado da Biologia com suas teses Racistas do Arianismo e superioridades raciais, miscigenação e ciclos e círculos de sociedades raciais e o holocausto para a Raça Humana como forma de combater o Estado Humano de dominação mundial.

Em outras Culturas o Estado é visto muito diferentemente como no Oriente e outros Países da Europa e da América, compreender o que é Estado e com quem esta se falando sobre isto, é um papel do Anarquista que não puxa carroça.



23º ComunArt's


A Estrela Anarquista Comunarte é uma condecoração dada ao grupo Anarquista
que conseguiu atingir a meta militante 
de organizar 05 Frentes Comunartes:

1) Trabalhadores da Cidade;
2) Trabalhadores do Campo;
3) Trabalhadores nas Vilas;
*4) Identidade Classe;
5) Estudantes;

*Identidade de Classe é uma Frente Comunarte que Trabalha questões locais de extrema importância, no Brasil é "A Luta Indígena", na Europa "A Luta Anti Fascista" e em cada lugar do mundo os Trabalhadores locais decidem qual é esta Frente de Identidade de Classe, podendo até um Setor como a Luta de Gênero Feminino ser considerada uma Frente Comunarte ou da Luta de Gênero das Juventudes se tornar uma Frente Comunarte, conforme as necessidades locais das agrupações de Trabalhadores.

O Grupo Anarquista que conseguir organizar 05 Frentes Comunart's tem que conquistar no minimo um Setor fixo de Luta nesta Frente com exito de militância em recrutamento para as fileiras do Anarquismo Militante, mantendo permanência e frequência militante no local.

Estrela Comunarte Simbolo Anarquista da Comuna na Frente

" A Guerrilha Cultura, Arte Revolucionaria, Comunart's "

24º Politica de Alianças e o Estado


Alianças são Simbolo da política de alianças do Clero
"Simbolo das Politicas de Estados"

A aliança é uma politica antes de mais nada, lembrando que aliança presupoe casamento, casamento presupoe casa do mentor, casa do mentor é uma referencia a sociedade que se faz em aliança, esta sociedade varia em quatro grupos religiosos específicos, porem não vou me estender no momento neste grande assunto, porem são os quatro grupos, Satânicos, Demoníacos, Bestiais e Luciferianos.
O casamento servil ao alto clero para traçar uma politica de unificar territórios e ao baixo clero fazer politica classista, o simbolo da aliança do alto clero são as bandeiras nacionais e do baixo clero a foice e o machado, bem com existe uma aliança entre militares e burguesia que se chamou ou de Ditadura de Estado ou Democracia dependendo da correlação das forças politicas da aliança concedida. 
A Aliança REI e Burguesia existe e se chama zona de livre comercio mundial e tem como simbolo maior o EURO como exemplo.

Baixo Clero e a Aliança de Camponeses e Operários, Super Man ícone do Super 1º de Maio e o Simbolo da Foice e o Martelo

Alto Clero é a Aliança entre Reinos da Moda EMO em nome do REI, no nome de King Edward


Médio (Alto) Clero, Aliança da Monarquia com a Burguesia, O Segredo: E de Euro ou de Edward

Médio Clero a Aliança Militar com a Burguesia
Sistema de controle democrático, 
simbolo do Poder da Revolução Burguesa

Clero Anarquista, Aliança de Homens e Mulheres Livres, "Militância Social simbolo mártir de resistência"
Vermelho, simbolo da aliança entre os operários ou traduzindo Aliança entre médicos ou categoria dos profissionais liberais.
Negro, simbolo da Aliança entre Rebeldes e produtores artesãs.
Vermelho e Negro, Aliança entre a classe de profissionais Liberais com a classe produtora, das cidades e ou do campo, convencionou também de chamar de aliança anarco comunista.

25º Autogestão versus o Partido

As Diferenças Politicas entre as Politicas do Comunismo Negro e Politicas do Comunismo Vermelho e sua Aliança Vermelha e Negra

Vermelhos

Os Comunistas Vermelhos tem como pauta central organizar o Partido Revolucionário e tomar o Poder do Estado, assim que tomar o Estado, os Vermelhos tem no seu programa de metas o dever programático de constituir o Poder do Estado Socialista, implantando uma Ditadura Socialista de Transição Permanente e Efetiva garantindo a sua Revolução Socialista.
Suas politicas são organizadas de baixo para cima com o povo organizado em instituições ou entidades de base para a formação do Poder do Estado Socialista com Hegemonia Classista.
O Ideal Vermelho é o Socialista de Estado com bases no Poder Publico e no Federalismo Republicano controlado pelo Partido Único.
O Partido Único se torna a Base do Poder e a Economia é Planificada com o fim do dinheiro.

Negros

Os Comunistas Negros tem como objetivo organizar Cooperativas Econômicas como bases de suas Politicas Sociais exercidas de cima para baixo através do seu Ideal Empresarial e econômico, se esforçando na organização de Empresas Colegiadas de Poder Privado, e desta forma conquistar socialmente uma maior influencia nas gestões sociais, exercendo um Federalismo de Corporações Econômicas organizadas por um sistema fechado de representações, trasando uma politica de unificação de territórios econômicos chamado e conhecido mundialmente de Autogestão Social.
As Organizações Econômicas Colaborativas se tornam a base do Poder Autogestionário e o dinheiro a única expressão do Poder Politico mantido por um Estado que se constitui como um Empresa Privada de Gestão Democrática.

Vermelho e Negro

O Comunismo Vermelho e Negro pretende organizar e coordenar as atividades dos Anarquistas por dentro dos Movimentos Sociais unificando Frentes Sociais e com estas ir construindo um programa de Poder Popular realizado através da sua ação coordenada, exercendo as influencias necessárias através de Politicas Horizontais nas Frentes Sociais, organizando nestes espaços uma gestão politica participativa e implantando nestes espaços uma Ideologia de Politicas Diagonais de Ascensão Econômica de Classe, organizada localmente e economicamente, não abolindo o dinheiro e organizando a sociedade em frentes econômicas e sociais, através de um Ideal Monárquico.
As Alianças Vermelhas e Negras tem como meta organizar o Poder Politico através das Sociedade Secretas, exercendo uma coalizão chamada de Frete Popular em um Federalismo Constituído em um Governo Popular, onde as Entidades de Base tenham muito mais espaço politico que os Partidos Políticos no Governo Popular e o sistema de representações politicas sofram alterações democráticas com ampliação da Participação Popular nas decisões politicas cada vez mais descentralizadas no Estado.

26º Bandeiras dos Níveis e Frentes Anarquistas: 
Politica de Comunicações

Corte Diagonal: Nível Ideologia Anarquista de Ascensão Econômica e de Classes, conquista esta Bandeira quem participa de encontros Anarquistas ou contribui com propagandismo das Politicas Anarquistas, seja editando livros, jornais, panfletos, zines, sites, blogs, pichação, grafites, artes, palestras ou promovendo atividades e ou manifestações Anarquistas.

Corte Vertical: Nível Jurídico Anarquista das Organizações das Entidades Jurídicas Anarquistas que conseguiram conquistar uma sede para a organização Anarquista e mantem nestes espaços o seu funcionamento tanto interno com a administração jurídica do espaço ou tanto com as atividades Anarquistas ao publico convidado ou interessado em geral.
Ganha esta Bandeira Anarquista quem registra uma entidade jurídica Anarquista na cidade.

Corte Horizontal: Nível Social Anarquista de Militância e Organização da Politica Social Anarquista, que promove a Luta Direta do povo em varias lutas de interesse de classe.
Ganha esta Bandeira quem atua promovendo atividades e organização de setores em Luta.

Estrela Comunart: Simbolo da Militância Anarquista SOMADA pelos varias grupos Anarquistas que conquistaram a sua Militância Politica Anarquista em varias frentes e níveis, se organizando em Federação Anarquista, se constituindo na célula do Estado Anarquista.
Ganha este simbolo a Federação Anarquista que conseguiu somar grupos de inserção social que compõe em sua militância de no minimo 05 Frentes de Lutas e junto as 05 frentes de lutas tem no minimo 03 setores de atuação.

Estrela London: Simbolo do CAOS / Confederação do Anarquismo Organizado Socialmente, Nível Politico Internacional do Anarquismo Organizado, que Federa Indivíduos, Grupos e Federações Anarquistas.
Nível Associativo que SOMA diversos correntes Anarquistas, a única exigência é que estes devem ser Anarquistas auto declarados e tenham atividades Sociais Anarquistas.